O guerreiro continua seu caminho até o topo da torre. Encontra os seus obstáculos, mas passa por eles com sagacidade.
No último andar, abre porta por porta à procura de algo. Até que, numa porta nada diferente das outras, ele encontra uma menina.
["Guerreiro"]- "𝕍𝕠𝕔ê é 𝕒 𝕕𝕖𝕦𝕤𝕒 𝕢𝕦𝕖 𝕧𝕖𝕚𝕠 à 𝕥𝕠𝕣𝕣𝕖?"
["Deusa"]- "Eu venho aqui para ter um pouco de paz e vocês ainda vem tirar a minha paciência. SAIA DAQUI!"
["Guerreiro"]- "ℕã𝕠 é 𝕟𝕒𝕕𝕒 𝕡𝕖𝕤𝕤𝕠𝕒𝕝, 𝕞𝕒𝕤... 𝕧𝕠𝕔ê 𝕡𝕣𝕖𝕔𝕚𝕤𝕒 𝕞𝕠𝕣𝕣𝕖𝕣."
A deusa fica um tanto surpresa com isso. Mas...
["Deusa"]- "Isso realmente me surpreendeu. Se nós fôssemos realmente lutar a sério, certamente eu venceria... Vou lhe propor um desafio no lugar disso: 𝘴𝘦 𝘷𝘰𝘤ê 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘦𝘨𝘶𝘪𝘳 𝘦𝘯𝘤𝘰𝘴𝘵𝘢𝘳 𝘢𝘰 𝘮𝘦𝘯𝘰𝘴 𝘶𝘮 𝘥𝘦𝘥𝘰 𝘦𝘮 𝘮𝘪𝘮, 𝘷𝘰𝘤ê 𝘷𝘦𝘯𝘤𝘦 𝘦 𝘷𝘰𝘤ê 𝘱𝘰𝘥𝘦 𝘮𝘦 𝘮𝘢𝘵𝘢𝘳 𝘲𝘶𝘢𝘯𝘵𝘢𝘴 𝘷𝘦𝘻𝘦𝘴 𝘷𝘰𝘤ê 𝘲𝘶𝘪𝘴𝘦𝘳."
O guerreiro não perde tempo e já começa com uma investida
(ESCRITA NÃO TERMINADA)

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