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A Noiva da Lua

A Lenda (Part 2)

A Lenda (Part 2)

Jun 07, 2021

– Si for por aí, vai acabar sendo pega! – fala ele puxando em meio a multidão. 
“Ele... Está me ajudando” pensa ela surpresa por vê-lo novamente, ele coloca nela um chapéu e a camufla entre a multidão, mas logo os dois homens a percebe
– Nos viram!
O rapaz começa a corre segurando seu pulso, “Por que o estou seguindo? Ele pode...” ele a pega nos braços e começa a correr carregando ela
– Desculpe-me, mas você é muito lenta! – fala ele a carregando nos braços enquanto corria dos dois homens, eles passam de frente ao grande Hotel e seguem em frente, eles sobem uma ladeira e dobram a direita. 
– Não consigo mas vê-los...
– Esse é o objetivo – Fala ele correndo com ela em seus braços, eles entram dentro de uma casa e se escondem dentro de uma barreira mágica. Os homens passam correndo em frente a casa, mas não os percebem por conta da barreira. – Nossa, fazia tempo que não corria tanto, você está bem? – Fala a botando sentada no chão.
– Sim... Estou, obrigada. – falava encarando o rapaz, ela parecia cansada 
– Por que eles estavam a perseguindo? Deve haver algum motivo? – pergunta ele agachado na sua frente, a garota fica em silêncio, ele logo se a levanta e lhe dirige a palavra – Eu não forçá-la a falar, então fique a vontade se quiser ir embora. – Ele estava preste a entrar na sala, quando a garota começa a lacrimejar e falar socorro.
– Socorro, me ajuda, me ajuda, socorro – Ela repetia varias vezes a mesma coisa enquanto lacrimejava, ela estava totalmente imóvel, não mexia nenhum membro de seu corpo, apenas a boca para falar, ela havia avistado uma TV ligado do outro lado da rua, seu pânico estava cada vez mais aumentando. 
– Ei, garota, o que está acontecendo? – Perguntou ele afim de receber uma resposta, mas ele percebe que naquela condição ela jamais lhe responderia, ele olha para onde ela olhava e viu uma TV ligada, sem nada a reproduzir. “Será que...!”, ele percebe o que está acontecendo, ele decide a pegar nos braços e a carregar para cozinha, desse jeito poderia analisar melhor o caso. 
– Calma, calma, eu vou te ajudar – falou ele fechando os olhos da moça. Ele a carrega até a cozinha, ele logo a coloca sentada no chão, apoiada na parede, “Há algo de errado aqui... Seus olhos estão estranhos... Talvez tenha sido enfeitiçada? ” ele se senta ao seu lado e a olha, ela estava ficando mais calma, ela enxugava suas lágrimas com suas luvas. – Eu preciso fazer algumas coisas, então vou precisar sair agora... – Fala se a levantando. 
– Não vai, não me deixa – Falava assustada, ela estava agarrada a um pedaço de pano de sua calça. – Ele pode aparecer de novo
– Quem vai aparecer? Você não me responde, como eu poderia te ajudar se não sei de nada. – Fala ele se soltando dela.
Ela ficou de cabeça curvada enquanto estava no chão sentada, foi quando ela decidiu lhe falar.
– Um homem estranho... De cabelos azul celeste e olhos cinzas, ele sempre aparece! – Ela o olha nos olhos – Ele tá em todo lugar, eu não sei como isso aconteceu, mas, mas... – ela esconde seus olhos entre seus braços – só me ajuda, por favor...
– E por que confia em mim? Eu poderia trabalhar para ele, você não saberia disso, não é mesmo? Então por quê?
“Ele está falando a verdade, ele poderia trabalhar para ele, mas, eles não se parecem”
– Você não se parece com ele, você não me dá medo como ele me faz! – o rapaz da umas risadas bem altas ao ouvir tal resposta
– Isso é um motivo bem bobo, sabia? E se eu não fosse o que você esperava que eu fosse? – Pergunta ele tomando uma posição mais séria. 
– Não sei... Mas por que você insiste tanto nisso. 
– Não importa, eu preciso sair agora, e não me olha desse jeito, eu não vou ficar grudado em você só porque te ajudei, você pode ficar com Bob. 
– Bob?
– Espere um momento – Ele entra dentro de um quarto e sai com uma criança que aparentava ter doze anos – Este é o Bob, ele pode cuidar de você enquanto eu estiver ausente.
– O senhor não disse que não ia mas trazer gente estranha para cá. –  cochicha para o rapaz, ele logo sente seu senhor dando um soco em sua cabeça – Aí! Mestre!?
– Fique de olho nela, algo está de errado, e eu preciso comprar materiais para fazer uma nova barreira.
– Ela se quebrou!? Mas o senhor disse que duraria uns 3 anos, como ela se quebrou tão longe da validade
– Os olhos dela, tem algo de errado, e os mesmos podem ter causado isso, mas por hora fique de olho nela.
Eles conversavam entre si, o rapaz logo se dirige a ela. 
– Você a de ficar com o Bob  e eu vou sair, preciso resolver algumas coisas, então poderia me esperar até lá? – pergunta ele já se arrumando para sair
– tá... – Ela o olhava com um olhar meio perdido “Me pergunto por que estou a confiar nele, ele parece sincero mas, e se for uma farsa também? Será que ele também poderia ser do mal?”
O Rapaz se retira do local e os deixa em casa, ela não dura muito tempo no chão e logo se a levanta e vai até um canteiro de flores e plantas silvestres, que havia ali na casa, ela se senta no chão e começou a observar as plantas, enquanto sua mente tentava pensar um pouco. “As plantas sempre dependem de algo para sobreviver... Parece que eu sou igual, queria que isso nunca tivesse acontecido” pensava ela triste, “É sempre assim... Sempre dependo de alguém... Até de um desconhecido estou dependendo agora”
– A Senhora quer algo para comer?
A garota logo cai de lado com o susto e olha para o rapaz.
– Poderia não fazer mais isso, por favor– fala sem jeito e meio assustada
– Desculpe, mas você quer algo? Nos temos pão, sonho... 
– Sonho! – fala ela rapidamente e com um tom de voz mais alto, “nossa que mal educada, nem deixei ele terminar” – Um sonho, por favor. – “ao menos tenho que parecer educada, não que eu não seja, claro”
– Certo, eu vou pegar pra você – o garoto sai para pegar e volta com um grande pão de sonho, a garota fica impressionada com o seu tamanho – aqui está, você parecia estar meio desesperada por um então peguei o maior para você – Fala lhe entregando um grande pão de sonho. 
– uau, esse sonho é realmente grande, parece tão bom! – ela pega o sonho”E pensar que eu acabei transmitindo uma imagem de alguém desesperada por um simples pão”, ela rapidamente dá uma grande mordida – hmmmmm que delícia!
– Que bom que gostou, essa foi a primeira vez que eu que fiz ele sozinho. – fala ele também mordendo seu sonho. 
– Você deveria abrir uma padaria, com certeza você faria bastante sucesso –Fala ela brincando com o rapaz. O rapaz só sabia sorrir da situação que estava, e ambos riam juntos 
– Me diz uma coisa, seu nome realmente é Bob?
O rapaz faz uma expressão não muito amigável e lhe responde
– Sim, meu nome é Bob, por que todos sempre fazem essa pergunta, é você, o mestre, e qualquer pessoa que apareça faz essa pergunta, qual é a dificuldade de se aceitar que isso realmente é um nome – fala ele meio bravo e ao mesmo tempo desabafando para moça. 
A garota começar a rir da situação dele e lhe responde – Não é isso, é que seu nome parece mais ser um apelido de alguém, não me leve a mal – ela logo olha para o céu e – Você se chama Bob, mas qual o nome dele? do homem que me ajudou, e por que o chama de mestre?
– O nome dele é Ravi, e eu o chamo de mestre por que é melhor do que chamar de professor.
– Então ele te ensina! – Fala surpresa – ele é professor de que? – Pergunta curiosa.
– Ele é meu professor de magia, ele é o melhor no que faz, se acredito que você nunca o viu usar magia, mas se visse ficaria impressionada – fala ele em pé
– Ai eu já não sei – Fala sem animação no assunto, o rapaz logo se senta ao seu lado e percebe que ela não gosteu muito de saber que ele era professor de magia
– Você não parece gostar de magia, por quê?
– Eu não falei nada
– Mas seu olhar falou, me conta o por que disso – Fala ele curioso para saber sua resposta.
– É melhor não falarmos sobre, está bem?
– Certo... – “Por que ela não gosta de magia? Que garota estranha, qualquer uma gostaria de conhecer alguém que faz esse tipo de coisa...” Eles ficaram um tempo em silêncio até que o som da chuva começou a se intensificar, eles ficaram lá encarando a chuva caindo nas plantas – Qual o seu nome? Você ainda não me disse
– Me chamo Maya.
Algumas horas se passaram, o sol já estava se pondo, “Finalmente cheguei em casa, parece que está tudo em ordem” quando o mesmo entra dentro da casa avista a mulher e a criança brincando com o trigo.
– Para com isso Bob! Eu já estou toda suja, para! – Falava ela rindo e se protegendo com uma bandeja.
– Vamos logo, você me sujou todo de trigo, por que não posso fazer o mesmo – falava ele rindo.
– O que é que está acontecendo aqui? –
– Mestre?
– Você?
– Não fale você, isso é falta de educação – cochicha para moça.
–Parece que estão se divertindo, mas chegou a hora de irmos, vamos?
– Ah! Certo, ok – Ela pega suas luvas e as coloca na mão, ela calça seus sapatos e aí em direção do Rapaz. – Pronto, já podemos ir, bye, bye Bob
– Tchau – fala acenando para moça
Maya e Ravi caminhavam juntos lado a lado pelas ruas, o silêncio pairava no ar mas este silêncio foi quebrado ao chegarem perto dos portões do grande hotel. 
– Muito obrigado por hoje, você realmente me ajudou muito, senhor Ravi, sei que nunca mais iremos nós vê novamente mas obrigado por hoje – Fala ela na sua frente – apesar de que vou procurar uma solução para o meu problema, além do mais, eu não posso ficar assim para sempre né 
– Não foi nada, te vejo amanhã de 13:00 para sua consulta – Fala a olhando fixada mente para seus olhos. 
– Consulta!? – Fala surpresa 
– Claro, digamos que seu caso seja interessante, e já que você pediu a minha ajuda, estou disposto a ajudá-la, então vejo você amanhã – Fala ele sarcástico 
– Certo, amanhã de 13:00, estarei lá. – Fala animada 
– Então te vejo amanhã, senhorita... Qual o seu nome? 
– Ah, sim, eu ainda não tinha me apresentado, me chamo Maya Lotus, e vai ser um prazer trabalhar com você senhor Ravi – Ela estende sua mão para cumprimentá-lo mas ele apenas dá uma volta e fala de costas para ela 
– Estarei a aguardando, senhorita Maya, tenha uma boa noite – Ele caminhava para escuridão até não poder ser mais visto pela moça 
– amanhã de 13:00, estarei lá, tenha certeza disso! – Fala ela entrando dentro do grande hotel.
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