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O Tabuleiro e a Peça Viking

A Utopia

A Utopia

May 09, 2022

Primeiro Arco de Quatros - O Lendário Viking de Reiwa e o General Guts se encontram! 
   
           Capítulo 1: A Utopia 
   
       Ao todo, o mundo apresentado agora, foi uma mistura de ideias de todos os deuses existentes. 

A Ilha de Reiwa fora criada por Odin. O velho homem, de barba longa e branca, era apaixonado por magia e tecnologia. Então ele, com muita criatividade, criou o seu povo para habitar na ilha. Esse povo fora chamado de "Navegantes'' no começo e depois fora chamado de "Vikings de Reiwa", pois amavam construir navios de guerras e navegar pelo mar. Embora digam que a navegação era impossível naquela época, Odin abençoou o seu povo com combustível e bússolas. Ele queria que seu povo não fosse dependente dele, e deu conhecimento para os navegantes. As valquírias desceram do céu, cavalgando em corcéis. Elas eram guerreiras virgens e inteligentes, que alimentaram os navegantes com conhecimento. Então, os navegantes criaram motores de barcos, navios voadores e milfridris; embarcações especializadas e adeptas para explorar o fundo do mar. 

Depois, a Era Navegante acabou, e os Vikings de Reiwa nomearam o combustível dado por Odin de IRIS, e suas máquinas funcionavam com ela. 

Odin não poderia ficar cuidando da Ilha de Reiwa para sempre, então, entre os navegantes, Odin escolheu um nobre guerreiro para comandar a Ilha de Reiwa. E assim, nasceu o primeiro Lendário Viking de Reiwa. 

O território de Odin ficou conhecido como a Península Escandinava. 

Havia também a Península Balcânica, onde Zeus governava esplendorosamente. Ele foi o principal responsável por criar o povo Heleno. 

Ele tinha muitos filhos, e cada um ficou designado a cuidar de um estado na península. A Deusa Atena cuidou dos atenienses em sua morada principal, Atenas. Os Helenos e os Atenienses eram inteligentes e intelectuais. Tinha um grande talento para fazer escultura. Zeus orgulhava-se de sua criação. Ele olhou para Odin com um olhar cheio de orgulho, glorificando-se. 

No começo, os deuses conviviam separadamente, cada um tinha um território para si, onde a criação de cada um vivia isolada das outras. Mas houve uma época em que, um ateniense e um navegante, se encontraram. Esses dois homens não sabiam da existência de outro povo, e também não sabiam que existiam outros deuses. Os dois homens descobriram o maior segredo de seus criadores, espalharam as notícias e foram contra os deuses. Odin e Zeus não puderam mais conter a fúria de seus povos e, pacientemente, mataram aqueles dois homens. 

Mas eles já haviam feito um grande feito, o povo se revoltou e Odin e Zeus só puderam aceitar a unificação de seus povos. 

Enquanto isso, na Península Ibérica não havia nada, mas, de repente, em sete dias tudo ali fora criado rapidamente; a vegetação, as nascentes, os reinados, as igrejas e santuários. O deus dali era um pouco misterioso, se estabeleceu no céu, e declarou uma rainha para liderar o povo dele, conhecidos como Seguidor da Estrelas. A rainha chamada Guilhermina era imortal e, particularmente, era apaixonada pela cultura dos atenienses. Ela era incontrolável, sempre estava viajando para Atena, que estabeleceu um líder chamado César Primeiro de Atenas para comandá-los. 

Na Península Somali, a Deusa Rá governava junto com os seus filhos, netos e tataranetos. Enquanto ela aproveitava o Cairo, seus descendentes cobriam a vasta área de areia junto com os faraós e nativos. Milhares de anos depois, a Deusa Rá, junto com os seus filhos, cuidaram do povo que se estabeleceu perto do Rio Nilo. Esse povo recebeu o nome de egípcios. Eles eram absurdamente inteligentes, íntegros, e tinham uma obsessão por limpeza. A Deusa Rá riu ao olhar o rosto de Odin e Zeus, debochando por sua criação ser a melhor, pois limpeza era a coisa mais importante para ela. Se o seu povo seguisse os padrões cheirosos dela, então ela havia ganhado a disputa! 

O mundo estava relativamente tranquilo. 

Mas então… um deus menor apareceu!  

Embora não tivesse uma península para comandar, o deus menor havia criado um povo na Península Ibérica com a permissão do deus misterioso, conhecido como Ni.  

Na Gália, Danu, a Deusa Mãe criou o povo druida, que tinha uma beleza absurda e conhecimento abundante. Eles não aceitavam escrever os seus ensinamentos em papiros ou pedras, eles armazenavam o seu conhecimento em suas mentes e, após a morte, seus familiares decapitavam as suas cabeças e as guardavam, acreditando que assim, estariam preservando suas almas e inteligência. Danu, a Deusa Mãe, deu um sorriso sedutor para a Deusa Rá, embora seu povo não fosse higiênico, era bem mais inteligente, até mesmo mais poderoso, pois, os druidas eram anciões, feiticeiros e bruxos. 

Olhe o que uma deusa sem península pode fazer! 

Então, as duas deusas resolveram fazer uma competição entre elas. Colocaram um egípcio e um druida para conversarem e guerrearem. Ambos, os dois homens, se negaram a fazer isso. Foram contra as deusas. Mas dessa vez, nenhum deles foi morto por suas deusas. As duas deusas sorriram e, com pensamentos ocultos, fizeram uma aliança, tirando a conclusão de que os egípcios e os druidas eram inteligentes e corajosos, e isso tudo por causa daquela dois homens bravos. Mas não apenas isso, elas absolutamente não podiam matá-los por causa do ocultismo que os rodeavam. 

As peças de xadrez. 

Enquanto isso, na Península Ibérica, exclusivamente na Gália, nasceu uma das portas para a famosa Rota da Seda. Os povos dos outros deuses passavam ali para que pudessem chegar ao Mundo Novo, que ficava na Península da Ásia; um território milenar que produzia roupas baratas e comidas mais baratas ainda. 

Na Península da Ásia, o Mundo Novo era imensamente grande! 

Embora o povo dali fosse insuportavelmente chato, ficasse censurado as pessoas e fossem reservadas demais, o deus deles era completamente o oposto deles. Pan Ku era incrivelmente extrovertido, odiava o seu povo e não estava nem aí para nada depois que o seu precioso filho desapareceu. Não demorou muito para que ele surtasse e deixasse a sua península ser tomada por um imperador. Deploravelmente, ele foi morar com Zeus no Olimpo. 

Um deus menor não tinha península, tinha apenas um local proporcionalmente pequeno para criar o seu povo. No Reino da Nortúmbria, o Deus Lio era amoroso e gentil, embora bastante preguiçoso. Ele criou uma pequena ilha perto do mar, mas, em um curto período de tempo relativamente pequeno, a ilha acabou sendo inundada por água.

Então o Deus Lio teve uma ideia incrível; Por que não criar um povo do mar? Que pudesse respirar debaixo da água e fosse igual a um peixe? Então, assim, nasceu as sereias e os tritões. Porém, séculos depois, a ilha retornou para a superfície, e a Rainha Guilhermina pegou a ilha para si. As sereias e os tritões ficaram sem lar e, consequentemente, acabaram entrando em extinção. Estranhamente, depois disso, o Deus Lio desapareceu sem deixar vestígios. A Rainha Guilhermina viu isso como uma chance e se estabeleceu no Reino da Nortúmbria. 

O mundo estava relativamente tranquilo depois que os deuses se uniram e formaram o Conselho dos Deuses. Discutindo sobre o desaparecimento do Deus Lio, um deus de semblante bonito acabou se entediando e, por ser onipotente e onipresente, fechou os seus olhos na reunião e foi assistir a situação de alguns companheiros. 

Atualmente, Atenas já estava em seu César Oitavo.   

E a Ilha de Reiwa estava nomeando o seu sétimo Lendário Viking de Reiwa. 

O novo comandante dos navegantes acabara de receber a fita antiga de seu ancestral, indicando que ele era o novo comandante da Ilha de Reiwa. Uma fita de couro fina e marrom, emaranhada de belos e majestosos desenhos brancos, que fora amarrada sobre a sua testa, destacando os fios volumosos do seu cabelo curto e loiro. 

O semblante do novo comandante era sombrio, e suas sobrancelhas em formato de espadas relaxadas o deixava com um rosto jovial e absurdamente bonito. Ele estava ajoelhado, recebendo o título de Lendário Viking de Reiwa. Os seus olhos escuros mostraram um breve lampejo de raiva e ódio, que sumiram em segundos, como uma garoa de verão sobre o mar de águas turvas. 

O novo comandante se chamava Thorfill, e agora ele fora nomeado o Lendário Viking de Reiwa, após a morte de seu pai, que era o sexto e antigo lendário. 

Ele tinha apenas dezesseis anos e se sentia incompreendido. 

Porque ele era um navegante, mas o mar parecia estar muito distante dele agora. 

Seu pai se chamava Enon, e às vezes ele era muito ignorante e maldoso. Sempre buscava qualquer motivo para roubar, saquear, abusar e matar por aí enquanto navegava. Mas quando Enon se tornou o Lendário Viking de Reiwa, ele fora obrigado a permanecer na ilha; inconformado com isso, a sua liderança era bruta até mesmo com o seu próprio povo, descontando toda a sua frustração sobre eles. 

Thorfill se curvou estando ajoelhado, colando a sua testa no chão e, respeitosamente, enviou seus agradecimentos às almas dos antigos Lendários Vikings de Reiwa, já mortos em combate.

Sua voz era fria como uma nascente congelante ao dizer: "Eu, Thorfill, filho de Enon, pagarei pelas dívidas e pecados de meu pai. Para que a alma do antigo lendário possa descansar." 

"Para que a alma do antigo lendário possa descansar!" Os Vikings de Reiwa gritaram juntos, batendo fortemente em seus capacetes de ferros três vezes, fazendo um barulho que poderia alcançar o céu acima de suas cabeças. 

Odin observou esse jovem em silêncio enquanto fugia do Conselho dos Deuses, imaginando que a sua ilha estava caminhando para um caminho sombrio nas mãos daquele garoto. Odin riu, era tão interessante sua criação, principalmente aquele Lendário Viking de Reiwa… com certeza, muito interessante, mas a tristeza tomou conta de seu peito, esmagando-o. 

Ele continuava o mesmo, mesmo sendo o sétimo. 

Um tempo se passou após Thorfill se tornar o Lendário Viking de Reiwa. 

Neste tempo, não houve nada de interessante em ser o comandante de homens agressivos e navegantes. Thorfill sentiu que a vida adulta, que seu pai dizia ser um pesado, não era tão ruim, mas simplesmente e insuportavelmente entediante. 

Por todos esses anos, ele lidou só em limpar o nome de Enon, pagando dívidas ou se vingando de ilhas vizinhas que atacaram a sua ilha em busca de suprimentos. 

Odin sabia que Thorfill buscava o prazer na navegação, e estudava história em seu espaço pessoal; que era o convés do seu enorme navio de madeira, procurando ilhas sem donos que pudessem ter riquezas a serem disputadas e encontradas. O garoto era um líder que fazia de tudo para fugir da Ilha de Reiwa. Odin não julgou, aquela ilha era um inferno! Ele assistia com olhos atentos a história de Thorfill, se perguntando ansiosamente: quando a alma gêmea dele chegará? 

Porque, assim que isso acontecesse, Zeus iria surtar! 

Haha, mesmo depois de sete vidas, ele ainda surtava? 

Atualmente, Thorfill e um pequeno grupo composto por Vikings de Reiwa, estavam navegando pela Península Balcânica, perto da morada de Zeus e do palácio de Cesarino, um imperador louco que era o responsável pelas disputas no coliseu, lugar onde as maiores batalhas aconteciam. Antes, ele estava perto da Península Somali, fazendo uma visita no Cairo, caçando tesouros e saqueando-os com os Vikings de Reiwa. 

O mar tinha uma brisa suave. O cheiro marítimo era uma fragrância gostosa de inalar; se as sereias e os tritões ainda existissem, então, eles ficariam maravilhados com o mar limpo e cheio de peixes. 

O vento fazia as mechas do cabelo cor de mel e franja acertarem os olhos escuros de Thorfill. A fita sobre a sua testa estava desgastada pelo tempo, mas ele se negava a removê-la. Seu rosto se tornou mais maduro nos últimos anos, mas a juventude permanecia gratificante, principalmente em seus lábios macios de cores saudáveis. Seu nariz de dorso reto com pequenas sardas claras sobre ele, e olhos vibrantes e pretos. 

Ele era incrivelmente bonito. 

Todos os seus quatro irmãos pareciam uma réplica dele, e ele era o mais velho deles, embora não fosse tratado como tal. Um líder nem um pouco respeitável por seus vikings e família. 

Thorfill agora tinha quase vinte anos. Seu semblante era lindo e belíssimo, ao ponto de não se conseguir desviar o olhar.

Ele era um homem simples e ainda não havia se casado. 

Thorfill era um homem que fantasiava em se casar com uma pessoa que não fosse um viking, de certa forma, as leis de Reiwa não permitiam isso. 

Estava bastante claro que ele teria que se casar com uma mulher viking e logo ter um herdeiro para comandar a Ilha de Reiwa, em um futuro não muito distante… 

Thorfill riu contra a brisa fresca do mar. 

Ele odiava aquela ilha. 

Seus olhos vagavam pelo horizonte claro, o céu estava azulado e com nuvens brancas sendo carregadas pelo vento frio. A água do mar se agitou, chamando a atenção de Thorfill. Seus olhos vagaram por ali e arregalaram-se ao ver uma cabeça flutuando pela água clara. Um rabo de peixe grande dançou em movimentos circulares e jogou água para cima. Aquela cabeça e aquele rabo pertencia a uma sereia bonita. Thorfill estranhou isso, já que havia uma declaração onde dizia que as sereias e os tritões haviam sido extintos. A sereia olhou Thorfill e sorriu. 

Ele ficou sem palavras, ".................." 

Que diabos? O mundo realmente era um lugar misterioso. 


lausamp12
Bllau

Creator

En, Thorfill é um bebê gigante :3

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Em um mundo governado por diversos deuses, há um viking que procura domar os cinco oceanos informados pelos druidas.

Thorfill é o Lendário Viking de Reiwa. Ele é um jovem absurdamente forte que comanda mil homens vikings ao navegar em busca de tesouros perdidos. Thorfill, além do mais, pertence à uma ilha que dá abundâncias de suplementos, entre eles, um combustível chamado IRIS, fornecido por Odin, com quem tem uma grande ligação estranha e oculta.

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Incapacitado de concluir a missão que lhe fora dada, o general revela a sua missão para o Lendário Viking de Reiwa por motivos ocultos em sua própria mente.

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