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Apenas Amigos

Capítulo 8: quase lá e...

Capítulo 8: quase lá e...

Sep 26, 2022

Narrado por Oliver.


Fui para a escola está manhã, deixando Jake ainda dormindo na minha cama. Pela hora, ele estaria de pé logo, então, para mudar as coisas, cheguei na escola às sete. Quando entrei no edifício, notei que ele estava quase vazio, com apenas alguns funcionários e estudantes que pareciam mais zumbis vagando pelos corredores. Tudo estava tranquilo. A única razão de eu ter vim para a escola está manhã, especialmente tão cedo, foi para escapar do constrangimento com Jake. Ele com certeza teria me oferecido uma carona, ou até mesmo me faria entrar no seu carro a força e eu ainda nem sei a sua posição sobre a nossa amizade. Obviamente, uma ereção é uma razão boa para estar desconfortável próximo a ele e também porque cada vez que ele se movia na cama, ele só me puxava ainda mais para perto de si. Mas o que realmente me deixou assim, foi o que aconteceu no meio da noite. Enquanto eu tentava dormir, Jake já estava dormindo profundamente, e então, ele gemeu algo. Não consegui ouvi-lo de primeira até que ele gemeu novamente.


— Oliver... — Jake estava definitivamente ainda dormindo. Depois de alguns segundos em que eu fiquei congelado, ele parou de gemer e começou a roncar novamente.


Jake estava sonhando comigo e a julgar pelo seu amiguinho lá em baixo, o sonho deve ter sido bem quente.


— Oliver! — Bianca me chamou, me tirando de meus pensamentos. Ela estava vestindo uma jaqueta jeans, onde as mangas eram de um tecido normal e preto sobre uma camiseta branca. Um jeans preto super justo, com seus lábios vermelhos e cabelos com ligeiros cachos perfeitamente enrolados nas pontas. Bianca estava, com certeza, tramando algo.


Ela estava incrível.


— Sexy, hein… para quem é tudo isso? — fiz um gesto em direção a sua roupa e ela sorriu.


— Vou dar um pezão na bunda do Brian hoje.


— Deus, pare de dizer que você vai dar um pé na bunda do garoto! — eu ri.


— Porque ele me irrita.


— Então você vai terminar com ele só porque ele te irrita?


— Oliver, a gente não se fala há mais ou menos... três semanas. Eu nem tenho certeza se ele gosta de mim ainda. — Bianca parecia chateada com isso.


— Ah, não, não, não, sem lágrimas. — eu a puxei para um abraço. Ela cheirava a rosas.


— Eu só… quero o que você tem, sabe. — ela suspirou, quebrando o nosso abraço.


— Noah? Cachorra, você não vai tomar o meu Noah. — disse, cruzando os braços.


— Não é o seu namorado, idiota, é a sua vida. Você tem a vida perfeita e eu quero ter isso também. — ela suspirou de novo, se jogando em um dos bancos no corredor.


— Minha vida está longe de ser perfeita, mas, é, eu não posso reclamar... — sentei ao lado dela, ela estava encarando o chão agora.


— Que tal a gente sair para caçar alguns gatinhos depois da escola! Me diga qual é o seu tipo e podemos encontrar alguém mais rápido, ah, eu vou levar Noah para ajudar, o que acha?


Isso fez Bianca sorrir.


— Adorei.


— Ótimo.


***


— Então, vocês vão sair para caçar garotos? — Noah riu enquanto mordia outra batatinha. Estávamos na cantina, esperando o sinal tocar. — Você não vai me trocar, né?


— Nunca. — inclinei-me e o puxei para mim. Os seus lábios tinha um gosto saldado. Delicioso.


Noah sorriu enquanto se endireitava no seu lugar, em seguida, colocando outra batatinha na sua boca. Mesmo simplesmente comendo bata frita, ele parecia um Deus. Eu nunca iria admitir isso para ele, mas os olhares que ele recebia de outras meninas e, até de meninos na escola, me deixava extremamente ciumento.


Ok, ciumento é eufemismo.


— Qual é o problema dela, afinal? — Noah amassou o pacote das batatinhas agora vazio em uma bola e, em seguida, o jogou na lixeira mais próxima, em um tiro certeiro.


— Ela quer um relacionamento como o nosso… — disse, olhando para o livro na minha frente.


— É, essa é uma desculpa aceitável para se estar triste, quer dizer, olha só para nós. Somos, tipo… perfeitos. — Noah revirou os olhos, dizendo isso com ironia. — Mas eu sei porquê ela está chateada. Ela não quer um cara como eu. Ela quer um cara como você. — olhei nos seus olhos.


— O-o quê?


— Você é doce, compassivo, fiel, todas essas qualidades em você é o que ela quer.


— Você tem essas qualidades também, acho... mesmo assim obrigado! — cocei a parte de trás da minha cabeça, tentando não parecer estranho.


— Talvez sim, mas ela sabe que você tem mais. Vocês são melhores amigos e próximos. Aposto que se fosse hetero, não haveria hesitação, você e Bianca estariam juntos.


— Mas eu não sou e eu estou com você, podemos simplesmente mudar de assunto?


— Está. Então você e Jake fizeram as pazes?


— Sim... — eu não queria continuar essa conversa depois disso, o que aconteceu na noite passada não deveria ter acontecido. Jake provavelmente não sabe, devido ao fato de que ele estava dormindo, então, por mim aquilo nunca aconteceu.


Abri o meu livro e comecei a ler. Os olhos de Noah permaneceram focados em mim durante o resto do nosso tempo ali.


***


Assim que coloquei a minha bandeja sobre a mesa, Jake sentou-se na minha frente com um sorriso. Ele parecia bem, Jake estava simplesmente usando um jeans preto com uma camiseta listrada. Ele realmente estava bonito... uou, espera, o quê? Rebobina isso aí, eu usei bonito para descrever o garoto/doído/esfomeado?


— Onde você foi essa manhã? — Jake perguntou, pegando as minhas batatas fritas na bandeja.


— Eu tive que vir para escola mais cedo para... buscar um livro. Eu sei, não é grande coisa. — bocejei casualmente e inclinei-me na cadeira. Eu nem estava com muita fome e também Jake já estava comendo toda a minha comida mesmo.


— Obrigado por ficar comigo ontem à noite… — Jake falou aleatoriamente enquanto empurrava mais batatas fritas na sua boca. Depois que eu mastiguei um pedaço de maçã suficientemente, eu o engoli.


— É...


— Oliver, você ainda me odeia?


— Ai, meu Deus, Jacob... se eu odiasse você, você já estaria sabendo. — revirei os meus olhos e dei outra mordida na minha maçã.


— Podemos falar em particular no corredor só por um segundo? — Jake pediu, quando toda a minha comida já havia se ido. O sanduíche, a batata frita e o suco. Jake é, literalmente, um depósito de comida.


— Claro… mas acho que ninguém está escutando a gente daqui. — estávamos sentados em uma mesa de canto no refeitório afastados dos demais ali. Ou ele queria me matar em um lugar privado, ou... isso simplesmente não faz sentido. O segui para fora do refeitório e entramos em uma pequena porta na lateral no corredor. Acendi a luz e então percebi que era um das salas que os professores trazem os alunos para conversar e para ficar de detenção. Sentei em um dos sofás quando ele trancou a porta.


— Tem certeza que a gente pode estar aqui?


— Eu não sei, escuta, eu preciso falar com você sem interrupções. Eu queria te dizer que à noite passada foi uma das melhores noites que a gente já tivemos juntos e... bem, você pode me odiar depois do que eu vou dizer, mas mesmo assim, eu preciso dizer.


— Você matou alguém ou algo do tipo? — passei os meus dedos no meu cabelo. Eu realmente espero que ele não esteja levando isso para onde eu acho que ele está.


— Não, Oliver. Jesus. — Jake suspirou, em seguida, sentou-se na mesa ao lado do sofá.


— Então o que foi? Desembucha. — o seu suspense estava me matando.


— Ok, eu sei que você está com aquele cara, agora. Mas...


— O quê? — está bem, eu não devia interrompê-lo tanto, mas ele fala tão devagar quando está nervoso.


— Se lembra quando éramos mais novos? Quando você e eu fomos acampar em dezembro?


— Como eu poderia esquecer? Foi no primeiro ano e eu quase congelei naquela noite! — exclamei, estressado com a lembrança.


Estava tão frio.


— Você se lembra quando a gente se abraçou para se aquecer e quando você começou a chorar por causa da decisão idiota que fizemos em ir acampar e eu te fiz rir? Então, a gente ficou conversando durante toda à noite?


— É definitivamente uma memória. — sorri.


— Oliver, desde aquele momento, eu senti algo que eu nunca tinha sentido tão forte em toda a minha vida. — Jake respirou. —

Naquele momento, eu percebi que eu sou e estou cem por cento, desesperadamente a...


— Oliver Riley, compareça à secretaria o mais rápido possível, Oliver Riley. — do nada, o sistema de som da diretoria soou alto.


— Deus, só pode ser sacanagem comigo? — Jake bateu com a palma da mão na testa e levantou-se. — Podemos falar sobre isso mais tarde.

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