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O sol e a Lua

Talvez seja bom

Talvez seja bom

Feb 16, 2023

This content is intended for mature audiences for the following reasons.

  • •  Physical violence
  • •  Cursing/Profanity
  • •  Sexual Violence, Sexual Abuse
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Lá estava o Sol iluminando o dia. Sentado no seu trono, ele se sentia sozinho.
Ele queria uma companhia que o fizesse sorrir...mas não tinha ninguém. O que sentiam em relação a ele era respeito e medo de vez em quando, ninguém parecia amar ele, a não ser as estrelinhas, mas o amor era fraternal.

Elas são tão pequenas comparadas a estrela maior, o Sol.
As pequenas estrelas, com sua pele clara e tinha algumas com peles escuras. Ela eram tão pequenas e adoráveis! Tanto de personalidade quanto de aparência.

O cabelo curto e branco brilhante, os olhos cianos claros e usavam a mesma roupa roupas, vestidinhos curtos brilhantes.
Elas brilhavam o mais forte possível, tentando encantar o Sol, mas nunca dava certo.

Pense no sol, pele morena, cabelo longo e de cor amarela, assim como os olhos, e usava roupas de príncipes. Tinha uma enorme capa vermelha que ela usava e que sempre que andava acabava derrubando alguma estrela.

De vez enquanto organizavam peças de teatro onde faziam seus espetáculos, como fazer acrobacias e fazer juntas formas diferentes!
As pequenas constelações faziam apresentações sobre a Orion, Ursa maior e etc. Sempre tentaram fazer o Sol sorrir quando triste, e se acalmar quando estressado.

O Sol amava genuinamente e de forma fraternal as irmãzinhas, mas nunca parecia se animar ou acalmar com tudo que elas pobrezinhas faziam. Ele dava sorrisos, obviamente não eram verdadeiros, mas gostava de vê-las sorrir aliviadas e alegres.

Ele cada dia estava mais cabisbaixo com sua falta de amor por alguém. Alguns planetas tinham medo deles, exemplo: Urano e Netuno. Sempre que Netuno o via, se escondia atrás de outro planeta ou estrela, mas costuma se esconder atrás de Urano para se manter longe do Sol. Mercúrio era mais próximo dele... literalmente. Mercúrio gostava dele, mas era como um amor paternal, nada além disso. Vênus se mantinha oculto em relação ao Sol, mas dizia que gostava dele como pai.

O Sol estava no seu trono, ele observava os planetas que estavam em volta de seu Império. 
Ele observava até perceber que deu a hora de ir embora, ele tinha que mudar de posição de vez enquanto, tinha que aquecer e iluminar outras partes dos planetas.

— Sol, está anoitecendo. - Falava uma pequena estrelinha 

— Eu já estou indo. - Respondeu o sol de uma forma grossa.

Sol era alto, pelo menos 2,05. Sua voz era grossa, não tanta, mas boa de ouvir.
Por onde o Sol passava, ele deixava um ar de superioridade e também pavor. 

E as estrelinhas, tadinhas, tão pequeninhas! De 1,20m! Olhe só! Pareciam bancos reais para o Sol se sentar de tão pequenas! Havia dezenas de milhares destas estrelinhas nesse lugar, apenas uma ficando por cima da outra para ficarem altas.

O Sol levantou do seu trono e começou a caminhar para fora de sua sala. 
Ele estava caminhando pelos os corredores onde tinha alguns planetas e as estrelas correndo pra lá e pra cá! Todas animadas, ocupadas e apressadas.
Elas iluminavam aquele corredor para que todos pudessem ver o que acontecia por fora e dentro.

Sol não tinha interesse em saber de nenhum planeta, ele só andava e ignorava a presença deles. Afinal de contas, eles também sentiam pavor do Sol, por que insistir em quem não suporta te ver? 

— Sim, a Lua é muito elegante! - Diz um planeta

— Sorte da terra, não? - Respondeu outro planeta

Sol não sabia porque tinha escutado isso, mas logo não deu importância. Ele apenas caminhava ignorando o que acabou de escutar.
Ele caminhou até outra sala. Lá, tinha mais planetas,Planetas anões e satélites.

Júpiter estava sentando ao lado de Ganimedes e a terra estava ao lado de Lua.

Tinha Makemake e Plutão, sentandos juntos.

— Eu tenho que ir, chegou o meu horário. - Disse uma voz doce

— | Sol assim que escutou de virou para o lado dos planetas. Ele viu uma Lua. A Lua que pertencia ao Planeta Terra, a única Lua do planeta Terra.
Os outros planetas poderiam ter até mais, mas invejavam a beleza da Lua da Terra. Afinal, ela era gentil, linda e amada por todos. Os humanos da terra faziam músicas, poemas, poesias, histórias, contos com ela (inclusive eu sou uma delas rs). Era sempre a mais bonita e a mais desejada, tinha como não invejar? | —

— Ah, é mesmo, Lua! Até mais! - Disse o Planeta Terra 

A Lua saiu do lado de terra e começou a andar em direção a porta, onde o Sol estava perto.

Ela passou calmamente e saiu da sala. Seus olhos azuis lindo e de pupila branca, sua pele clara com sardas. Seu cabelo longo, ondulado nas pontas e de cor branca, e ela está de vestido azul brilhante e sapatilhas brancas.

Ela deixou uma áurea de paz quando passou perto do Sol. Ele não sabia o que estava sentindo..aquelas voz doce....parecia ter hipnotizado o coração do maior.
Ele estava o que nunca tinha sentido antes, como se ele estivesse com o coração batendo mais rápido, ele parecia estar corando...
Ele não sabia que sensação era estranha, mas ele queria que passasse, embora ele gostava.

Lua parecia ter mexido com o coração do Sol, ele só estava parado no mesmo lugar, pensando na bela moça que viu passar diante de seus olhos. 

— Sol, está tudo bem? - Perguntou o Planeta Terra.

— Estou. - Disse o Sol

O Sol tinha se assustado com o pequeno planeta na sua frente. Ele nem percebeu quando ele se aproximou, estava tão concentrado pensando na moça elegante, que nem percebeu o pequeno planeta se aproximar dele. O que era difícil, o Sol tinha uma ótima audição e percepção.

— Tenho que ir. - Disse o Sol e em seguida foi indo pra outra sala.

— | Na verdade, ele foi para um local que mais parecia um quarto. Com uma cama, um criado-mudo do lado, uma janela acima da cama, um suporte para roupa preso ao lado do guarda-roupa, um tapete vermelho para a cama, prateleiras do outro lado do quarto, outro guarda roupa do outro lado, uma janela e uma escrivaninha do outro lado. Ele tirou sua capa e jogou em cima do suporte, e se deitou na cama e novamente começou a pensar naquela bela moça...

Ele não sabia que sentimentos estranhos eram aquele, ele sentia uma emoção muito grande. Ele sentia que precisava ficar com ela, perto dela. Ele tinha se apaixonado, mas era teimoso demais para admitir. Era como prender um culpado em uma cadeia, ele não iria admitir o crime, a não ser no seu último arrependimento, a hora da morte. Isso significa que uma pessoa orgulhosa nunca vai admitir o que sente até se tocar que pode ser grave.

O Sol ouviu alguém bater na porta, exitou em dizer algos em alguns segundos, mas permitiu que entrassem em seu quarto. Embora a visão não seria a melhor de todas! Viria um bola de fogo deitada na cama virada para baixo com botas e tudo.

A porta foi aberta e uma pequena estrelinha que entrou lá. Com seus passinhos curtos e apressados ela foi correndo depressa até ele.

A estrelinha chegou perto da cama dele e tentou subir, mas a cama era alta assim como o Sol. 
Então, o Sol se sentou a cama, pegou a pequena estrelinha no colo e colocou ela sentada do lado dele. Ela não estava no clima(hahaha piadas) mas a estrelinha bem alegre e bem elétrica.

— Estrela, o que sentimos quando estamos apaixonados? - O Sol perguntou de cabeça baixa

— Nós sentimos uma sensação muito boa! Nosso coração fica apertado, nossas bochechas queimam e queremos ficar perto dessa pessoa por muito tempo! - Dizia a pequena estrelinha sorrindo e com uma voz de criança

— E se...eu estiver apaixonado? - Perguntou o Sol com medo

— Isso é muuuito bom! O senhor é um homem triste e precisa de alguém pra animar o teu coração! - Respondeu a pequena estrelinha balançando os pezinhos.

— Mas....se por um acaso eu me apaixonei por alguém que não posso amar? - O Sol disse cabisbaixo

— Não poder amar? Por que não pode amar? Amar é pra todos! - Dizia a pequena estrelinha contente 

— Você não entende, não é? - Respondeu o Sol

— Irmão, não tem isso de não amar! Escuta, o amor foi feito para todos! Se você ama alguém, não perca para ninguém! - Dizia a pequena estrelinha

— • [ O Sol suspirou e sorriu fraco. Suas sombrancelhas começaram a formar um formato de curvas, como se estivesse triste. Mas era uma junção, as sombrancelhas tristes e os lábios felizes, era um um feliz triste que às vezes quase todos podemos sentir. É assim que alguns apaixonados se sentem, como se o coração e a mente lutassem pela razão. É feliz por se sentir confortável por alguém, é triste por pensar no fim que tudo pode acabar. ] • —

— Viu? Se declare antes que a perda! - Diz a pequena estrelinha abrindo um sorriso largo

— Eu irei fazer isto, ou pelo menos tentar. - Disse o Sol meio calmo. Ele se sentia desconfortável com si próprio e sua insegurança.

O Sol está meio a meio. O coração dói por amor, e a mente se dói por razão. Ele pegou a estrelinha no colo, que estava alegre e saiu do quarto. O Sol saiu andando meio trêmulo indo falar com a deslumbrante Lua. Era meio difícil quando uma parte de si dizia para desistir, e outra parte dizia para insistir. 

O Sol queimava de medo e de pressão da próprio mente...

— Espere.... - Sol disse parando de andar e olhou para estrelinha.

— O que? - Perguntou a estrela

— O que eu vou dizer para ela? E se eu estragar tudo!? - Perguntou o Sol preocupado 

— Calma, você tem que ser sincero e romântico! - Respondeu a pequena estrelinha

— Como eu serei romântico? Eu não tenho jeito pra isso! - O Sol revirou os olhos

— Deixe seu coração falar! O coração é a base das ações! Se o coração ama algo, ele mesmo tem o prazer de falar! - Disse a estrela

— Eu não sei como fazer isso! - O Sol falava ainda nervoso com a idéia 

A estrelinha se ajeitou no colo dele e deu um selinho do nariz dele. A estrela sorriu e segurou o rosto do sol com as mãozinhas pequenininhas.

O Sol se surpreendeu a ação da estrela. Ele não esperava isso de ninguém. Que rude e triste que ele fosse, ele não esperava que ninguém o apoiasse tanto.

— O nosso coração mostra o nosso caráter! E eu sei que o seu coração vale mais que todas as riquezas do mundo! - Disse a pequena estrelinha

O Sol sorriu e deu um beijinho na bochecha da estrelinha.
A estrela sorriu de volta, ainda mais brilhante e contente!

— Certo, precisamos saber onde ela fica. - Disse a Estrela maior 

— Eu sei onde ela fica! Às vezes eu vou lá fazer apresentações para ela! - Respondeu a contente estrelinha 

— Sabes? O que fica? - Perguntou o Sol

— A sala onde ela fica, está localizada um pouco da direita da sua, eu te levo! - Disse a pequena estrelinha 

A estrela menor saiu do colo do Sol, ficou em pé do lado dele, pegou a mão do Sol e saiu correndo de mãos dadas com ele naquele corredor.

Eles viraram para mais um corredor, onde a estrelinha parou em uma porta grande, aquelas que não têm maçaneta, é apenas para empurra, e quando empurra, ela balança de um lado para o outro até voltar ao normal.

A porta era azul marinho e no meio dela, tinha pintada uma lua minguante.

— É aqui onde a Lua fica! - Disse a estrelinha

O sol suspirou algumas vezes. Ele estava com medo e ansioso. 

Ele encostou uma de suas mãos na porta e esticou os dedos. Ainda com a mão na porta, ele arrastou devagar a mão um pouco baixo.
Ele fechou um pouco os dedos, não estava tão confiante do que iria fazer.

Ele olhou para baixo e viu aquela pequena estrela brilhando para ele.
Ele tomou coragem, chamou pela Lua que lhe mandou entrar.

Ele pegou a estrelinha no colo e entrou na sala.

Lá, estava a Lua sentada no chão, sorrindo com outras estrelas ao seu redor.
Ela, a Lua, estava no meio, e algumas estrelas do lado dela, no colo dela e as vezes algumas estrelas sentadas em seu ombro enquanto mexiam seu cabelo.

A Lua, diferentemente do sol, era mais sociável! 
A Lua era mais amigável, simpática, e sorridente. O Sol dificilmente sorria ou mostrava empatia pelos outros. A Lua transpirava paz e segurança para as estrelas, já o Sol era quente e mostrava um ar de superioridade, mesmo com suas irmãzinhas.

— Eu iria começar a contar outra história para elas. - Disse a Lua, sorrindo

— Ah, mil perdões! - Respondeu o sol sem jeito

— Ah, está tudo bem! Não queres se sentar para ouvir? - Perguntou a Lua, ainda sorrindo

— Ah, sim! - Disse o sol imediatamente se sentando no chão e deixando a estrelinha do lado dele

— Então, havia uma linda princesa....- Lua contava aquela história

— A Lua contava e o Sol escutava. Ele prestava tanta atenção no que ela dizia e fazia. Ele não queria tirar os olhos do olhar dela, do sorriso, dos gestos dela.
Ela era tão perfeita em tudo.

— E essa princesa gostava muito de estudar! Seus irmãos mais velhos ensinavam a ler escondido! — A Lua então fez um "shhh" e todas as outras estrelinhas imitaram ela. O sol não pode deixar de sorrir ao ver aquela cena tão adorável de suas irmãzinhas pequenas.

— Depois de aprender a ler, ela fingia que não sabia! — A Lua olhou em volta, fazendo gestos de confusão e novamente as estrelinhas a imitavam, sorridentes. Naquela sala era uma energia calma, e sem nenhuma adrenalina ou algo pesado e negativo. As pequenas estrelinhas gostavam disso.

— Depois a princesa disse: — "Não quero me casar com ninguém, eu quero ser livre" — Contou a Lua, logo fazendo uma pose de bravura. — E então o rei, o pai dela disse:
— "Mas você não tem escolha! Você será vendida para um príncipe que nos dará muito dinheiro e prosperidade" 

— Mas e então chegou a Rainha, e ela gritou:
— "Minha filha não será funcional como mecanismo de compra! Será que não entende!?" — Lua contou e as estrelinhas fizeram um rosto de surpresa.

— A rainha é muito corajosa! — Comentou uma estrelinha, e logo recebeu a afirmação das outras. 

— O rei então se esgueirou pelos cantos e gritou: — Não permito e nunca permitirei tal rebeldia em meu reino! — E a rainha respondeu com firmeza e sem qualquer medo: — Então irei embora junto de minha filha, não vou ser baixa a homem nenhum e minha filha também não.

— O rei, logo depois sacou a espada! — Lua contou enquanto as estrelinhas se agarram de medo e o Sol nem prestava atenção na estória; — O rei disse em prantos: — Então que saíam logo, não quero saber de vocês duas nunca mais em toda a minha vida….

— E o que aconteceu depois, Lua? — Um estrelinha se aproximou. — Elas ficaram bem?

— A rainha e a princesa pegaram suas coisas e foram embora do reino! Elas foram acolhidas por uma mulher bondosa que ensinou tudo sobre Luta, medicina e culinária a essas moças. — Lua fechou o livro e o colocou no chão. — E o rei malvado ficou sozinho! Como ele era muito malvado, as pessoas não aceitavam mais o reinado dele e ele foi expulso para sempre da realeza!

— Ele mereceu, ele foi ruim! — Uma estrelinha cruzou os braços.

— O Sol nem notou que havia havia muitas estrelinhas deitadas e sentadas perto dele, e algumas no seu ombro, cabeça, pés etc. Ele ficou tão concentrado em olhar a Lua que nem na história ele prestou atenção. Ele olhava para ela e sentia algo totalmente diferente. Ele não sabia o que era, mas era totalmente diferente do que havia sentido antes. 
   A Lua então se levantou, e as estrelinhas se despediram dela e foram embora para suas caminhas. 

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