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O Cavaleiro Que Queria Se Salvar

O encontro inesperado, vilão e herói...

O encontro inesperado, vilão e herói...

Jul 08, 2023


Ao fim da tarde quando voltei para a casa dos Ozzi, Penélope me olhou no fundo dos meus olhos e disse:

一 O seu quarto ainda não está pronto, vai ter que dormir novamente do celeiro.

Já estava conformado, agora estava até entendendo o porquê de Demetri ter optado por ser um vilão.

Ela nem me convidou para jantar, então apenas constatei que não era uma opção. Então fui direto ao celeiro frio e me deitei novamente sobre o feno e esperei o sono chegar.

Na madrugada seguinte escutei um barulho ao meu lado e logo perguntei:

一 Garoto anjo, é você?

一 Sim, sou eu. E você não foi para o palácio hoje, eu te esperei. 一 dizia a voz rouca me fazendo arrepiar.

一 Tecnicamente eu fui, apenas não para onde queriam. 一 dizia o que era uma meia verdade.

一 Por que está dormindo aqui? 一 ele me questionou.

一 Penélope me disse que não tem um quarto para mim ainda. 一 respondi sem ânimo algum.

一 Aquela mulher! Você está sendo negligenciado. Você tem que os denunciar indo até o príncipe herdeiro. 一 O garoto anjo dizia em um tom de raiva mexendo suas asas se fazendo um vento gelado me fazendo arrepiar ainda mais.

Não gosto da ideia de encarar o príncipe, segundo a história, seu ar era frio quando se tratava do nosso querido Demetri desde o dia em que foi para a capital, sem contar a grosseria e humilhação que o fizera passar. Quero dizer a todos a sua volta o faz passar. Então o digo tentando desconversar:

一 Não, não... Entre passar essa humilhação com os Ozzi e passar com o príncipe herdeiro Zadiel, prefiro ficar aqui mesmo.

一 Ele não faria isso... 一 ele me respondeu como se aquilo fosse uma acusação a si mesmo.

一 Não tem como saber, afinal menino anjo, qual é o seu nome? 一 perguntei mudando de assunto.

一 Meu nome é... Casspion Griff. 一 disse o garoto anjo, que agora já havia um nome.

E isso bastou para me deixar tenso, Casspion é o filho bastardo do Rei, ele é Zadiel não se dão muito bem no começo, mas sua amizade com o príncipe é mais pura que a de Roy.

Me sinto de certa forma animado e então o pergunto sem nenhum motivo aparente:

一 Você é o cavaleiro?

一 Sim e não vou arrancar sua cabeça ou algo do tipo. 一 Casspion dizia soltando uma risada gostosa de se ouvir.

Mas ainda sim tinha um certo receio e o perguntei:

一 Você, você não me odeia?

一 Você acha que se eu te odiasse viria aqui toda a noite? 一 Casspion dizia com um certo sarcasmo.

一 Você tem um bom ponto. 一 sussurrei já sabendo que ele me ouviria.

一 Eu sempre tenho, procure sua majestade. 一 Casspion me respondeu bem convencido.

一 Irei te procurar. 一 foi tudo que disse antes do sono me bater.

一 Irei te esperar perto da fonte. 一 Casspion dizia em um tom de voz sereno e não precisava o olhar para saber que estava me encarando.

一 Vou te encontrar lá então 一 disse embriagado pelo sono.

一 Volte a dormir. 一 Casspion disse por fim.

Sentia novamente aquela sensação de segurança e o sono veio como se nunca tivesse saído.

Tive um sonho com a minha vida passada, eu estava em uma boate junto de Chiara depois do serviço, era uma sexta, estávamos com nossos amigos e Octavian nos falava que se um dia fôssemos morrer, iríamos morrer juntos e isso foi um tanto quanto irônico.

Na manhã seguinte acordei suando frio e a mesma brisa fria arrepiava a minha pele. Casspion havia me deixado novamente.

Agora já sabendo quem era me sentia menos às cegas, Casspion é um bastardo do rei. Ele também tinha asas de demônio, mas diferente de Zadiel ele tinha um ar mais simpático. Seu cabelo era cheio de cachinhos.

Com certeza iria ao seu encontro durante a tarde.

Ao me levantar vou em direção a residência dos Ozzi e escuto barulhos de discussões uma voz grossa soava bem irritada:

一 Porque você mandou o garoto dormir no celeiro! Nem os criados dormem lá, sabe que se Hazael souber disso ele vai te fazer pagar?

Ele era um homem de meia idade com alguns fios de cabelos brancos, sua barriga era grande e seu bigode era bem fino.

Diferente de Penélope, que era uma mulher por volta de seus 45 anos, seu rosto era fino, cheio de marcas de expressão e sempre usava o cabelo preso em um coque no topo de sua cabeça com vestidos de mangas longas.

一 Aquele moleque é um demônio, você não ouviu os rumores que o assombram? Ele é louco. 一 ela dizia como se isso o que fez não fosse algo errado.

一 Isso é apenas boatos. 一 Devi dizia com um olhar indignado.

一 Boatos? Tinha um sapo dissecado nas coisas dele. 一 Penélope exclamava como se aquilo fosse crime.

一 Traga ele para dentro da casa imediatamente! 一 Devi mandava a olhando.

一 Não será preciso, olha ele bem aqui. 一 dizia Penélope apontando em minha direção.

一 Olá, Devi? 一 digo muito envergonhado.

Devi sorriu para mim de maneira simpática e me respondeu de maneira educada:

一 Já faz um bom tempo, peço desculpas pela falta de modos de minha irmã, mas te garanto que isso não vai acontecer novamente.

一 Ah, bem... 一 disse sentindo o meu rosto esquentar.

一 Já tomou o café da manhã? Se não vamos tomar juntos é depois vamos para a minha sala de criações. 一 Devi dizia já me puxando para a grande sala de jantar que eles tinham.

Apenas sorri estava realmente com fome e minha barriga estava roncando:

一 Claro, vamos tomar um café bem reforçado.

Me sento ao lado esquerdo de Devi e de frente para Penélope que não me encarava, pela primeira vez desde que cheguei tomei o meu café com gosto.

Ao terminar segui Devi até a sala de onde ele criava seus antídotos, era uma sala cheia de ervas, líquido e livros. Era uma sala bem grande considerando que era o porão da residência, sua iluminação era ótima e a sua organização não deixava a desejar.

一 Aqui meu pequeno demônio é onde a magia começa! 一 ele me chamava mostrando uma poção dourada em um pequeno frasco.

Ele a coloca em minhas mãos e eu pego e fico olhando com muita curiosidade e então o pergunto:

一 O que é isso?

一 Esse é um antídoto chamado "Chamas da Cura" 一 Devi dizia me fazendo lembrar dos acontecimentos da história original.

Devi foi morto por traição, ele dizia tudo o que descobria para o seu discípulo que por suas costas usava todo o conhecimento para o mal.

O Beijo da Morte, era assim que se chamava o veneno que foi trocado pelo "Chamas da Cura", e não me lembro bem para que era aquela poção e o questionou por fim:

一 E qual é a sua finalidade?

一 Ele cura pequenos ferimentos 一 Devi falava como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

Vejo o seu diário em cima da mesa, ele estava aberto em uma página que falava sobre híbridos de humanos serpente, era um estudo dizendo que poderia reverter a sua natureza.

Devi se aproxima de mim e diz pegando o seu livro:

一 Esse estudo ainda é apenas uma teoria, nada aqui é certo.

Após algumas explicações sobre poções que curam veneno, depois disso ele me levou para o segundo andar e me mostrou um quarto. Era bem confortável, tinha uma cama, escrivaninha, uma cômoda e três prateleiras. E Devi me disse:

一 A partir de hoje você passa a dormir aqui.

一 Obrigado. 一 agradeci por não ter mais uma noite de sono entre as ovelhas e o anjo.

一 Bem, agora eu tenho que ir, sabe como é a vida de curandeiro. 一 Devi falou saindo de meu novo quarto.

Tinha muito o que arrumar e o Demetri não tinha um gosto bom para esse tipo de livros...

Assim que arrumei minhas coisas saí da residência e comecei a ir em direção ao palácio, queria encontrar Casspion novamente, ele me agradava e com certeza seria meu amigo.

E eu precisava de um amigo que soubesse lutar, Yani não fazia nada se fôssemos atacados por um monstro em nossa aventura e eu provavelmente seria o primeiro a ser morto.

Ao chegar perto da fonte fico admirando a paisagem, o castelo era maior de perto, feito de pedras cinzas e com algumas bandeiras de grifo penduradas, em seus muros tinham guardas em toda parte.

Enquanto olhava para o castelo tentando desvendar o seu segredo sinto um frio na espinha e então logo me viro e encontro um par de olhos acinzentados ferozes me encarando, suas asas era como a de um dragão com pequenas pontas afiadas, seu cabelo era castanho escuro da altura de seus ombros, seu porte atlético e seus braços cruzados sobre o peito, usava uma calça preta, uma blusa branca com um sobretudo preto por cima. Era Zadiel Foss, o protagonista que me encarava como se esperasse que eu dissesse alguma coisa e então o digo:

一 Olá?

Ele não, por que justo ele? E por que ele estava me olhando com uma certa expectativa?

Zadiel me olhava de cima a baixo e perguntou de maneira simpática:

一 Olá? Você está procurando por alguém?

一 Sim, estou procurando por Casspion Griff. 一 disse o que era a verdade, estava esperando por ele.

一 Ele não virá, me pediu para vir em seu lugar. 一 Zadiel dizia com muita calma.

Casspion traidor, que vontade de o estrangular.

一 Ele pediu? 一 o perguntei na esperança de receber um não, mas o que eu ouvi não foi algo do meu agrado.

一 Sim, disse que era um assunto do meu interesse.

Zadiel me olhava com uma certa seriedade, enquanto eu apenas queria matar Casspion por me trazer esse problema.

一 O que eu posso ter que o príncipe herdeiro possa se interessar? 一 perguntei me fazendo de desentendido.

Zadiel arqueou as sobrancelhas e me olhou como se dissesse "sério mesmo que você me perguntou isso?" E disse por fim sem nenhum nó:

一 Você está sendo maltratado pelos Ozzi e isso já basta.

一 Como sabe disso? 一 perguntei o olhando fixamente.

一 E-eu sei pelo que o Casspion me disse 一 Zadiel dizia batendo suas asas.

一 Ah, sobre isso, já estou melhor lá. 一 respondi de maneira séria, era verdade isso pelo menos.

Zadiel se sentava na beira da fonte me encarando com uma certa curiosidade e me perguntou de maneira amigável:

一 Bem, soube que Devi Ozzi voltou, como ele está?

一 Devi está ótimo como sempre. 一 respondi me sentando ao seu lado, estava cansado de ficar em pé.

一 Tem alguma coisa que você queira fazer? 一 Zadiel me questionou meio receoso.

Sumir daqui?

一 Não, não... 一 disse achando que ele iria me dispensar de imediato.

Ele então olhou para o céu e depois para mim já se levantando dizendo:

一 Vamos dar uma volta pelo palácio então.

Não tive tempo de responder pois fui arrastado por ele em direção ao grande jardim real que havia em nossa frente.

Passamos por uma espécie de jardim-labirinto de rosas douradas, ele era muito confuso, mas como Zadiel já tinha conhecimento do labirinto apenas o segui até sairmos em uma área com uma fossa com um balde amarrado em uma corda. Ao nos aproximamos vimos uma figura de fios avermelhados com uma armadura muito brilhante que sorria ao ver Zadiel e se aproximou dizendo:

一 Sua majestade real! Já faz um bom tempo desde quando o vi.

Roy parecia ignorar a minha humilde existência, bem eu não me importava muito com isso, só não queria que ele me matasse.

一 Roy, já faz um bom tempo. 一 Zadiel o respondeu soltando um longo suspiro.

Roy me olhou de cima a baixo com um ar de desprezo e disse:

一 O que vossa alteza real está fazendo com ele?

一 Estou lhe mostrando o castelo. 一 Zadiel lhe disse de maneira simples.

一 Mas não poderia pedir para um servo fazer isso? 一 Roy o questionava incrédulo.

一 Eu que me ofereci para mostrar, algum problema? 一 Zadiel o dizia com uma certa calma que era assustadora.

一 Problema algum. 一 Roy respondeu coçando a cabeça pelo incômodo da pergunta.

一 Nos vemos no treino depois então. 一 Zadiel falava voltando a me arrastar pelas redondezas do palácio deixando Roy com cara de tacho.

一 Claro... 一 foi a última coisa que consegui ouvir ele dizer o resto saiu com uma reclamação silenciosa.

Ao tomarmos uma boa distância soltei um suspiro dizendo:

一 Ele parece ser meio intenso.

一 Roy Borgunvil é uma boa pessoa, as vezes só tem a visão errada sobre algumas pessoas. 一 Zadiel dizia com se aquilo fosse algo relacionado a personalidade do amigo, o que eu não duvidaria nem um pouco.

一 Eu percebi... 一 sussurrei para mim mesmo.

Acho que minha cara de tédio não passou despercebido por Zadiel que começou a puxar assunto:

一 O que pretende fazer nos próximos meses?

Zadiel me olhava com uma certa expectativa e bom, pensando nas possibilidades futuras dele me matando a qualquer deslize meu... resolvi contar o meu plano de me manter longe do todo poderoso herói:

一 No próximo mês eu irei sair em uma viagem para conhecer mais sobre os híbridos.

一 No próximo mês? Bem seria bom se levasse alguém junto. 一 Zadiel falava me olhando com se eu tivesse falado uma loucura.

一 Eu irei com a senhorita Yani McCann. 一 disse de maneira simples.

Yani McCann, como posso dizer, minha amiga Chara vai ser uma companhia super agradável. Mas logo escuto a voz de Zadiel soar pelos meus tímpanos:

一 Essa viagem não me parece muito adequada... Seria bom se levasse mais alguém junto.

一 Estava pensando em chamar Casspion para nos acompanhar. 一 disse bem positivo sobre isso, Casspion não é um personagem relevante até o acontecimento das Torres de Mármore.

一 Ele vai estar ocupado no próximo mês com as coisas da princesa Miranda Ellen. 一 Zadiel dizia com uma certa rapidez.

Miranda Ellen, como posso dizer, o par romântico final de Zadiel? Ela é importante desde o começo, a única interação com Casspion foi quando ele não sabia se ajudaria Bjorn com o seu plano ou tentaria o impedido.

O que não via sentido sobre mandar Casspion escoltar Miranda a essa altura, mas o disse já sabendo que ele provavelmente queria que eu morra:

一 Bem, então vamos apenas nós dois.

一 Talvez... Eu posso ir com vocês. 一 Zadiel dizia com uma certa incerteza.

Esse não seria o melhor cenário, eu o vilão indo ao encontro de outro vilão com o herói da história. Sabe como isso pode ser complicado caso o Bjorn já tenha um pensamento genocida? E então digo a coisa mais racional:

一 Não precisa se incomodar, eu irei me dar bem nessa viagem.

一 Mas... 一 Zadiel é interrompido graças aos sei lá o que.

Era uma voz fina e calma que falava de maneira zangada:

一 Finalmente te encontrei! Estava te procurando há um bom tempo.

一 Candeladra, eu estou ocupado agora. 一 Zadiel disse a encarando.

Candeladra era a mais nova entre os três irmãos, a única princesa do Reino e a única com asas de penas negras, sua pele era mais bronzeada e seu cabelo era castanho com algumas mechas douradas, ela usava uma calça de treinamento preta e uma blusa de gola alta.

Candeladra parecia estar super zangada com o irmão e começa a falar de maneira super expressiva:

一 Estou vendo, você é um cara de pau! Mandando o pobre do Casspion se matar de trabalhar procurando um anel que está na sua mão?

Ela apontava para o anel de pedra verde na mão esquerda do irmão...

Pobre Casspion, ele era feito de bobo pelo irmão...

Zadiel fechou os olhos ficando com o rosto corado de constrangimento e diz abrindo suas asas de maneira raivosa fazendo uma brisa gelada bater contra a minha pele:

一 Candeladra... Corra!

Candeladra começa sorrir com um sorriso zombeteiro e começa a voar dizendo a Zadiel:

一 Irmão, tchau!

一 Muito ocupado... 一 comentei o olhando.

一 Não é só isso que Casspion está fazendo... 一 Zadiel começou a se justificar e estava buscando a palavra certa.

一 Não disse nada 一 falei dando uma risada de sua confusão. 一 vamos continuar o nosso passeio.

一 Vamos sim. 一 Zadiel disse andando em direção a uma grande árvore.

Se não me falha, a memória é a mesma árvore onde Bjorn quase o mata no futuro.


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Aline A.

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