Please note that Tapas no longer supports Internet Explorer.
We recommend upgrading to the latest Microsoft Edge, Google Chrome, or Firefox.
Home
Comics
Novels
Community
Mature
More
Help Discord Forums Newsfeed Contact Merch Shop
Publish
Home
Comics
Novels
Community
Mature
More
Help Discord Forums Newsfeed Contact Merch Shop
__anonymous__
__anonymous__
0
  • Publish
  • Ink shop
  • Redeem code
  • Settings
  • Log out

Vamos criar um clube, Pandinha!

Março (Parte 4)

Março (Parte 4)

Sep 06, 2025

-Caramba, não parece que ele tá meio ferrado?
-Sim, mas não aparenta estar insatisfeito de estar com ela.

Observando os dois ao longe, Castus percebeu algo quando
focou em Carol segurando a mão de Pedro.




-Linda...
-Hm?
-Vamos embora?
-O-o que? Ah, bem já tá tarde, mesmo.
O semblante sério de Castus faz Linda pensar:
-“Que homem lindo...”.

...Vou nem comentar.
Apesar desse pensamento inicial, ela logo notou que algo
aconteceu com sua amiga relacionado aquele outro
personagem.

-“Espero que esteja bem, Carol.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

-Então foi uma coincidência do destino.
-É, eu sequer iria sair de casa hoje.
-Você deveria tomar mais cuidado. Como é que você já
chega puxando alguém que você nem sabe quem é pra brigar?
-Foi instintivo, além do mais, quem não faria nada naquela
situação?
-Mesmo assim...
-E outra, pra começo de conversa, era pra eu estar de
dando sermão, não? Quem é o louco que sai com quem não
conhece?
-Ele é amigo do Radioji, então...
-Não importava de quem fosse amigo, você sequer tem um
conhecimento sobre defesa pessoal e mesmo assim sai por aí
andando com um estranho, você é idiota por acaso?
-Olha quem fala! O que caramba você tava fazendo
andando por aqui? Não é pior tomar uma facada do que quase
ser assediada?!

As pessoas no estabelecimento olharam para a dupla de
jovens.

-XIIIUUUU! Ficou maluca?!
-Desculpa.
-Você não consegue sequer perceber o tamanho do perigo
que você estava inserida, bocó?
-Não consigo mesmo, como que é pior do que o que
aconteceu com você?
-P***a, Carol, cê é muito burra quando se trata de
reconhecer o valor das coisas.
-Acabou a minha vida agora, estou levando sermão logo de
quem mais se culpa das coisas.
-Pelo menos consigo diferenciar e balancear o valor das
coisas.
-Tá, tá, empreendedor.
-De qualquer forma, é estranho você começar a aceitar a
sair assim, do nada.
-É, aconteceram algumas coisas...
-Saquei...

O silêncio se instaurou e o clima ficou estranho
.
-Posso perguntar o que foi?
-Bem, você vai achar besteira.
-Dependendo do que seja.
-Você não consegue prometer?
-...

Os olhos trêmulos de Carol chegaram a mente de Pedro,
que, pela primeira vez em tempos, decidiu escutar sem falar
nada.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Eu lembro de pouco da época, talvez por ter sido pesado pra
uma criança, meus pais quiseram esconder a verdade sobre a
minha irmã mais velha, Marle Pandarim. Minha irmã era
alguém forte, carismática e gentil, mas, em um dia, há quatro
anos, ela faleceu na minha frente em um acidente. Por ter
visto aquela cena, talvez tenha sido tão traumático que acabei
bloqueando minha memória instintivamente.
Todos os anos eu e meus familiares íamos ao túmulo dela,
virou uma espécie de tradição em seu aniversário. Mas, esse
ano, por algum motivo, meus pais não quiseram ir no último
fim de semana que era a data. Fiquei com raiva daquilo, já que
não havia motivos para não irmos. Me tranquei em meu
quarto por bastante tempo, pensando “como eles conseguem
falar dessa forma?”.

-E cá estamos nós.
-...Você passou por uns maus bocados.
-É, acho que sim.
-Que tal ir no próximo fim de semana?
-Hm?
-Você ainda quer ir, não é?
-Sim, eu quero...
-E então?
-É bem estranho isso vindo de você.
-Panda, não é como se eu não tivesse nada haver com você,
não é?
-... Por quê?
-Hm?
-Por que você quer ir mesmo não tendo relação alguma
com ela?
-Você não vai conseguir ir sozinha. Além do mais...

Tomando seu café(sim, um café após um refrigerante, um
idiota completo), ele olha para Carol, com um semblante
calmo e melancólico.

-Eu meio que devo desculpas...
-Hm?
-...
-Hã?...
-Hein?! Você tava se culpando por aquilo ainda?!
Hahahaha!!!
-Po**a, Panda, para de rir. Não é como se você se
importasse com aquilo de qualquer forma!
-Sim, sim, haha, ai, você é uma figura...

Sendo a primeira vez que Pedro havia visto Carol
literalmente gargalhar, ele sente um alívio em seu peito,
sorrindo com seu olhar melancólico.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Dois jovens do segundo ano conversando no fim da tarde
em um terreno baldio cercado com vista ao rio. O vento fraco
balançava a fumaça de o que aparentava ser uma pilha de lixo.

-Ei, Castus.
-Hm?
-Por que você tem umas amizades assim?
-Não entendi.
-Pessoas como eu e aquele Pablo.
-Na verdade, aquele cara era só um colega meu. Não dá pra
chamar de amigo.
-Saquei...
-Pedro.
-Hm? Que foi?
-Se eu te contasse as mentiras em que vivo você
continuaria falando assim comigo?
-Se for só as mentiras, não. Não dá pra saber como é a
verdade somente pelas possibilidades.
-Entendo.

O vento soprou mais forte.

-Ei.
-Hm?
-Pode ser repentino, porém...
-O que?

Castus virou-se para Pedro, com o rosto sério.

-Eu quero entrar no clube de artes.

O som de estralo vindo do lixo foi a única resposta por um
tempo.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

-Ei, Carol, o que aconteceu com você e o Pedro que do nada
estavam juntos sábado?
-Ah, bem, sabe aquele Pablo? Ele tentou me levar pra um
motel à força. O Pedro apareceu do nada e deu uns chutes
muito legais nele.
-Ah, então foi isso... Espera, ele tentou fazer o que?!
-Na real, ele queria me assediar, eu acho.
-Você acha?! Nossa, ainda bem que o Pedro apareceu
então. É impressionante você tratar isso com tanta
indiferença.
-Ele disse a mesma coisa...
-E depois disso, vocês fizeram o que?
-Deixamos aquele cara jogado no chão e fomos a uma
lanchonetezinha.
-E não acionaram a polícia?
-Ia dar muito trabalho.
-Poderia dar, mas deveriam ao menos fazer isso, né?!
-Ah, já passou, deixa pra lá.

Linda suspirou, tirou seus óculos e começou a limpá-los. De
alguma forma, parecia estar séria, mesmo com o mesmo
semblante, apenas mudando seus olhos que agora estavam
estreitos para tentar enxergar algo.

-Depois falo com o Castus sobre isso...

Colocando os óculos de volta, ela também voltou ao seu
sorriso de sempre.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

As duas calouras conversavam enquanto almoçavam no
refeitório.

-Sério que isso aconteceu?
-Sim, sim! Ele não é uma gracinha?! Foi todo atencioso
comigo e tals. Aiiiinnnn! Só de lembrar me deixa acanhada!
-Linda, desculpa por ter feito aquilo. Foi um ato sem
pensar, eu estava estressada com alguns problemas pessoais,
não deveria ter descarregado em você. Novamente, desculpa.

O clima parecia haver pesado, mas, a garota excêntrica,
olhou para sua amiga, deu um grande sorriso e disse:

-Que nada! Eu deveria agradecer! Acabou dando uma baita
ajuda, a gente ficou sozinho por um tempão.
-Hein...
-Você é o que? O Kevin De Bruyne no auge?
-Sei nem quem é esse...
-É um jogador muito gatinho, ele parece um...
-“Pelo visto, as coisas não mudaram entre eu e ela.”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Os preparativos simples para a páscoa contava com a ajuda
de duas pessoas muito proativas... Pelo menos, uma delas era
proativa, a outra já não se pode falar o mesmo.

-Ei, Jackson, isso daí é pra lá!
-Tá bom! Ei, vocês dois, parem de conversar e bora
terminar isso logo!

Jackson e Estela ajudavam na decoração humilde do grêmio
estudantil. No fim do dia, eles já haviam terminado.

-Uff! Caramba! Que canseira! – disse Jackson, sentando em
um banco.
-Toma, aqui. – disse Estela com uma garrafa d’água em suas
mãos.
-Opa, valeu.
-Terminamos, né?
-Sim... Deu mais trabalho do que a gente imaginou.
-Hehe, verdade.

Os dois ficaram quietos por um tempo olhando para a
decoração finalizada.

-Ano que vem você é quem vai ordenar tudo isso. – diz
Jackson.
-É, vai ser eu.
-Aí eu não vou precisar trabalhar nesse tipo de coisa.
-...Sério?
-Sim, ué. Eu não vou fazer parte do grêmio.
-E quem é que vai ser meu vice?
-Hm? Ah! Não, não, você merece alguém menos preguiçoso
que eu.
-Jackson, você não é tão preguiçoso quanto parece.
-Ora, vamos, tem muita gente melhor que eu.
-Eu não acho isso.
-Hã?
-Você é muito atencioso, calculista e inteligente. É isso que
te faz a melhor escolha.
-Sério, Estela, eu só sou assim porque você tá comigo e é
apenas nós dois cuidando de uma sala, talvez por isso eu
acabe tentando mais do que o normal. Mas, em um grêmio, eu
não vou precisar me esforçar tanto assim, mostrando que, na
verdade, só tive sorte de cair na sua turma e ser o seu vice.
-Você deveria acreditar mais em si mesmo, sabia?
-Corta essa, sendo eu ou não você vai se sair bem.
-Mas eu quero que seja você. Se for só por ser apenas nós
dois o motivo de você se esforçar tanto, então a gente pode
continuar assim.
-Nem ferrando, você tem muito a conquistar ainda, só vou
atrapalhar.
-Caramba! Como você é teimoso!
-Sim, sim, sou muito inflexível.
-Mas eu tô falando sério aqui, entendeu? Dá pra pensar
nisso pelo menos?

O rosto belo de Estela estava com uma expressão triste, o
que fez Jackson ceder.

-... Tudo bem, mas não garanto nada.
-OKay, acho que já podemos ir embora, não é? – mudando
para seu sorriso típico.
-Sim, sim.
O rapaz levantou e começou a seguir os passos da moça
considerada o grande partidão de todos os meninos da escola.
-“Essa menina me faz pensar em coisas que não deveria e
ainda assim age com essa naturalidade. No fim, sou só mais
um pra ela realmente. Não deveria ter criado expectativas.
Como diria Nietzsche: ‘a esperança é o pior dos males. ’”

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

-Ei, Kitani.
-Hm? O-oi...
-Você pode fazer essa atividade pra mim? Por
favorzinho~~~
-Cla-claro!

Ayla Kitani, da sala dois, começou a se enturmar com seus
colegas. Em pleno intervalo de almoço, a garota que passava
ao seu lado com algumas amigas e entregava três cadernos
mesmo com a novata ainda terminando seu almoço, era Miha
Rhamanazani, alguém que muitos odiavam e outros gostavam.

-“Sério isso? Elas não têm capacidade de responder isso?”

Isso era o que ela pensava, mas não externava suas reais
impressões.
No intervalo da tarde, o grupo puxou Ayla para um local
mais isolado. Lá, elas começaram a empurrá-la contra a
parede por terem perdido nota pelas respostas que Ayla havia
colocado, ou melhor, pelas respostas que ela não escreveu.

-Agora a p***a do professor Gomis vai me encher o saco
pra tirar nota alta na prova, você tem noção disso, garota?!
-S-s-s-sim...
-Para de gaguejar, caramba! O que você vai fazer pra
compensar, hein?
-A-a.... Hmmm...
-FALA ALGUMA COISA!

A garota levantou seu braço prestes a bater na novata.

-Irgh!
-Ei!
-Hã?
-Dá pra vocês fazerem mais silêncio aí? 
-Gulp!



O garoto loiro acocorado escondido no canto escuro com
um cigarro em suas mãos amedrontou as meninas.
-P-Paul? Oi, desculpa aí, a-a gente não queria te atrapalhar.
-Tsc! Tanto faz, só não faz ela gritar tanto. Sei lá, tapa a
boca dela com algo.
-Boa ideia.
-N-não!
-Nem adianta resistir!

Amarrando a boca de Ayla, as garotas começaram a
espancá-la. Apenas observando aquilo, Paul Scabanes fumava
escondido sem soltar uma única palavra.
O grupo, depois de terminarem seu “trabalho”, foi embora,
deixando Ayla e Paul sozinhos. A garota ficou caída alí por um
tempo, o delinquente continuou olhando-a naquele estado
lamentável. Até que ele começou a ouvi-la tentar falar algo.

-Ei, vamos, levanta menina. O intervalo tá quase acabando.
-Grrrr...
-Tsc! Sério, vai ficar aí deitada?
-...Sniff...

A menina começou a chorar e Paul, apagando seu cigarro,
aproximou-se dela.

-Ora, vamos, é culpa sua por ter as irritado tanto.

Tirando o pano que tapava sua boca, a garota continuou
deitada e chorando.

-Se continuar assim, no chão, alguém vai pensar que você
tá drogada.
-Por quê?
-Hã?
-Por que isso tem que acontecer comigo?

Com a pergunta repentina, Paul não respondeu, apenas
coçou a cabeça.

-Por que... Ninguém veio me ajudar?
-Porque ninguém se importa em ajudar, é mais fácil apenas
ignorar a dor alheia, sabe?
-...Sniff...

Pensando em uma forma de fazer Ayla se levantar, o garoto
começou a falar sobre um certo alguém que não o ajudou.

-Eu também tive uma pessoa que não me ajudou quando
eu caí desse mesmo jeito. Essa pessoa apenas me olhou com
olhar de desprezo. E cá estou eu, ao seu lado, firme forte.
-Então, por ter sido abandonado... Você não vai ficar do
lado de mais ninguém...
-...
-Puro... Egoísmo...
-Vamos, levanta, passa na enfermaria e diz que foi uma
queda na escada. Vai ser melhor desse jeito.

A garota levantou, mas logo caiu novamente.

-Irgh!
-P***a, elas exageraram pra cara***.

Segurando a garota, ele a carrega até a enfermaria, onde
escuta esporros por estar fedendo a cigarro.
Ayla Kitani faltou por uma semana, enquanto as garotas
continuaram frequentando normalmente a escola.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *
-É isso?
-Sim, ficou bom?
-Ficou, mas... Não sei... Falta alguma coisa...
-É, também sinto a mesma coisa.
-Provavelmente o estilo que você escolheu fazer ficou
estranho.
-Talvez. Refaço?
-É melhor.

A relação da android e do paranormal voltou ao normal
depois de tudo.

-Ah, é, Pedro, quem é Layla?
-De novo com isso? É só pra me sacanear? Pode rir a
vontade, sim, sim, ela foi a garota que me rejeitou, satisfeita?
-Não queria tirar sarro de você, tá? Eu só queria saber como
ela era.
-Acho que bonita é o seu sinônimo.
-Bonita, hein?

Carol faz beicinho e Pedro percebe isso.

-Que cara é essa?
-Nada.
-Panda, não vai ficar brava de novo por ter tocado nesse
assunto, né?
-Claro que não.
-“Você diz isso fazendo essa cara de desgosto?”

Aproveitando a expressão bisonha que Carol tinha, Pedro
decidiu acabar com o clima daquela conversa, puxou
rapidamente o celular e tirou uma foto dela.

-EI!
-Hehehehe!
-Maldito! Vem aqui, me dá essa merd*!
-Não, se quer tanto, vem pegar aqui.

Apelando para sua altura, o rapaz levantou seu braço com o
celular, o que fez Carol se aproximar dele tentando
inutilmente competir nas pontas de seus pés.

-Filha da...
-Hahaha!

Nessa briguinha infantil, os dois acabam tropeçando um no
outro, caindo no processo.

-Ai!
-Ai, cacete!

Mesmo no chão, Carol olhou para a mão de Pedro com o
aparelho. Ela o pressionou no chão para não deixa-lo escapar
e, bem mais por instinto, Pedro trocou de lugar com Carol,
deixando ela, agora, contra o chão.

-Irgh! Ei, maldito, vamo, apaga isso!-

Ela encarou o rapaz, que trocava olhares com a mesma. O
olhar melancólico dele a fez lembrar-se do que os dois haviam
feito após dormirem de mãos dadas no mês anterior.
Naquele dia, Pedro a acordou tocando em sua bochecha e
depois as puxando, o que fez ela bater em seu rosto. Após
isso, os dois se entreolharam por um tempo sem soltar uma
palavra sequer. Naquele momento, qualquer coisa soaria
estranha. O primeiro a abrir a boca foi o garoto, com os olhos
de uma criança alegre.

“É a primeira e única vez, né?”

Os dois começaram a rir depois disso, ambos
envergonhados, mas não falaram nada.

“Como aquele olhar mudou pra isso em tão pouco tempo?”
Ela se perguntava. Com a mão livre, ela tocou no rosto de
Pedro.

-O que aconteceu?
-Não aconteceu nada.

Ele sorriu para ela, um sorriso que carregava algo que ele
não queria contar. 


anto05941
Pedro J. Busch

Creator

Comments (0)

See all
Add a comment

Recommendation for you

  • What Makes a Monster

    Recommendation

    What Makes a Monster

    BL 75.8k likes

  • Invisible Bonds

    Recommendation

    Invisible Bonds

    LGBTQ+ 2.4k likes

  • Touch

    Recommendation

    Touch

    BL 15.6k likes

  • Silence | book 1

    Recommendation

    Silence | book 1

    LGBTQ+ 27.3k likes

  • Primalcraft: Scourge of the Wolf

    Recommendation

    Primalcraft: Scourge of the Wolf

    BL 7.1k likes

  • Invisible Boy

    Recommendation

    Invisible Boy

    LGBTQ+ 11.5k likes

  • feeling lucky

    Feeling lucky

    Random series you may like

Vamos criar um clube, Pandinha!
Vamos criar um clube, Pandinha!

635 views0 subscribers

Carol Pandarim é uma estudante do primeiro ano do ensino médio comum, apesar de ter uma personalidade nada agradável para a maioria das pessoas. Em um dia qualquer em sua escola, ela conhece Pedro Busch, um segundo-anista estranho descrito primeiramente como paranormal por Carol. "Vamos criar um clube, Pandinha!" Após essas primeiras palavras do garoto, a vida dos dois não seriam mais as mesmas.
Subscribe

12 episodes

Março (Parte 4)

Março (Parte 4)

31 views 0 likes 0 comments


Style
More
Like
List
Comment

Prev
Next

Full
Exit
0
0
Prev
Next