No obscuro véu do destino, uma profecia ancestral ecoa,
Da união proibida entre o oculto e o desconhecido brota,
Uma criança concebida sob o véu da magia obscura,
Nascida do amor proibido, marcada pela sina sinistra.
Sob a luz pálida da lua, ela crescerá cintilante,
O coração pulsante de trevas, destinada à perdição,
Ao atingir a maioridade, seu destino será selado,
Como uma marionete das sombras, seu caminho traçado.
Uma amante das trevas, seu coração pertencerá ao além,
Em seus lábios, o beijo da morte, em suas veias, o veneno do além,
Ela se entregará aquele que anda a noite, senhor das noites sem fim,
E juntos, erguerão o trono dos mortos vivos, destinados ao abismo.
A humanidade se curvará diante de sua sombra impiedosa,
Escravizada pela fome voraz dos filhos da noite tenebrosa,
Sob o reinado dos noturnos, o mundo conhecerá o medo,
E a profecia sombria se cumprirá, selando o destino sem remédio.

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