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A Flor Negra da Cerejeira

Você Aceita?

Você Aceita?

Jan 15, 2026

O grupo começou a caminhar, com Kaito caminhando a frente, girando o taco de baseball de forma descontraída. Mahina seguia atrás dele, cantarolando um ritmo que veio em sua cabeça. Ryotaro seguia no meio entre os dois e Aiko e Natália, com as mãos no bolso.
— Tanaka — Ryotaro chamou. — Pensei que você tava no hospital. Você se recuperou rápido?
— Ainda tô me recuperando um pouco — Kaito disse, olhando para ele. — Mas a maior parte dos meus ferimentos se fechou. Mas me deixa fora de briga por um tempo, porque eu tô todo dolorido.
— E você, Hoshina? — ele perguntou. — Como nos encontrou tão rápido?
— Digamos que… Natsuki não é só a minha sombra na escola — ela disse, dando de ombros. — Ela também é… meus olhos e disse ouvidos fora dela.
Ryotaro piscou, surpreso, mas antes que pudesse perguntar mais, chegaram à lanchonete. O lugar tinha luzes de néon, era de tamanho médio e cheirava a fritura e refrigerante. O grupo conseguiu uma mesa no fundo do lugar, longe das janelas.
Enquanto Kaito ia para o balcão fazer os pedidos para todos, o restante do grupo se acomodou. A atmosfera era estranhamente acolhedora, considerando o confronto de vida ou morte que haviam acabado de ter. A adrenalina latejava no ar, mas começava a dar lugar para uma exaustão confortável.
Mahina tirou uma pequena caixa de maquiagem de sua bolsa e começou a retocar o seu batom roxo escuro com o espelho da sua caixa, sem a menor cerimônia. Natália, que até agora estava quieta, de repente começou a rir, baixinho mas quase histericamente.
— Não tô acreditando nisso — Natália disse, enxugando uma lágrima. — Em um segundo, tô no meio de uma briga que podia ter me matado. No outro, tô de boa em uma lanchonete com meus amigos, como se nada tivesse acontecido!
— Chega a ser ridículo, né? — Mahina retrucou, guardando o batom. — Assim, se vai andar com o Satozinho, sugiro se acostumar.
— Ei! — Ryotaro disse, cruzando os braços. — Eu não fico entrando em confusão toda hora!
— Ultimamente, tá sim — Mahina rebateu, dando uma piscadela.
— Não enche — Ryotaro disse, revirando os olhos.
Ryotaro estava sentado ao lado de Aiko, a corrente de prata pesando em seu pescoço. Era agora um lembrete constante da intervenção e ajuda de Mahina. Ele tocou o pingente com a ponta dos dedos.
— Hoshina — ele chamou, mudando de assunto. — Por quê? Por que fez isso?
— Hm? Fiz o que? — Mahina perguntou, com um sorriso de canto. — Te dar essa corrente?
— Não. Intervir, se arriscar desse jeito. Você não precisava fazer isso.
— Ah, precisava sim — ela disse, balançando sua cabeça e fazendo os cabelos fúcsia balançarem. — Você é a pessoa mais interessante que eu já conheci, Satozinho. E, geralmente, coisas interessantes acabam sumindo quando yakuzas medíocres ficam se enfiando no caminho. Seria bem triste.
— E você, Kaito? — ele perguntou, ao ver o garoto voltar para a mesa. — Por que se arriscou por mim?
— Você é bem esquecido, né Sato? — ele disse, esticando uma das pernas e dando um bocejo. — Eu te devia, simples assim. Naquele beco, depois de eu levar aquela surra, eu jurei que ia acabar morrendo lá. E quando eu te vi, jurei que você ia dar o golpe de misericórdia. Mas… você me ajudou. Tratou meus machucados e chamou a ambulância. Ninguém nunca fez isso por mim — ele evitou o olhar de todos, batendo o dedo na mesa. — Além disso, eu odeio aquele merda do Takeru e queria vingança. Contra ele e contra o clã. Achei justo dar um traumatismo craniano em alguns ali.
Aiko observava a interação, seu coração apertando de uma forma nova. Ele viu Ryotaro, seu novo melhor amigo, o seu Ryo-kun, tão solitário e fechado, no centro de um grupo. Viu Kaito, o valentão temido, defendendo um código de honra bruto. Viu Mahina, tão enigmática, agindo por momentos que ela talvez não entendesse totalmente. E viu Natália, a estranha no ninho, absorvendo tudo com uma resiliência silenciosa e poderosa.
— Acho que… de certa forma, todos nós somos quebrados — Aiko disse, sua voz suave cortando o ruído de fundo. — Todos de uma maneira em específico. Mas… quem sabe se a gente não pode se encaixar?
Ryotaro olhou para Aiko, e pela primeira vez naquela noite, um sorriso pequeno chegou aos seus olhos, aquecendo a prata fria de seus olhos.
— Acordou filosófica hoje, Takane? — ele brincou, sua voz cheia de um afeto raro.
— Culpa sua — ela retrucou, fazendo um biquinho. — Você me inspira.
Depois de um tempo, os pedidos de todos chegaram. Hambúrgueres recheados, batatas fritas com cheddar e bacon, latas de refrigerante e milk shakes espessos. A conversa fluía normalmente, um pouco fragmentada. Kaito contou, com seu humor negro, sobre a fisioterapia. Natália, com mais coragem, contou sobre o Brasil e o lugar que vivia antes de ir morar no Japão, que era chamada de cidade mais fria do país. Mahina fazia perguntas astutas e escutava muito bem, e Ryotaro reparou que ela dava olhares sutis para Kaito, com a mesma intensidade que ela olhava para ele próprio. “O que será que a Hoshina tá vendo nele?”, ele pensou, arqueando uma sobrancelha.
Falando em Ryotaro, ele pouco falava, mas ouvia atentamente. Não era o silêncio defensivo de antes, mas um silêncio observador, que absorvia aquele novo senso de… pertencimento? Ele não sabia dizer ao certo.
Foi quando Mahina, após tomar um gole de seu milk shake de morango, olhou diretamente para Aiko e Ryotaro.
— Então, fofuchos — ela começou, seu tom de voz leve, mas seus olhos afiados como navalhas. — Vocês dois, Satozinho e Princesa Dourada. Quando vão parar de ficar contornando o assunto e se dar uns amassos?
Aiko engasgou com um pedaço de batata, enquanto Ryotaro ficou vermelho até a raiz do cabelo, parando a mão a meio caminho de seu hambúrguer. Kaito quase cuspiu seu refrigerante, enquanto Natália arregalou os olhos, olhando de um para o outro.
— Hoshina! — Aiko e Ryotaro disseram em uníssono.
— O que? — Mahina disse, fazendo uma expressão de inocência exagerada. — Eu só tô constatando fatos! Os olhares trocados, o jeito que o Satozinho fica corado quando te vê inclinar a cabeça daquele jeito… — ela imitou o inclinar da cabeça de Aiko, de uma forma exageradamente fofa, fazendo Kaito rir. — Eu tenho quase certeza que, depois daqui, o Satozinho vai dizer o que sente. E aí, é dois palitos para os dois pararem no motel, hihihi!
A pergunta de Mahina caiu na mesa como se fosse uma mini bomba nuclear prestes a explodir. Aiko ficou tão vermelha que parecia que seu rosto ia pegar fogo na mesma hora. Ryotaro, também muito vermelho, abaixou a cabeça, o cabelo roxo caindo sobre seus olhos enquanto seus dedos se apertaram sobre o copo de refrigerante.
— Caraca, senhorita Hoshina — Kaito disse, após se recuperar do seu ataque de riso. — Você não tem filtros mesmo, hein?
— Ter filtro é para maricas, senhor Tanaka — Mahina retrucou, dando de ombros e sem tirar os olhos do casal, seus olhos analisando cada micro expressão.
Natália olhava de um lado para o outro, tentando entender a dinâmica da situação. Em seu país, as coisas eram mais diretas, mas aquela tensão romântica japonesa, cheia de sutilezas e coisas não-ditas, era fascinante.
Ryotaro enfim olhou para Mahina, e deu uma risada curta. Ele disse, sua voz confiante:
— Me pegou, Hoshina.
— Oi? — ela disse, sem entender direito.
— Me pegou. Era exatamente o que eu estava planejando para depois daqui.
Aiko arregalou os olhos, ficando ainda mais vermelha (se é que isso era possível) e olhou para Ryotaro, com uma expressão desesperada.
— Ryo-kun! O que você tá falando? — ela sussurrou, assustada.
Ryotaro olhou de relance para ela, e deu uma piscadela tão sutil que nem Mahina viu e que dizia para ela entrar na brincadeira. Porém, seu olhar também dizia: “Eu realmente quero te dizer algo”. 
— Que?! — Mahina exclamou, genuinamente surpresa. — Você realmente está planejando… ir pro motel? Com a Princesa Dourada?
— Hã… é! — Aiko disse, entrando na onda. — É! A gente… combinou isso… hã… há um… tempinho.
Mahina piscou várias vezes, genuinamente surpresa. Aquilo a pegou de surpresa, e foi a primeira surpresa que teve em muito tempo. Porém, logo redobrou a postura, assumindo seu sorriso.
— É mesmo, é? — Mahina disse, arqueando a sobrancelha. — Heh. A cada dia que passa, você me surpreende ainda mais, Satozinho — ela então olhou para o relógio do celular. — Hmm, que pena. Já tá tarde pra mim, e meu tio não vai gostar de me ver chegar muito tarde. Já vou indo, fofuchos.
Ela então levantou, fazendo um cafuné na cabeça de Kaito (que estava mais próximo dela) e acenou para todos. Porém, antes de se afastar demais, chegou para Ryotaro e Aiko e disse:
— Ah, e uma sugestão pra vocês dois: usem proteção, ok? Segurança em primeiro lugar.
— HOSHINA!! — Aiko quase gritou, tapando o rosto com as duas mãos.
Mahina apenas se afastou, rindo de forma dramática, e saiu da lanchonete. O clima na mesa ficou um pouco denso, mas não pesado. Kaito e Natália seguravam o riso, e Ryotaro olhou para Kaito com um olhar raivoso, dizendo:
— Não ouse rir…
— Foi mal, Sato — o garoto disse, engolindo o riso com força. — É que… isso me pegou de surpresa. Você tá realmente planejando isso?
— É claro que não! — ele rebateu, seus olhos faiscando. 
— Ah, mas fala a verdade, você já pensou nisso — Kaito disse, com um olhar e sorriso sapecas. — Não pensou?
A risada que Kaito tentava conter finalmente escapou, um som rouco e sincero que fez Natália soltar uma risadinha abafada atrás da mão. Aiko ainda tinha o rosto enterrado nas mãos, seus dedos se apertando contra sua pele quente. Ryotaro ainda mantinha o olhar fixo em Kaito, seus olhos cinza mais gelados que o habitual.
— Tá querendo me irritar, Kaito? — ele perguntou, sua voz baixa, mas carregava uma ameaça sutil.
— Relaxa, relaxa — Kaito disse, erguendo as mãos em sinal de paz. — Só tô constatando. Eu conheci a senhorita Hoshina hoje, mas ela não parece ser do tipo que erra um palpite.
— Dessa vez ela errou — Ryotaro rebateu, mas sua voz vacilou um pouco. Ele desviou o olhar, seus dedos brincando com o anel de guardanapo.
O silêncio que se seguiu só foi cortado pelo ruído de Natália bebendo o resto do seu milk shake. Ela colocou o copo na mesa com um clique.
— Bom, eu acho que tenho que ir também — ela disse, se levantando. — Minha mãe já deve tá ficando preocupada. Obrigada pelo jantar, Kaito. E… obrigada por tudo hoje, pessoal.
— A gente que agradece, Natália — Aiko disse, finalmente abaixando as mãos do rosto, ainda corada mas recuperando um pouco da compostura. — A gente se fala pelo grupo? Pra combinar os horários dos ensaios?
— Claro! — Natália respondeu, com um sorriso mais confiante. — Até mais, gente!
Ela acenou e saiu da lanchonete, deixando os três sozinhos na mesa. A atmosfera mudou de novo, ficando mais íntima e um pouco pesada. O burburinho pareceu distante.
— Olha, eu acho que vou indo também — Kaito disse, coçando a nuca. — Vamos indo lá pra fora? A conta já tá paga.
Os dois concordaram, e os três saíram da lanchonete. Do lado de fora, o anoitecer ainda não havia chego, mas o sol já começava a se pôr. 
— Bom… é isso — Kaito disse, massageando os ombros. — Tenho que voltar logo pra casa. Preciso de uma boa noite de sono. Fora que… vocês devem ter coisas a conversar, não?
Ryotaro suspirou.
— Só vai logo, Tanaka.
— Tá bem, tô indo — Kaito disse, com um sorriso de canto. — Cuidado aí, Sato. E… valeu por tudo.
E assim, caminhou de volta para casa, dobrando a esquina, deixando Aiko e Ryotaro sozinhos. Os dois se olharam, e desviaram o olhar um segundo depois, ficando vermelhinhos outra vez.
— Então… — Aiko disse, enrolando uma das mechas do seu cabelo no dedo indicador. — E agora?
— Agora o que? — Ryotaro perguntou, apertando o braço esquerdo.
— O que a gente faz? Você… quando falou aquilo… disse que queria me contar algo. Com seus olhos.
Ryotaro engoliu em seco. Ele realmente queria dizer algo. Queria dizer tudo. Assim, olhou para Aiko, que também o olhou, e depois de respirar fundo, disse:
— É, eu quero dizer algo. Quero dizer algo… bem importante.
— E o que é? — Aiko perguntou, esperançosa.
— Eu… como eu posso dizer isso…?
Ryotaro olhou para as suas mãos, depois para a corrente em seu pescoço e finalmente para ela de novo. Tudo ao seu redor pareceu desfocar, deixando apenas Aiko em foco. 
— Sabe Aiko, — ele começou. — desde que você entrou… ou melhor, se enfiou na minha vida, tudo ficou diferente. Quando estou com você, fica tudo colorido. O silêncio ao meu redor não é opressor, é… companheiro, amigável. E eu… fiquei tanto tempo sozinho, achando que não merecia nada além da dor e do sofrimento. Que eu era uma mancha, uma sombra que consumiria tudo que ousasse se aproximar de mim.
— Você não é uma sombra — Aiko interrompeu, firme. — Nunca foi.
— Eu sei disso. E só sei por sua causa, Takane. Porque você decidiu insistir. Você viu algo em mim que eu nunca consegui ver. E… — sua voz falhou por um instante. Ele então engoliu em seco com força, forçando as palavras a saírem. — E eu me apaixonei por isso. Por sua luz dourada, que é o sol do meu mundo frio. Por cada vez que você inclinou a cabeça desse jeito boboca, por cada risada sua que parece a mais bela das músicas.
As lágrimas voltaram aos olhos de Aiko, mas não caíram imediatamente, se acumulando no canto dos seus olhos, fazendo eles brilharem com duas estrelas.
— Eu… eu me apaixonei por você, Aiko — Ryotaro confessou, a frase saindo como um sussurro carregado de um peso sagrado e o primeiro nome saindo com uma facilidade sagrada. — Eu te amo, Aiko. Mais do que amei o Yahiko. Não é só amizade, nem gratidão. É… amor. De um jeito que faz meu coração disparar quando você está do meu lado e doer quando você não está. De um jeito que me força a ser melhor, só pra ver você sorrir. Só pra ver os seus olhos brilharem. 
Ele estendeu as duas mãos, e pegou as de Aiko. Seus dedos eram frios, mas o toque foi como um choque quente para a menina.
— Eu não sei ser… isso — ele admitiu, sua vulnerabilidade exposta como uma ferida aberta, mas sem vergonha. — Não sei ser um amigo, quem dirá… um namorado. Mas eu quero aprender. Com você, e apenas com você — ele então olhou para os olhos de Aiko, e sentindo uma coragem nova, perguntou:
— Aiko, você… você aceita namorar comigo?
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