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A Flor Negra da Cerejeira - O Fantasma Negro e a Princesa Dourada

A Primavera Antes da Noite

A Primavera Antes da Noite

Jan 22, 2026

A semana seguinte após a declaração foi a mais caótica e a mais bela da vida de Ryotaro. A rotina na escola era completamente diferente, carregada de novos olhares. O novo casal não tinha medo de andar pelos corredores de mãos dadas.
Um dia, Ryotaro estava no telhado com Kaito. O antigo valentão contava sobre como ele e Mahina começaram a conversar bastante após aquele dia na lanchonete. Após um momento de silêncio, Ryotaro disse:
— O aniversário da Aiko é semana que vem.
— Ah é? — Kaito disse, com um sorriso de canto. — E aí? Vai dar um presente pra ela?
— Vou. Um desenho dela. Mas… eu acho que não é suficiente.
— Que tal uma música?
— Miú? Uma música?
— É! Você é criativo, não é?
— Mas… eu não sou bom compondo ritmos.
Kaito pensou por um momento. Logo, correu de volta para o pátio e trouxe Natália.
— Natália, consegue ajudar o Ryotaro? — ele disse. — Ele vai compor uma música para a Aiko e precisa de ajuda com a melodia.
— Ah, isso é fácil — Natália disse. — É só pegar uma música pronta e adaptar.
— E… você tem alguma sugestão? — Ryotaro perguntou.
Natália pegou o celular e folheou seu catálogo até chegar em uma música que sabia que seria perfeita.
— Escuta essa — ela disse, e colocou para tocar.
A música não tinha grandes instrumentais. Era somente um violão melódico e lindo, calmo e lento. Era uma melodia fácil de aprender.
— Qual o nome dessa música? — Ryotaro perguntou.
— Lindo Jesus, do Be One Music — Natália disse, parando a música. — Espero que não tenha preconceito.
— Não, não tenho — Ryotaro respondeu rapidamente. — Eu… sou cristão.
— Ah, então perfeito! — Natália disse. — Dá pra aprender facinho!
— Realmente, é perfeita.
Os três desceram ao ouvir o sinal. Enquanto as últimas aulas andavam, Ryotaro já criava letras em sua cabeça.
Ao chegar em casa e voltar para seu quarto, ligou o computador e pesquisou a letra de Lindo Jesus. Ao encontrar e traduzir para o japonês, abriu um documento. O garoto quieto ficou na frente do computador por pelo menos duas horas decidindo a letra perfeita. Por fim, ele conseguiu, denominando a música como “Doce Aiko”:

O que existe em mim entrego a ti
Meus miús mais sinceros eu te dou
Um voto solene lhe juro
Que nada nos separará

Doce Aiko, doce olhar
Tão linda quanto o mar
Me deixe mergulhar
E descobrir como te amar 

E pensar que um dia
Um gatinho nos uniria tanto assim
Ele tricolor, seu cabelo bicolor
Todas as estrelas se curvam à sua beleza

Linda Aiko, lindo olhar
Como pode alguém assim me amar?
Eu era isolado no vento 
Mas você me prendeu nesse momento

Eu era um fantasma,
Mas você me amou
Eu era sozinho,
Mas você me acolheu
O que era cinza,
Hoje tem cor
E é a cor dos seus olhos

Ao ver teu doce sorriso
O sol nasce em um mundo novo
Para a luz eu me movo 
Te abraçar é o que mais quero

Contemplei sua beleza
Como pode você me amar?
Não irei te deixar
E nunca te abandonar…
Tu és o lugar onde o fantasma aprendeu a amar

Quando terminou, Ryotaro suspirou e sorriu. Logo foi até o quarto dos pais e pegou um violão que Ryu pouco usava. Usando um app, afinou o instrumento e pegou a cifra da música. O início foi um desastre, com o menino errando o ritmo várias vezes.
A semana continuou seguindo. Ryotaro não contou para Aiko sobre a música. Os ensaios com a banda, denominada “Eclipse”, seguiam muito bem. No dia anterior ao aniversário dela, que caiu em uma sexta-feira, a família de Aiko tinha ido jantar na casa dos Sato.
De fato, Megumi e Misao, assim como Ryu e Kenji, se deram muito bem. Já o casal estava no quarto de Ryotaro, conversando. A menina pousava sua cabeça no ombro dele, e suas mãos estavam dadas.
— Tô pensando em te chamar de outra forma — Aiko sussurrou. — Ryo-kun não me parece tão certo agora.
— Como você quer me chamar, então? — Ryotaro perguntou.
— Que tal… Ryo-chan?
— Ryo-chan? — Ryotaro repetiu, arqueando uma sobrancelha. — Parece meio… infantil.
— Não é não! É fofinho — Aiko retrucou, fazendo biquinho.
— Tá, talvez um pouco…
— Nem vem com essa de “um pouco”! Combina bastante! — ela rebateu.
— Ok, eu admito. Pode me chamar de Ryo-chan.
— Eba! — Aiko exclamou, e abraçou Ryotaro.
O abraço o pegou tão desprevenido que ele acabou caindo de lado. Logo, os dois estavam sobre o mesmo travesseiro, entrelaçados. Eles pousaram as testas umas sobre as outras.
— Eu já falei que te amo, Ryo-chan? — Aiko perguntou.
— Hoje, não — Ryotaro respondeu.
— Te amo, Ryo-chan.
Ryotaro desviou o olhar por um momento, antes de sussurrar no ouvido dela:
— Também te amo, Aiko.
A manhã seguinte chegou com um dia ensolarado. Ryotaro acordou sozinho e levantou de um pulo da cama. Olhou para o desenho, já em uma moldura preta e delicada dentro de um pacote pardo de seda, e sorriu. Era o dia que ele entregaria finalmente o desenho e cantaria a música que compôs.
Colocando um moletom vermelho vivo, uma calça de moletom preta e larga e tênis brancos, se admirou no espelho por um momento. Ao descer as escadas, viu que seus pais ainda não haviam acordado, então decidiu grelhar um pouco de peixe e fez uma xícara de chá verde. Depois de comer, foi para a escola.
Enquanto caminhava, decidiu não colocar música nos fones. Em vez disso, olhou como a cidade acordava e reparou no canto dos pássaros. Respirou fundo e sorriu.
Chegando na escola, encontrou seu grupo de amigos. Mahina, Natsuki, Kaito, Yuta, Jun, Natália e, no centro de todos, Aiko. Todos desejavam feliz aniversário para a menina, que completava 16 anos. Ela, ao ver Ryotaro, acenou de longe, o chamando pelo novo apelido.
— Oi, Aiko — Ryotaro disse, a abraçando. — Feliz aniversário.
— Obrigada, Ryo-chan — ela disse, retribuindo.
— Eu… quero te dar dois presentes. Mas não agora. O primeiro, lá no telhado, no intervalo. O segundo… de noite.
— De noite? — Aiko perguntou. — Como assim?
— Eu quero… te levar pra jantar. Só nós dois. Topa?
— Claro! — Aiko exclamou.
Assim, Ryotaro se afastou um pouco do grupo e ligou para a mãe.
— Oi! — Megumi disse. — Do que precisa, filho?
— Assim, eu pretendo levar a Aiko pra jantar. Mas quero algo longe dos olhares das pessoas. Sabe aquele campo perto de casa, com um pinheiro enorme?
— Sei.
— Então, eu preciso que você leve algumas coisas pra lá até às… 18 horas.
— Pode falar — ela disse.
— Preciso de uma toalha bem grande, três pares de velas, o violão do pai e algumas comidinhas. Prioriza onigiri e sushi, e também vou precisar de um salmão grelhado.
— Que mais?
— Hmmm… uma torta de canela com caramelo e um bolo de chocolate não seria nada mal.
Só se ouviu o som de Megumi riscando o papel. Quando terminou, perguntou:
— Vem cá, filho. Por acaso você tá planejando um piquenique noturno ou um ritual de acasalamento?
A simples pergunta fez Ryotaro corar até a raiz do cabelo.
— Mãe! — ele exclamou. — Claro que não!
— Tô brincando, filho — Megumi disse, rindo. — Pode deixar que eu levo tudo. Às 18 em ponto.
— Obrigado — Ryotaro agradeceu, suspirando.
Ryotaro desligou o celular. O sinal do início das aulas tocou, e respirando pesadamente, o garoto quieto foi para sua sala.
No caminho, passou perto do corredor do segundo ano, onde viu um garoto. Ele usava uma blusa de gola alta, calça preta de tecido leve e tênis pretos, além de possuir cabelos descoloridos e olhos azuis. “Quem é esse?”, Ryotaro se perguntou. Logo, um grupinho de meninas deu oi para o garoto em uníssono, falando seu nome: Ren.
Ryotaro arqueou a sobrancelha. O garoto cumprimentou as garotas com um sorriso perfeito. O garoto quieto sentiu uma leve insegurança, e não esperava que o garoto olhasse para ele e fosse em sua direção.
— Ah, olá Ryotaro! — Ren disse. — Bom dia.
— Hã… bom dia — Ryotaro respondeu. — Você deve ser o Ren, não é?
— Isso mesmo. Ren Kiryu. Sabe, fiquei sabendo sobre você e a Aiko. Fico muito feliz por vocês.
— Obrigado… eu acho.
— Bom, eu tenho que ir. Se não, a professora Hayashi me dá um sermão.
— É, sei…
Ryotaro viu Ren se afastar e, cruzando os braços, pensou: “Por que eu tô sentindo que esse cara vai ser um problema?” Com esse pensamento em mente, foi para sua sala. O tempo pareceu ter descoberto a fórmula de passar mais devagar. Quando o sinal da segunda pra terceira aula tocou e o professor ainda não chegava, o garoto quieto, com a ansiedade roendo seus ossos, saiu da sala o mais rápido que pôde, com o objetivo de ir até a quadra.
Enquanto isso, com Aiko, a ansiedade também começava a corroer ela por dentro. Mika e Ayase repararam nisso, e a primeira escreveu um bilhete para a amiga: “Topa matar aula e ir lá na quadra?”
Aiko, ao ler o bilhete, olhou para Mika, que sorria de canto. A menina olhou para Ayase e apontou discretamente. Mika assentiu. Aiko ficou pensativa por um momento. Não gostava muito de matar aula. Mas era melhor ficar fora da sala com as amigas do que lá dentro. Assim, ela assentiu freneticamente. As três logo saíram da sala com a desculpa de irem ao banheiro.
As três andaram pelos corredores, se escondendo de inspetores. Foi quando apareceu Ren no corredor.
— Bom dia, Ren — Mika e Ayase disseram.
— Oi — Aiko disse.
— Bom dia, meninas — Ren disse, com seu sorriso perfeito. — Feliz aniversário, senhorita Aiko.
— Muito obrigada.
O garoto logo foi embora. Mika e Ayase se olharam e cochichavam entre si sobre Ren. Aiko apenas suspirou.
— Do que vocês tanto cochicham? — Aiko perguntou. — É sobre o Ren?
— É… — Mika disse. — Ele parece ser tão legal…
— E tão bonito… — Ayase completou.
— Aff — Aiko fez, revirando os olhos. — Ele nem é tudo isso.
— E o Fantasma é? — Mika disse, sem pensar. Na mesma hora, tapou a boca.
O silêncio que se seguiu foi tumular. O ar ficou carregado e pesado. Aiko virou o rosto lentamente, e lançou um olhar glacial para Mika por cima dos ombros.
— O que você disse, Mika Yoshida? — ela sussurrou.
— N-nada! Nada, senhorita Aiko! — Mika gaguejou.
— Hm. Acho bom — Aiko disse. — Que fique bem claro: eu não vou aceitar comentários maldosos sobre o Ryotaro. Entenderam bem?
— Sim senhora! — Mika e Ayase disseram em uníssono.
Enquanto isso, com Ryotaro, as coisas eram mais tranquilas. Sentado na grama, recostado a uma cerejeira meio envelhecida, ele desenhava com uma caneta azul em um caderno de linha que não usava mais. Já havia feito alguns rascunhos, mas não tinham dado certo. Naquele momento, fazia um rascunho de Aiko vestida de maid. Enquanto desenhava, cantarolava os versos da música que havia composto.
“Será que a Aiko ia gostar desse desenho?”, ele pensou. Logo, veio uma imagem de Aiko como uma versão Chibi dela. “Bom, tudo que eu faço ela acha uma obra de arte. Então, acho que sim.”, pensou em seguida, com um sorriso.
Quando terminou, olhou para o desenho finalizado. Então, folheou uma das páginas para trás, vendo outro desenho que havia feito de Aiko, dessa vez com uma roupa de coelhinha. Sentiu as bochechas corarem e, desviando o olhar com um sorriso meio bobo, sussurrou:
— Acho que esse eu não mostro…
Ele olhou para o desenho e, colocando o caderno contra o peito ainda aberto, fechou os olhos com o sorriso bobo e apaixonado. Foi quando ouviu um riso atrás dele. Era uma risada feminina. Quando abriu um dos olhos, só viu a quadra. Foi aí que ouviu uma voz familiar atrás dele:
— Oi Ryo-chan!
Ryotaro se eriçou todo na mesma hora que ouviu a voz de Aiko. Ao olhar para trás, viu a menina atrás dele, com um sorriso maroto.
— Miú?! — Ryotaro fez. — Aiko?! Tá fazendo o que aqui?
— Eu pergunto o mesmo, Ryo-chan — ela disse, sentando ao lado dele. — Eu vim aqui porque a Mika me salvou. E você?
— Eu… vim porque… não conseguia ficar na sala — ele disse, desviando o olhar.
— Entendi. E tava desenhando de novo, né? — Aiko indicou. — Posso ver?
— Não! — Ryotaro disse. — É… pessoal.
— Ah, vai guardar segredo de mim? — Aiko disse, fazendo biquinho. — O que a gente falou sobre isso?
— “Não guardar segredo um do outro”? — Ryotaro sussurrou.
— Exato. Então… posso ver? — Aiko disse, se aproximando mais do seu rosto.
Ryotaro suspirou. Aquele biquinho que ela fazia o desarmava. Assim, ele abaixou levemente o caderno, não sem antes virar rapidamente a página onde estava o desenho mais constrangedor. Mostrou para ela o desenho onde ela estava de maid. Aiko, ao ver o desenho, ficou bem surpresa.
— Ryo-chan! — ela exclamou. — Que coisa mais fofa!
— É só um rascunho… — Ryotaro sussurrou.
— Besteira! Você poderia facilmente vender isso.
— …talvez.
— Mas vem cá: não foi esse desenho que te deixou com aquele sorrisinho, né?
— Miú?
— Nem vem com “miú”. Eu sei que não é.
Ryotaro engoliu em seco. Ele sabia que não tinha como fugir.
— É… algo meio íntimo — Ryotaro tentou uma última vez.
— Você já mostrou suas cicatrizes, Ryo-chan — Aiko rebateu. — Não pode ser mais íntimo que isso.
O garoto quieto respirou fundo e folheou as páginas até chegar no temido desenho. Engoliu em seco, sentindo as mãos tremerem levemente. Sua mente se viu de novo no dia em que ela viu suas cicatrizes. Porém, logo depois se viu de novo no dia que se declarou para ela. “Não tem mais volta”, ele pensou. Ele olhou para ela de relance e, murmurando um “aí vai”, mostrou o desenho. E assim que ela o viu, seus olhos se arregalaram.
---
Eita, que situação complicada para o nosso Ryotaro, não é? Como será a reação de Aiko? Comente aí!

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