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Vamos criar um clube, Pandinha!

Abril (Parte 3)

Abril (Parte 3)

Feb 01, 2026

-Sério que são esses os cartazes que você distribuiu por aí? – perguntou a professora baixinha ao seu aluno.

-Erros acontecem, né não? – disse o aluno.

-É, erros acontecem, mas “Ates” é de lascar em.

-Vou corrigir isso...

-Vai embora, vai.

 

A professora retirava seu aluno de sua sala como se estivesse espantando um bicho.

Voltando para o presente momento, Pedro contava como foi percebido esse erro estúpido.

 

-E foi assim que aconteceu. – disse Pedro.

-Mas “Ates” é realmente de fud-

-Você é muito burro. – disse Carol, cortando Castus.

-Mas, veja pelo lado positivo, as outras pessoas vão acreditar que tem gente mais burra que elas aqui e então irão querer virem pra tirar proveito da gente, mas não vão conseguir pois somos o Clube de “Ates”! – gritou a entusiasmada nova integrante do clube.

-Linda, obrigado por tentar ser otimista, mas assim você me faz parecer um moleque de quatorze anos que quer atenção!

-E não é isso, não?

-Primeiro, eu tenho dezesseis anos, segundo, já chamo atenção por ser este ser maravilhoso e perfeito. – o presidente falou com um baita sorriso em seu rosto.

-Como gosta de mentir... – para logo depois ser esmagado pela sinceridade e babaquice de seus dois outros subordinados.

-Vocês não cansam de fazer isso não?

-Não.

-Nem um pouco.

 

Com um semblante de raiva, ele resolveu pegar uma cartolina que havia ali no meio das caixas e abriu-a no meio da mesa.

 

-Óia só! A gente tem que fazer um bagulho que faça até a Carol gostar da ideia!

-Oxe, por que eu?

-Você ainda pergunta?

 

Os outros dois olharam para Carol como se dissessem em conjunto: “nessa ele tem razão”.

 

-...Tá, como a gente faria isso?

 

Os três se entreolharam e cruzaram os braços e chegaram a uma conclusão:

 

-Não faço ideia!

-Sei lá.

-E existe forma de fazer isso?

- “Vocês três são um bando de paspalhos...” – pensou a garota séria.

 

De repente, a porta da sala abre e quem entra é o excepcional professor Gomis, carregando consigo uma caixa com fita, canetas e outros materiais.

 

-Eae professor! – disse Pedro.

-Eae Pedro, boa tarde pessoal.

 

Em uni e bom som, todos os três responderam:

 

-Boa tarde!

-Quanta animação vocês têm, hein?

-E essas coisas aê? – perguntou a excêntrica Linda.

-Ah, isso? Foi a professora Banri quem pediu pra trazer pra cá.

-... As cores são bastante variadas, ô Carol, vem dar uma olhada. – disse o presidente.

-Tá, não mexe em nada senão você vai quebrar.

-Tá com o caramba. E eu sou o que, um monstro do azar?

-Por via das dúvidas vou dizer que sim.

 

Gomis observava aquele quarteto de jovens adolescentes. Lembrou-se de seus tempos de estudante, onde participava desse tipo de círculo de amizades. Essas memórias eram especiais demais e, sem notar, sorriu por uns instantes. Quando percebeu o próprio semblante, decidiu ir embora enquanto os seus alunos estavam distraídos com o que Khefera os deu.

A porta se abriu e fechou em sequência.

 

-Gomis!

 

Falou alguém da porta aberta atrás do professor.

 

-Hm? Que foi, Pedro?

-Valeu! Ah, diz pra Khefera um “obrigado” no nosso lugar e também que vou tá esperando ela lá em casa!

-Tá, eu falo.

 

Se virou e continuaria andando se não fosse outra intercepção de Pedro.

 

-Eu queria saber também...

-O que?

-Você sabe o que aconteceu nesse último fim de semana com ela? Tipo, quando mandei mensagem antes de ontem ela me respondeu só hoje e é bem raro logo ela demorar tanto.

-Ah, o que aconteceu, né?

 

Gomis botou sua mão na testa, fez uma cara não muito agradável e suspirou. Aquilo era incomum vindo dele.

 

-...Aconteceu bastante coisa... Ela é tão fraca com álcool que apenas três latas a fizeram ficar bêbada... E depois, aquele turbilhão de... Nossa, era algo tão nojento... logo depois, também teve...

 

Lembrou-se do que ocorreu após aquela recaída. Dizer que passara a noite na casa de sua colega de trabalho seria muito incômodo caso se espalhasse.

Recuperando sua postura, ele sorriu e disse:

 

-Não a deixe jamais beber de novo, pelo amor de deus.

 

Pedro ficou meio confuso, mas tudo bem, era, talvez, os problemas da vida adulta. Ele não compreenderia isso agora..., mas, para ele, crianças e adultos são a mesma coisa. O que muda é apenas a idade e quantidade de experiências de cada um, não é um mundo a parte como muitos tratam. Os adultos são crianças com mais idade e as crianças são adultos com menos idade. Ao mesmo tempo que crianças são dóceis, elas também podem ser um demônio na terra, basta elas escolherem, com seu egoísmo, seu caminho, guiado por um adulto, que repete o processo.

É um processo que nunca se acabará até alguém intervir, mas também é o que nunca ninguém terá coragem de mudar.

 

-... Hã? C-COMÉ QUE VOCÊS JÁ TIRARAM TUDO SEUS APRESSADOS DO CARAMBA!

 

O presidente correu de volta para sala.

 

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * 

 

-Ó, não dá pra marcar os três de uma vez, então, nós temos que quebrar um deles, sacaram?

-Uma porra, é só marcar o Castus, só ele que joga naquele time.

 

O time da sala 4 falava sobre táticas de como parar o provável melhor ataque do festival de futsal que iria ocorrer no fim do mês. O time da sala 7 era composto por: Pedro, o “Ares” (alto explicativo); Castus, o “novo Arjen Robben” (lembrando que o Rayan do Gigante da Colina ainda estava numa fase que mal entrava nos jogos); Robert, o “Carniceiro” (seu jeitão lembra o do Kenny Burns do Nottingham); Gabriel “The Frash” (por ser bastante rápido); e, por fim, Jeffrey “Muralha Grega” (devido a sua semelhança ao Nikopolidis da Grécia).

Claro, ainda tinha outras turmas fortes como a sala 11, que havia chegado à final no ano anterior com Suarez “Vampiro” sendo o craque, a sala 2 com o “Aranha-Negra” Tibúrcio, a sala 6 que juntou forças com a sala 5 e tinha Keiller e Balboa como estrelas principais. Mas, com a adição de Pedro e Robert, a equipe da sala 7 era a mais hypada naquele momento.

 

-Ei, Castus, como vai ser a formação? – perguntou Pedro.

-Acho que um 2-2, tipo dois fixos com dois alas, aí um dos fixos sobe pra pivô, saca? – falou Castus.

-Uhum... É interessante, quem vai subir?

-Você e o Robert que se virem pra se decidir.

-Caraio. – Disse Jeffrey.

 

Enquanto todos pensavam no festival, Carol Pandarim estava focada em fazer um bom cartaz de recrutamento de membros para finalmente o clube ter cinco integrantes.

 

-Pandarim? – Jackson estava ao seu lado enquanto ela pintava.

-Hm? Ah, eae Jackson. – respondeu Carol.

-O que é isso que cê tá fazendo?

-Um cartaz de recrutamento de membros.

-...Você ainda conversa com aquele cara?

-Uhum.

-...

 

Carol olhou para Jackson e percebeu que ele queria algo, mas não falou por alguns segundos.

 

-Tá bem, se cuida.

-Espera.

-Hm?

-O que você queria?

-...

 

Ele a encarou por uns segundos e suspirou em seguida.

 

-É, você me pegou... Eu queria te pedir um favor. – disse Jackson.

-Dependendo do que seja.

-Você pode falar com o Pedro ou Castus pra descobrir quem era o professor responsável pela turma ano passado?

-Ué, por quê?

-...Não posso falar o porquê.

-Deixa eu adivinhar: é sobre o “incidente da turma 3”?

-...

 

Ela suspirou e olhou para ele.

 

-Vou ver o que consigo.

-Uff... Ainda bem. Obrigado Pandarim.

-Tá, tá, eu quero uma compensação por isso, viu?

-Tudo bem, vou arrumar um jeito de te colocar pouco trabalho no São João, que tal?

-É uma boa.

 

Ele se despediu e voltou para sua carteira.

 

Não sei que pira ele e a Estela tem com o passado da turma. Ninguém quer falar sobre aquilo, por que continuar insistindo? Eu realmente não consigo entender..., Mas... Seria mentira se dissesse que não quero saber um pouco sobre “aquele dia”.


* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * 

 

-Ah!

-A.

 

Novamente, a mesma situação aconteceu.

 

-Petersen?!

-Bom dia, Linda Morrison.

 

A garota, com seu cachorro Seu Bola, estava no mesmo banco se preparando para começar a caminhar novamente. De repente, o mesmo rapaz alto e inexpressivo de dias antes apareceu.

Os dois se encararam por alguns segundos, até ele finalmente dizer alguma coisa:

 

-Até outro dia.

  

E iria sair correndo. Obviamente a Linda queria conversar, já que ele tinha emprestado seu casaco para ela, então devolvê-lo seria...

 

- “Cadê a bomba do casaco?!”

 

... Ela esqueceu o casaco.

 

-P-Petersen!

-Hm?

 

Ela ficou o encarando por 5 segundos sem dizer uma palavra.

 

-Que foi? – disse Robert.

-Uh... “Que silêncio constrangedor foi esse?!”

-Precisa de alguma coisa?

-Ah! Não, não! Quer dizer, o-o seu casaco! Eu acabei esquecendo ele!

-. . .

 

Ele se manteve quieto, com uma expressão neutra.

 

- “Agora é ele que vai ficar calado?!”

 

O vento frio dessa manhã dizia “chega dessa conversa esquisita caramba!”, mas eles não entendem a linguagem do ar.

 

-Eu percebi que você não está com ele.

-Não tem nenhum problema?

-Se você não tiver usado como cama para ele. – disse Robert enquanto apontou para Seu Bola.

-Ele? Não, não, pode ficar tranquilo, eu lavei ele semana passada, tá guardadinho e limpinho.

-Mas ele não tá aqui e agora olhando pra mim?

-... Quê?

-Hm?

 

. . .

 

- “Ele achou que eu tava falando do cachorro?”

 

Quando chegou a essa conclusão, ela logo iria gargalhar por tamanha literalidade, mas também se esforçou para segurar, criando um rosto demoníaco.

 

-PFFFF!!!

-Hein?

-HAHAHAHA!

-Mo-Morrison?

-Peter... Você é engraçado demais...

 

Ela continuou dando risadocas por um tempo e ele ficou muito confuso.

Passaram-se alguns minutos e finalmente ela terminou de o explicar o que ele havia confundido.

 

-Então, você tava falando do casaco.

-Era.

-Entendi...

 

De repente, ele tapou o rosto com as mãos.

 

-Você tá bem?!

-Sim, sim, não é nada.

 

Ela se aproximou e, com suas mãos frias, tocou as de Robert, que se afastou rapidamente.

 

-Você deveria se esquentar, ainda tá muito frio...

- “Sério, esse cara é muito estranho... e engraçado”

 

Linda tentou novamente se aproximar, mas ele novamente se afastou, deixando o clima bem... Esquisito.

 

-Por que você continua se afastando?!

-É porque você tá tentando me subornar com o casaco!

-De onde é que você tirou isso?!

-Ninguém nunca guardou algo que eu dei pra eles!

-Mas eu não sou... Hã?

 

Linda se tocou, ele estava desconfiado esse tempo todo por ter sido rejeitado pelas outras pessoas. Então “Carniceiro” era realmente um apelido maldoso e não por ele ser parecido com o Kenny Burns (sim, ela conhece mais de futebol que você). Seu estilo meio trevoso não refletia sua verdadeira face: alguém que não sabe como é ser bem recebido.

 

-Petersen... Senta aqui agora!

-*Gulp* Sim, senhorita Morrison!

 

Ele sentou-se rapidamente.

 

-Você não conversa muito com o pessoal da sua sala, né?

-Não. Por quê?

-E o Castus?

-Ele é estranhamente legal.

-Achei que vocês eram, tipo, melhores amigos.

-...

-Que foi? Por que cê começou a olhar pro cachorro do nada?

-Senhorita Morrison... O que é ter um amigo?

- “Que clichê mais sem graça é esse PSI? Tudo bem, eu já li muitos romances em que isso acontece... Romance? ROMANCE? Não, não, não, meu coração já pertence ao Castus e nada irá tirá-lo!”

-Você tem amigos?

-...Sim, tenho minha melhor amiga, a Carol Pandarim.

-Ah, a esquisitona de quem o Pedro tava falando?

-Olha só, falar dos outros pelas costas é bem feio, viu?

-Mas o Pedro quem chamou ela desse jeito. Ela não é esquisitona?

-Digamos que ela só seja...

 

Nesse momento, a comparação surgiu na cabeça dela de uma forma tão clara quanto água cristalina.

 

-...Ela é mais boca suja que você. – disse Linda.

-Saquei, ela fala coisas como... hm... “Vagabundo é foda”, não é?

-...É menos que isso...

-... Desculpa ter tem falado esse tipo de coisa.

-Relaxa, tem dia que escuto coisas piores!

-Quem é que tá te tratando mal desse jeito?!

-Ah, não é comigo não. Às vezes acabo escutando as conversas do meu irmão com os amigos dele e a escola não é tão calma quanto parecia ser.

-Realmente. Tem até pessoas que acham que eu era daquela sala que foi destruída e me xingam por isso. Não faz sentido.

-Hã? Ué, você não era da sala 3?

-Não... Quero dizer, eu não era até o meio de setembro do ano passado.

-O que aconteceu?

-Um incidente tão desastroso que só sobraram três pessoas daquela antiga turma na escola.

-Comé que é?! Três pessoas? Só isso?

-Pelo que ouvi, foi uma briga generalizada. No dia, eu lembro de estar andando pela escola matando aula. Quando passei de frente da janela daquela sala, quase fui acertado por uma cadeira.

-Como é que ninguém nunca falou sobre isso?!

-A direção nos falou para não contarmos nada daquilo para manter a imagem de uma bela escola.

-E então transferiram a culpa para um só alguém tê-la e o mantiveram como forma de também dizer “esse cara que fez a merda, não a gente que foi incompetente” ...

-Nossa, você é mais esperta do que aparenta.

-É bem rude falar isso de alguém, sabia?

-É verdade, me desculpe, senhorita Morrison.

-Eu tava só brincando.

 

Após olhar o relógio no pulso de Robert, ela percebe:

 

-UAAAAAH!!! EU VOU ME ATRASAAAAAAARRR!!! – gritou desesperadamente.

-Então, a gente se despede aqui. Desculpa ter tomado tanto de seu tempo, senhorita Morri-

-ATÉ OUTRO DIA, ROBERT!!!

 

Ela saiu em disparada como uma bala, enquanto Robert ficou olhando a poeira feita pelos passos rápidos dela.

 

-Robert?... Ela me chamou de Robert, não foi?...

 

Enquanto viajava em pensamentos, escutou algo:

 

-AUH!

-...Ué, você não é o Seu Bola? Como caramba ela te esqueceu?

 

Algo atípico acontece com Robert. Um pensamento surge em sua cabeça:

 

Será que dá tempo de alcançar ela?

 

E sim, ele pegou o cachorro nos braços e começou a correr pendendo para frente por conta do peso excessivo de Seu Bola.

Ele correu para fora do parque, mas, obviamente, não sabia para que lado Linda havia ido tão depressa. Suspirando, decidiu esperar um pouco para ver se ela voltaria. Surpreendentemente ela voltou em menos de cinco minutos, Usain Bolt deve ter sido aprendiz dela.

 

-Petersen...Uff...Uff... Ainda bem, argh!

-Calma aí, respira, respira. Bebe um pouco de água. Pronto.

 

Ela o agradeceu e então se despediram.

 

-Até outro dia, Petersen!

-Até...

 

Ele fez uma pequena pausa e, sorrindo levemente, disse:

 

-Até outro dia, Linda!

 

Como se fosse atingida por um vento forte, ela sentiu seu corpo ser separado de sua alma. Foi a primeira vez, desde o seu nascimento, que alguém falou com tanto entusiasmo. Normalmente diziam: “Nossa, que nome tosco” ou “Linda aonde? HAHAHA”. Seu coração acelerou. Suas orelhas ficaram quentes. De repente, ela sentia uma tremenda vontade de sair correndo dali, não por medo e sim por vergonha, ou talvez fosse outra coisa. Talvez ela tivesse sentido algo que fosse realmente parecido com o medo. O medo de se aproximar demais de alguém.

 

-Você não tava atrasada?

-AH! É VERDADE! TCHAU!

 

E saiu correndo.

Robert foi para o lado contrário, continuando sua corrida matinal.


anto05941
Pedro J. Busch

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