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A Flor Negra da Cerejeira

Águas Calmas Também Refletem Sombras

Águas Calmas Também Refletem Sombras

Feb 09, 2026

Enquanto isso, Ryotaro, que olhava para as estrelas e fazia carinho na cabeça de Aiko, que havia adormecido em seu colo, olhou o horário no relógio do celular. Já passava da meia-noite, e estava bem tarde. Também viu que havia muitas notificações, vindas do grupo da banda, de sua mãe e de Misao, já que ele deu o seu contato para ela. As da banda, ela responderia depois. Viu a mensagem da mãe, que havia chegado algumas horas atrás:
Minha mãe: Espero que você e a senhorita Aiko estejam se divertindo. Não se preocupe com o horário, amanhã é sábado. Só não chegue de madrugada, você sabe como é o seu pai.
Ryotaro: Já é de madrugada. Onde eu passo a noite, pra não irritar o pai?
A resposta demorou um pouco para vir, mas ela veio:
Minha mãe: A essa hora, os trens já não devem funcionar. Não se preocupe, eu conheço um lugar. Vou te mandar o endereço.
O endereço demorou um pouco para chegar, mas logo chegou. Não era um hotel, mas uma pousada tradicional, um Ryokan não muito longe dali. Logo em seguida, outra mensagem:
Minha mãe: A dona do lugar é minha amiga. Quando chegar lá, é só falar que é meu filho. Ela vai fazer um desconto muito bom!
Ryotaro: Valeu mãe. Você é a melhor.
Minha mãe: Disponha, meu fantasminha. Agora vai, antes que fique ainda mais tarde.
Antes de ir, Ryotaro visualizou a mensagem de Misao. Ela dizia:
Futura Sogra: Está tudo bem por aí? Aiko não responde minhas mensagens!
Ryotaro: Tá tudo bem, Misao. Aiko acabou adormecendo, mas está tudo bem. Eu e ela vamos passar a noite em um lugar seguro.
Futura Sogra: Oh, ainda bem. Só estava preocupada. Que horas vocês voltam?
Ryotaro: Pretendo levar ela pra casa ainda de manhã.
Futura Sogra: Tudo bem, então. Juízo, viu?
Ryotaro: Pode deixar.
Assim, com as mensagens respondidas, Ryotaro olhou para Aiko e sorriu. Se desvencilhou suavemente da menina, pousando sua cabeça na grama macia, e começou a organizar os restos do piquenique. O resto de comida foi guardado em sacolas que Megumi providenciou, dobrou a toalha, apagou as velas com um sopro suave e guardou o violão na capa. Finalmente, foi até a garota e a chacoalhou de leve, dizendo:
— Aiko, amorzinho. Hora de acordar.
Ela apenas se contraiu mais, murmurando algo inteligível, e continuou dormindo.
— Aiko, vamos lá — Ryotaro disse, a chacoalhando mais. — Não dá pra dormir ao relento.
As pálpebras da menina tremeram levemente, e ela abriu os olhos, que estavam turvos de sono. Por um momento, não reconheceu onde estava até olhar para Ryotaro. Um sorriso trêmulo surgiu em seu rosto.
— Ryo-chan…? — ela sussurrou. — Já acabou?
— O jantar, sim — Ryotaro respondeu, oferecendo uma mão para ela. — A noite, ainda não. 
Aiko aceitou a mão, levantando suavemente, e Ryotaro pegou as coisas. Assim, os dois começaram a caminhar em direção ao Ryokan. No caminho, o garoto quieto explicou tudo para a namorada, que não fez objeção.
O Ryokan era simples, porém bem grande e bem bonito. Ao entrarem, encontraram com a dona, que se chamava Yumi e era uma senhorinha já de cabelos prateados e olhos sábios. Após Ryotaro falar que era filho de Megumi, seus olhos brilharam. Ela os levou imediatamente para um quarto, que era espaçoso e bem cuidado.
— Espero que se acomode bem, senhor Sato e senhorita Takane. — Yumi disse, fazendo uma reverência. — O banho comum está vazio, então se precisarem, podem ir sem vergonha. Fica aberto até às 3 da manhã.
Ryotaro agradeceu, modesto, e após a anfitriã sair, olharam melhor como era o quarto. Aiko, que já havia despertado quase que completamente, ficou deslumbrada, assim como o próprio Ryotaro.
— Esse lugar é incrível — Aiko disse, seus olhos brilhando levemente. — Sua mãe é um anjo mesmo.
— Ela é — Ryotaro concordou.
Os dois se olharam por um momento, e por algum motivo, se sentiram tensionados. Os dois já haviam dormido na mesma casa, até mesmo na mesma cama. Mas aquilo? Longe de qualquer olhar familiar? Era completamente novo.
— Eu… — Aiko disse, segurando o próprio braço. — Eu acho que vou tomar um banho. Você… você vem?
— Hã, eu… — Ryotaro gaguejou, desviando o olhar. — Eu… — e parou, lembrando da autofobia dela. Provavelmente ficaria muito atacada em um lugar desconhecido. — Tá bem, eu vou.
— Obrigada — Aiko disse, dando um sorriso tímido.
Os dois pegaram seus yukatas, um masculino e branco e outro feminino e azul escuro, junto de suas toalhas e caminharam pelos corredores até chegar no banco comum. O lugar era bem espaçoso, com um grande ofurô já cheio de água fumegante. Os dois se olharam, e coraram violentamente. E não era por conta do calor do lugar.
— Hã… então a gente… — Ryotaro gaguejou, desviando o olhar.
— É… eu acho que… — Aiko gaguejou por sua vez.
Os dois se olharam de novo, e Ryotaro, só de imaginar possíveis cenas que podiam acontecer, ficou à beira de uma Tela Azul. Aiko, vendo ele à beira de um colapso, segurou as mãos dele suavemente.
— Tá tudo bem, Ryo-chan — ela sussurrou. — Olha, se você quiser, pode voltar pro quarto. Eu fico sozinha.
— N-nem pensar! — Ryotaro disse, engolindo em seco. — Eu… eu fico. Não quero que você acabe… tendo uma crise.
— Tem certeza? Você tá quase dando Tela Azul de novo.
— Eu aguento. 
Aiko inclinou a cabeça, de uma forma mais curiosa, e dando um pequeno sorriso, assentiu. Os dois adentraram o ambiente, foram para os vestiários e se despiram. Para os dois, isso foi uma tarefa árdua. Aiko quase não conseguia abrir o zíper do vestido, e Ryotaro quase não conseguiu desabotoar um botão da sua camisa. O som de tecido raspando contra a pele, vindo do outro vestiário, quase fez o garoto quieto travar de novo. 
Depois de se lavar e enxaguar a espuma do corpo, o casal se enrolou em suas toalhas e caminharam em direção ao ofurô. Eles olharam para a água quente, e depois se olharam.
— Pronta? — Ryotaro perguntou.
— Sempre — Aiko respondeu.
Ryotaro foi quem entrou primeiro, e ao sentir a água entrar em contato com sua pele, soltou suspiro prazeroso. O ofurô era profundo, mas como Ryotaro era maior que a maioria das pessoas, a água só chegava, no máximo, à sua barriga. Mas, ainda assim, era confortável.
— Pode vir — ele disse, fazendo um sinal para se aproximar com a mão. — Tá ótimo.
Aiko respirou fundo, e antes de entrar, olhou ao redor para ver se haviam outras toalhas. Não havia nenhuma. Respirou fundo, e disse que já entrava. Se aproximou de um cabide, e olhando para trás, disse:
— Se você contar pra alguém o que vai ver, eu te mato, Ryotaro.
— Hã… tá? — Ryotaro sussurrou.
O garoto quieto não entendeu muito bem o que ela falava até o último segundo, quando a menina finalmente deixou a sua toalha cair. Aquilo fez Ryotaro corar com força total. Sem sua toalha, ela parecia muito mais delicada e, de certa forma, era ainda mais linda. Mas é claro que Ryotaro não conseguiu olhar nem por dois segundos antes de focar o olhar em uma porta, como se fosse a coisa mais incrível do mundo. Aiko entrou dentro da água, que chegava até o seu peito, e também soltou um suspiro prazeroso.
— Isso aqui tá ótimo — Aiko sussurrou, fechando os olhos.
— Verdade — Ryotaro disse, ainda sem coragem de olhar para ela.
— Tá com vergonha, Ryo-chan? — ela disse, abrindo um olho. — Você sabe que pode olhar pra mim, né?
— Eu sei, é que… você tá tão linda que eu fico ofuscado.
— Você acha? — ela disse, um calor subindo por seu rosto que não vinha do ofurô e desviando o olhar.
— Por que não acharia? Você é minha namorada. Pra mim, você é a mulher mais linda do mundo.
Aiko não respondeu imediatamente. Em vez disso, se aproximou dele, se sentando do lado dele, e colocou sua cabeça em seu ombro, além de pegar sua mão e entrelaçar os dedos. 
— Você sabe ser bem fofo quando quer, sabia? — ela disse, sua voz doce.
— Heh — ele fez. — Talvez eu devesse ser mais fofo.
— Devia mesmo.
Os dois ficaram em silêncio por um momento, apenas ouvindo as respirações um do outro e o gotejar de alguma torneira. Ryotaro olhou novamente para Aiko, e perguntou:
— Aiko, me fala: você se acha bonita?
— Hm? — ela fez, meio surpresa. — Por que a pergunta?
— É que… não sei, você não parece gostar muito da sua aparência.
— Bem… — ela disse, olhando para o próprio corpo. — Eu… realmente não gosto muito de como eu me pareço.
— Por que?
— Ah, é que… meu corpo é muito reto. Já ouvi algumas meninas falarem que eu pareço uma tábua de passar roupa. Aí… eu comecei a acreditar, sabe?
— Uma tábua de passar roupa? — ele repetiu, meio incrédulo.
— Eu sei, é meio idiota.
Ryotaro soltou a mão de Aiko, se virando para ela, e segurou o rosto dela entre as mãos. Seus olhos estavam determinados, mas seu toque era suave.
— Aiko — ele começou, sua voz firme. — Quem disse essas coisas? A Mika? A Ayase? Alguma de suas amigas?
Ela não respondeu, apenas desviou o olhar. Mas o rubor que subiu por seu rosto era uma resposta mais que suficiente.
— Olha, — ele disse, sua voz um pouco mais branda. — não liga pro que essa gente diz. Você não é reta, nem uma tábua. Você é você. Seu corpo é elegante, ágil e muito bonito.
— Mas você tem vergonha de olhar pra mim.
— Talvez porque você não esteja com nada por cima — ele rebateu, com um sorriso. — Se você não consegue ver a beleza que há em você, eu vou mostrar.
E tomou seus longos cabelos, molhados e brilhantes, pelas suas mãos. Ao passar por uma mecha metade escura e metade loira, disse:
— Seu cabelo é como o céu noturno. Escuro, mas salpicado de estrelas. É como se, em cada parte do seu cabelo, houvesse mini sóis brilhando — ele então olhou eu seus olhos. — Seus olhos são como ouro puro, do mais alto valor — então pousou a ponta dos dedos da mão direita sobre a clavícula dela. — Isso não é só um osso saliente. É a asa de um falcão, pronto pra voar. E… — e então, suas mãos desceram até os quadris dela, e ele a puxou para perto. — Seu corpo, mesmo não possuindo tantas curvas, é como um crisântemo. A beleza dele não está só na flor, mas também no caule.
Os olhos de Aiko começaram a encher de lágrimas outra vez, e seu lábio inferior tremeu. As lágrimas não eram de tristeza, mas de pura emoção.
— Ryo-chan… — ela balbuciou, sua voz embargada.
— Você é linda do jeitinho que você é, meu amor — Ryotaro disse, sua voz doce como o mel. — Não deixe ninguém te dizer o contrário.
Isso foi o suficiente para as lágrimas de Aiko transbordarem de vez, e fez ela começar a fungar. Ela então caiu nos braços de Ryotaro, e a menina o abraçou com força, chorando como um bebê.
— Eu te amo, Ryotaro — ela disse, entre suas lágrimas e fungadas. — Eu te amo muito, muito, muito!
— Eu também te amo — Ryotaro respondeu, acariciando sua nuca.
Quando ela se separou, foi só o mínimo para poder o beijar nos lábios, segurando seu rosto entre as mãos. Ryotaro respondeu na mesma medida, suas mãos se agarrando às costas de Aiko. Quando se separaram, estavam ofegantes, mas muito felizes.
Eles ficaram no ofurô por mais um tempo antes de decidirem sair. Sair dele foi uma tarefa um pouco mais constrangedora do que sair, mas eles não se importaram. Ambos colocaram seus yukatas, e foram para o quarto, onde um único futon grande se estendia no chão. Ryotaro apagou a luz do quarto, deixando que apenas um raio de luz lunar entrasse pelo quarto, deixando o ambiente mais mágico. Aiko se deitou, se cobrindo até a altura do queixo, e o garoto quieto se deitou a frente dela.
— Obrigada, Ryo-chan — Aiko disse, sorrindo de forma doce. — Pelos presentes, pelo jantar… por me lembrar da minha própria beleza.
— Disponha, Aiko — Ryotaro disse, encostando seu nariz no dela. — Sempre estarei aqui pra você.
Os dois desejaram boa noite, e Aiko se aconchegou nos braços de Ryotaro, se encaixando perfeitamente, como se seu lugar sempre fosse ali. Assim, os dois namorados dormiram entrelaçados, genuinamente felizes e com sorrisos em seus rostos. Ryotaro, depois de muito tempo tendo pesadelos ou sonhos ruins, teve o luxo de sonhar com algo feliz e até mesmo muito vívido.
Ele sonhou que estava diante de um espelho, com um terno preto e bonito, ajeitando uma gravata borboleta. Ao olhar para trás, viu seus pais, que tinham olhares orgulhosos e cheios de afeto. Sua mãe chorava de alegria, e seu pai fingia coçar o olho, mas ele sabia que estava enxugando uma lágrima.
Em seguida, se viu debaixo de uma grande cerejeira, que havia deixado um tapete de pétalas ao seu redor. Muitos de seus amigos estavam lá, e até mesmo membros de sua família. Ele viu também Misao e Masahiro, lado a lado. Todos estavam sentados. Foi quando ele viu: caminhando em sua direção, acompanhada de seu pai e vestindo um belo vestido de noiva branco, estava Aiko. Seu sorriso era o mais radiante que ele já havia visto na vida, e seus olhos brilhavam de emoção.
Porém, a beleza daquele sonho foi interrompida pelo raiar do dia, e com a luz do sol entrando pela porta de papel shoji. Quando acordou, não reparou na luz do sol ou no canto de um pardal longe dali. Não. O que ele reparou primeiro foi na linda garota que dormia em seus braços, com uma expressão serena, diferente de tudo que Ryotaro já havia visto. Sem a habitual expressão radiante e sorridente, Aiko parecia mais em paz, mais inocente. Isso fez um pequeno sorriso surgir nos lábios do garoto quieto. Foi quando o vibrar do seu celular, leve e um pouco incômodo, ecoou. A menina apenas murmurou algo incompreensível e se aconchegou mais. O menino pegou o celular, e viu várias mensagens da banda Eclipse, da sua mãe perguntando como foi a noite, mas uma fez seu sangue gelar: enviada às 4 da manhã, havia uma mensagem de Mahina:
Hoshina: Olá Satozinho! Como estou meio ocupada agora, serei muito breve. Seu dossiê está prontinho. Me encontre amanhã (ou, nesse caso, hoje), às 11 da manhã, no Café & Bigodes. De preferência, sozinho. Ah, e caso eu não esteja lá, peça pra mim um café com leite sem açúcar ;)
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