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Tears Hope: The Three Hearts

Um novo Começo.

Um novo Começo.

Oct 16, 2023

This content is intended for mature audiences for the following reasons.

  • •  Blood/Gore
  • •  Physical violence
  • •  Sexual Content and/or Nudity
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Arco um: fogo

(Emoções)

  — “Acorde”

Fala uma voz doce e reconfortante.

 —Já está na hora de nosso treino, dorminhoco!

Eldro abre os olhos e vê uma garota de cabelos brancos de tom levemente dourado, pele pálida e olhos vermelhos com profundas olheiras embaixo deles.

— Justo hoje? — Fala o garoto com voz sonolenta — A velha Dollores tem planos para nós hoje mais tarde.

Mesmo esbravejando desculpas o garoto se levanta e se arruma aos poucos, após, alguns minutos Eldro finalmente coloca sua roupa de treino. Seu casaco de couro tingido de cor preta escura com uma roupa vermelha de tecido duplo, pois sentira muito frio de madrugada, mesmo quando treinara, sua calça surrada de um tecido reforçado e magico que se auto costurava toda vez que rasgasse, pois ele definitivamente não era bom com agulhas, e por final, seus sapatos surrados, mas este ele não sabe do que fora feito, pois foi Dollores que os deu de presente de um aniversario distante.

—Assim está bom, Arya? — Pergunta o garoto, todo charmoso e cheio de si. —Hoje estou empolgado, então não pegarei leve com você, saiba disso.

Arya afirma e sorri, com a graça do garoto a qual a tirou-a do tedio eterno a uns 3 anos, ainda não morreu de saudade entre a longa missão que seu irmão está fazendo em Stoll, e repara de como o Eldro mudou dês de a última vez que o vira a uns 6 meses. O cabelo antes semelhante ao seu, agora está com um tom levemente rosa no que antes era dourado os olhos normais agora foram tomados por uma pupila esticada verticalmente e um tom âmbar tomou as írises dos olhos dele, dando mais destaque as orelhas pontudas e pequenas que ele tem.

— Sim, sim de fato está excelente, para quem não aguenta a brisa da noite— O tom sarcástico e debochado era jogado na cara de Eldro que nem deu importância para a leve piada que fora feita.

—Vamos, está tarde Trevor chegara juntamente com a Ray, quero estar preparado para recebê-lo depois de 3 ano fora, quero ouvir as histórias que ele tem a me contar de Stoll, e as aventuras paralelas que ele desbravou, logico, isso tudo depois de termos matado toda a saudade— Fala o jovem rindo e sonhando com o amanhã que logo chegara com boas notícias.

Era o turno da noite no Orfanato Luminis, um castelo no alto de uma montanha no centro do território neutro, escondido pela floresta de sua base que carrega um feitiço de camuflagem. Para que tamanha segurança em um castelo, em um simples orfanato, bem é para proteger os órfãos que ali estão, vão de refugiados, sobreviventes de guerras, últimos de espécie e mestiços, principalmente mestiços, que de certa forma não deveriam  existir, mas Dollores os adotou-lhes e os treina em suas culturas, conhecimentos, magias, técnicas e estilos de luta, para que possam ser uteis para o mundo e provarem seu valor,  e também para que possam encontrar uma família, seja ela amigos, organizações, reinos ou laços amorosos, encontrando assim uma razão pela qual viver e não, apenas lamentando sua “própria morte.”

 É isso que Dollores como matriarca e mãe de todas essas vidas se sente, e fala, sempre que uma nova vida chega ao seu novo lar. O turno noturno não era diferente mesmo não tendo a multidão de alunos que tem no diurno era de fato muitos seres, de vampiros, ghouls, wendigos, thiefilins, meios-demônios, lobisomens e sprrigans que de alguma forma viviam em paz ali, como se suas raças não definissem seus comportamentos e sim só fossem um detalhe para uns ou maldição para outros...

Eldro e Arya caminham pelo castelo saindo do corredor que define os seus dormitórios para um dos corredores principais e desciam as escadas em direção ao pátio, enquanto cumprimentavam e conversavam um pouco com os alunos do noturno. Arya era vista como realeza para os vampiros, e de fato ela é vinda da mais alta e poderosa família de vampiros, os Vlad, Arya desde bebê fora deixada pelo seu pai no orfanato e Dollores viu que seria uma missão difícil, assim ela abriu o turno noturno e começou a aceitar criaturas da noite também, de certa forma foi, o início, ela pensou que seria um desastre mas conforme cada um ia se adaptando ao novo local a hostilidade e a bestialidade foi sendo deixada de lado e se teve a paz, que hoje reina entre os turnos, e entre eles, logico que a rivalidade sempre existira e no solstício de Lunaria Dollores juntamente com os alunos mais graduados Aiuli e Aioli fazem um campeonato de lutas e desafios entre os turnos dando um prêmio para o grupo do turno vencedor, isso acontece por 3 anos consecutivos dês do encontro de Arya e Eldro que ambos competiam sempre que podiam e acordavam e atrapalhavam de certa forma as aulas de todos os outros alunos.

Eldro e Arya não estudam mais, pois não tem mais nada do que aprender, mesmo Eldro as vezes indo em algumas aulas de outros seres para aprender um pouco mais sobre cada espécie, e Arya se enfurnando nos livros élficos da biblioteca. Eles tem muito tempo livre para fazer o que quiser durante a noite ou o dia inteiro.

— Você tem certeza de que a Aiuli não vai ficar brava conosco, mexendo de novo na arena de treino, logo após um dia de ela ter arrumado tudo? — A hesitação era visível no rosto de Arya.

— Sério? — Eldro responde com um olhar de indignação— Depois de incomodar tanto para treinar, agora vamos treinar! — Eldro faz um gesto com a mão desenhando símbolos dentro de um círculo magico, fazendo que raízes saíssem do chão moldassem uma rapieira de madeira, enquanto ele pega uma espada de madeira que esta alocada a um armário estranhamente organizado.

— As rapieiras da Aiuli são frágeis de mais, não fala que eu falei isso, diferente das espadas longas— Eldro esbraveja isso para o ar na iniciativa de que Arya estivesse prestando a atenção enquanto ele caminha para a arena circular se virando para ela e sorrindo com o canto da boca— Você vem?

— Que ousadia, desdenhar as obras de sua mestra e ainda mais na minha frente, eu descido se algo é frágil ou não para mim. Vamos fazer assim: se eu vencer, você vai ter que arrumar um encontro entre o Trevor e Aiuli... — A malicia no rosto de Arya só não era maior do que ver a ira do irmão de Eldro sobre essa loucura moldada.

—Oque eu ganho com isso?­— Responde Eldro— Se eu vencer? Então vou poder, não, você terá que dar um urso de pelúcia á Dollores e chamar ela de mãe, feito?

—Feito! — afirma Arya, pegando uma arma da Aiuli e deixando a feita pelo Eldro no lugar que antes era da espada pegada, e entra na arena encarando Eldro no fundo de seus olhos.

— Mas espera um pouco— Questiona Eldro— A Aiuli, ela não é bem mais velha que o Trevor? Será que vai dar certo?

— Pouco me importa isso, eu só quero ver o nível de fúria que minha irmã vai ficar— Fala uma voz calma e polida saindo das sombras que o escondia, Aioli, o irmão de Aiuli, um jovem garoto de seus 20 anos cabelos escuros e pele pálida como a neve, detinha de pequenos chifres na cabeça e suas pernas lembravam a de um sátiro recém-nascido. —Ao saber que vocês desarrumaram a arena uma semana antes do troneio mundano que vai acontecer aqui, e ainda mais sobre esta brincadeira tola que estão tramando, aiai. Não queria ser vocês....

— Não liga para ele, vamos nos divertir depois amansamos a fera — Arya parte com sua velocidade para cima de Eldro sem deixar ele se quer pensar no que estava acontecendo.

Eldro com seus reflexos afiados como lâmina de adaga, impulsivamente defende o golpe quase que surpresa de Arya, logo se concentrando no combate e revidando com uma investida que faz Arya quase cair no chão. Em um show de acrobacias Arya mostra toda sua destreza e flexibilidade em batalha, ela com sua velocidade anormal já está quase acertando Eldro, que contra-ataca com uma espadada em sua barriga fazendo ela quase ser arremessada para fora da arena.

—Eu, não sabia que estava levando isso a sério. — Desdenha Eldro, brincando com a espada de madeira no ar. — Está com medo de demonstrar algum tipo de afeto “Pre-si-nha-s”?

O ódio de Arya é visível, como fosse uma tempestade apocalíptica, seu sangue ruge dentro de sua pele pálida, se cristalizando em pequenos cristais de sangue visíveis por baixo de sua pele. Ela avança na direção de Eldro com uma velocidade absurda, Arya não queria mais treinar, agora tomada por um instinto, uma sede de ódio, atacando como um animal brutal que só pensa em uma coisa, sangue...

Antes mesmo de chegar a uma distância próxima a Eldro, Arya é golpeada em vários lugares diferentes sem nem saber de onde veio e o que lhe atingiu, o ultimo golpe sendo nas costas uma estocada que lhe arremessa para longe sendo arrastada, em uma tentativa de parar impulso dado pelo golpe, cravando sua espada na terra fazendo com que sua espada saia do círculo mas seus pés não, ela vê sua derrota iminente, quando sente que Eldro está vindo carregando de outro ataque, o ataque que fara ela ser jogada para fora com muita força, em um movimento sublime, como uma arte, Arya dança entre a linha da arena desviando de todos os golpes que Eldro tentava acertar, a frustração dele foi se aumentando e fogo começou a emergir de sua espada começando a queimara-la, deixando-a escura dentro das chamas enquanto a força e precisão de seus golpes, juntamente com  sua velocidade chegando cada vez mais perto de atingir Arya. Como se fosse uma dança tradicional de Solaria, que representava uma das histórias de um de seus heróis mais renomados, o romance dos espíritos elementais de fogo e vento.

Em um breve momento Eldro se vê em vantagem entre um salto e outro de Arya, aguardando o momento certo em golpeá-la com um ataque carregado, este momento chega, como um meteoro caindo em direção à um planeta, a espada flamejante de Eldro se vê perto de tocar o torso de Arya, e com uma explosão de chamas acendendo todo o castelo e emitida do golpe de Eldro incinerando tudo pelo caminho, deixando uma mancha preta de queimadura em uma das pontes que cercava a arena.

—Venci? ­— Olha Eldro procurando algum vestígio de Arya, antes de começar a se desesperar aos poucos­....

 Uma solidão abate Eldro, um vazio, quietude, só a poeira e o vento de toda a quela euforia o conforta de uma forma estanha. “Sera que eu fiz de novo?”, é o questionamento que o aflinge, o desespero da quietude, o medo de ver o corpo dela largado no chão, simplesmente o pavor da solidão.

 

— Tuchê, eu venci...

 

Eldro sente a ponta de madeira a encostar suas costas, um sentimento doce levemente amargurado desce por sua garganta.

 

— Enfim mais uma derrota para minha conta — Esbanja Eldro orgulhoso de sua derrota ao virar-se e cobrir seus olhos novamente ao ver o estado de Arya.

 

Um cheiro de couro queimado quase que sufocante toma o local, Arya em um estado estranho com suas vestes cahmuscadas e levemente queimadas ao ponto de algumas partes esboçarem sua langerri. Eldro sem se importar  logo se lembra da promessa que firsera com ela.

— Eita... Amanha  meu maninho chega, justamente no dia que a vovó bruxa falou que tinha algo de importante para me dizer. Bem acho que terei de faltar este treino.... — Murmura enquanto vai se sentando no chão, ao mesmo tempo em que dezenha na areia com sua mão fazendo simbolos. que para Arya a observar são reconheciveis mas não interpretaveis.

Assim Eldro faz uma magia de reconstrução, todo o caos e destruição e qualquer vestígio de luta que ali tivera antes, agora já sumiu por completo.

 

—Des de quando você sabe magia elfica? — Pergunta Arya esboçando um rosto de estranhesa e curiosidade.

— Des de sempre. — Responde Eldro— Bem, sempre soube dos sigilos e seus significados na mana, mas somente com o auxílio do rei Lanis e da Oba bruxa que consegui compreender a mana em si, assim podendo usar as magias elficas.

— Mas elas não tem um preço— Endaga Arya.

— Não, de certa foma não, para mim. — Explica Eldro—pelo que a Dollores me explicou, eu sou descendente das fadas, os antecedentes dos elfos,  “o preço” que todos falam somente se aplica a não descentes da linahgem feerica.

— Mas eu sou. — Explica  Arya.

— Não.. — Desdenha Eldro.

Arya range os dentes, sua furia é crescente, estalos de madeira ecoam no silencio estranho que Eldro deixara. Barulhos de palmas começam a terminar aquele silencio que perpetuava inquietante

—Ora ora, quem diria que o favorito da velha está aprendendo novos truques. — Fala Aioli com sua cara sínica e debochada. — Agora sim a mana vai saber quem que bagunçou toda sua arena ainda mais sobre essa plateia que vocês fizeram, parabéns pelo show. — sai Aioli batendo palmas e gargalhando pelos corredores.

Enquanto isso Eldro e Arya percebem que não estavam sozinhos, e de fato nunca tiveram só, eram a primeira vez em que treinavam e lutavam com tudo de si sem a vigilância da Aioli

Sem pensar muito Arya se tapa e usa sua velocidade extrema para sair do local e irem para um lugar seguro.

 

Arya chega ao seu quarto, extremamente constrangida e brava com a situação, usando sem pensar de sua velocidade ela revira e arruma seu quarto em questão de segundos, em busca de sua roupa de dormir até perceber que trouxera Eldro para seu quarto também. Eldro subitamente se levanta e vai até a porta do quarto de Arya e percebe com um tom nostálgico que era uma porta magica que não possuía maçaneta, feita justamente para proteger Arya de qualquer curioso enxerido que ousara adentrar no quarto de uma dama sem ser convidado. Eldro ri levemente ao relembrar que fora um curioso enxerido, mas fora convidado para adentrar no quarto desta dama, cujo ela se encontra de roupas intimas e pretendendo tirá-las quando Eldro se vira para pedir que ela abrisse a porta para ele poder ir para seu quarto.

—Ahh... vo-você, po-poderia ab—

— Não! — Exclama Arya­— Uma vez aberta uma vez fechada, assim a velha me explicou, só quando o sol raiar poderá ser aberta novamente­— Explica Arya como se aquilo fosse algo normal não fora constrangedor. De fato, não era, uma lembrança de um verão passado cujo qual Arya Trevor e Eldro se divertiam a noite em um lago dentro da floresta que rodeia a montanha do orfanato, sem trajes de banho eles usaram somente suas roupas intimas dês da li eles têm uma intimidade única, mas não completa. — Ah, antes que eu me esqueça, me dê um pouco de privacidade, tenho que me trocar, cubra seus olhos por favor. Se espiar vai morrer.

Eldro fecha sus olhos e bota suas mãos no rosto como se fosse uma segunda barreira para impedi-lo de ver algo que sua imaginação estingava sua curiosidade a cada fração de segundo que passava. Ele não se aguentava mais e com uma singela fresta em seus dedos ele viu o que queria.

Era algo majestoso, de fato viveria por bastante tempo em sua imaginação a beleza de que tanto a admirava de fato era o que ele esperava, e o sentimento que sentia era realmente oque ele não queria sentir, mas isso não importava para ele, somente uma coisa o deixara mal por um momento, uma cicatriz causada por ele a Arya, que se ia de seu abdômen e se estendia até seu ombro e clavícula. Quando Eldro recobra sua consciência ele a vê vestida já e para de vê-la.

—Deu bobinho pode abrir os olhos de novo.

pedroedson22
pedroedson22

Creator

Ola tentei colocar o máximo que eu pude, mas o tapas não deixou colocar todo o cap então terei que separar o primeiro capítulo em 2 partes, bom assim não vai estar quando for para a versão do livro final, bem espero que gostem dessa obra que estou a muito tempo desenvolvendo só agora fiquei com coragem de postar o rework do meu primeiro capítulo mesmo que seja pela metade. Beijinhos nós veremos em breve

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