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Folklore

A aventura começa!

A aventura começa!

Jul 09, 2023

Niara e Acir estavam caminhando ao norte ainda muito confusos pelo que acabará de acontecer, e Niara estava muito cansada após usar tanta força, então Acir teve que carrega-la em suas costas. Eles caminhavam pela floresta vazia, sem nenhum felino, pássaros, mamífe... aparentemente Acir avista um pequeno caititu (espécie de porco-do-mato) caído e bem ferido, estava agonizando de dor, e Niara após ver isto, desci rapidamente e vai até o pobre caititu, e sem pensar coloca sua mão em cima da ferida dele, esse ato fez sua mão brilhar, de uma cor amarelada, até mesmo ela ficou surpresa, mas continuou agora juntando suas duas mãos intensificando o brilho, pois aparentemente o caititu estava se sentindo melhor.

Após um tempo o brilho desaparece, isto porque as feridas estavam fechadas, os dois estavam bem surpresos, caititu então levanta bem lentamente e, pula, rodopia, e berra bastante, ele parecia bem e alegre, graças à Niara. O caititu então vê que Niara estava bem cansada com uma expressão de dor, então diz:

- Como agradecimento por ter me ajudado, eu posso lhe-ajudar te carregando nesta sua viagem!.

Por alguns segundos os dois olham fixamente para o caititu sem reação, e gritão: - QUÊ!!!.

Enquanto isso, anhangá estava correndo em velocidade sobre humana até o pilar, que ficava um pouco afastada da cidade, no maior vale da região, o pilar mede 10 metros; é rochoso, porem não é uma simples rocha, mas por conter o poder de um deus, se torna quase inquebrável e extremamente pesado, ao ponto de afundar um pouco na terra. E ele finalmente chega, ele desacelera lembrando de sua batalha contra Tupã dizendo:

- Finalmente... uma parcela do meu poder está presa neste pilar, pilar este que coloca uma proteção nos elfos, me impedindo de encarna-los. Isso significa, que se eu destruir este pilar, liberando meu poder...

Antes que pudesse dar mais alguns passos, ele ouve sons de uma flauta soando, e então uma figura aparece em sua frente - na frente do pilar - uma pantera, mas não qualquer pantera, mas sim Akuanduba: deus do equilíbrio desta terra, em forma de uma pantera negra.

- ...todos os elfos serão sugados para si também.

Termina ele o pensamento de Anhangá e continua ainda em forma de pantera:

- imaginei que um dia iria lhe ver... velho amigo.

Anhangá estava surpreso em vê-lo após tanto tempo, antes de sua batalha final contra Tupã - quando tinha forma - vivia implicando com Akuanduba que o impedia de algumas maldades.

Mas anhangá não podia lutar, já estava cansado pela batalha mais cedo, e estava limitado demais para lutar contra um deus. Akuanduba percebia sua aflição no rosto de seu corpo encarnado, então diz:

- esta tudo bem, não irei lutar contra você, recebi ordens de minha superior para não atrapalhar, afinal não serei eu quem irá te derrotar...

Anhangá irritado exclama:

- o quê você está falando, ninguém irá me derrotar quando eu conseguir meus poderes de volta. Tupã já se foi, ele era o único que se igualava a mim - e finaliza sacando sua espada - venha com tudo!.

Akuanduba da uma risadinha dizendo:

- bom... se é meu ultima dia aqui, não há o porquê não aceitar. Como nos velhos tempos vamos lá!. - termina ele saltando bem alto acima de Anhangá.

Anhangá desvia no ultimo momento, girando e atacando-o enquanto aterrissava, mas ele pega a lâmina nos dentes o quebrando ao meio, anhangá então usa oque sobrou da lâmina e tenta perfurar os olhos de Akuanduba, mas ele usa o pedaço da lâmina que estava em sua boca rebatendo o ataque, Anhangá então recua rapidamente para longe. Akuanduba ri dizendo:

- até que estendo num corpo frágil e sem poderes você esta lutando muito bem! - em seguida se transforma numa serpente veloz, que avança nos pés de Anhangá que diz:

- e você continua bobo como sempre. - Quando estava próximo, Anhangá usa um pouco do seu poder guardado em sua lâmina quebrada e golpeia abaixo, quebrando todo o chão, abrindo um grande buraco. E após a poeira da terra se esvair ele olha pra vê se tinha acertado, porém ele ouve um assovio de alivio em sua cabeça.

- ufa, ainda bem que não foi nada - diz Akuanduba em forma de gafanhoto.

Ele então salta para longe se transformando de volta na pantera.

- vamos terminar com isso logo... - diz anhangá furioso segurando sua espada quebrada com toda força, ele concentra todo seu poder em suas mãos, transferindo para a espada. Akuanduba fica surpreso por ele, onde mesmo cansado, estava criando ventos de energia poderosos junto de uma áurea escura ao seu redor, então diz:

- não vou te impedir fique a vontade, foi boa essa nossa ultima luta... adeus! -

- cale a boca!, Eu não sei oque vocês estão tramando..., eu só sei que ninguém me vencerá! - Finaliza ele jogando a espada com toda a força.

A espada é jogada a uma velocidade e força muito grande, rasgando o ar em sua frente e deixando um rastro escuro atrás, indo diretamente no pilar, o quebrando em pedaços. Em alguns segundo com a poeira da rocha consumindo o lugar, uma cortina negra é lançada para para anhangá.

- Espero que tudo ocorra bem - diz Akuanduba - estou confiando em minha criadora...

diz ele com um sorriso no rosto em seu ultimo suspiro, onde se vai sumindo em partícula por partícula, afinal, ele não cumpriu com sua ordem de equilíbrio logo, sua existência se torna conflitante.

Após ter sumido, anhangá continua recebendo poder, criando grandes ventanias ao redor até que...

- então você fala apenas com a gente? Perguntou Niara ao caititu.

- ah sim, afinal vocês são os nossos protetores!. Diz ela animado - e pode me chamar de Pecari!.

- Prazer, Niara

- Acir

- hm e onde vocês estão indo?. Perguntou Pecari

- vamos avisar primeiramente a rainh...

Antes que Niara pudesse terminar, uma onde de choque muito forte passa rapidamente preste a atingi-los. Porém, Jaci a deusa que comanda a noite, aparece atrás de nossos companheiros em sua forma humana, ela possui uma pele branca azulada, e brilha por inteira, seus longos e lisos cabelos brancos, flutuavam caindo lentamente junto dela; sua vestimenta é um belo vestido de noiva, curto mostrando seus membros inferiores, e não possuía véu; Sua aparência é de uma adulta serena, e possui uma expressão calma. Ela desce flutuando delicadamente de forma cintilante, e então estende suas mãos, e em um segundo repeli toda onda de choque que os atingiria.

Enquanto ela estava os protegendo, eles ainda assim estava sentindo a enorme força dos ventos, e não conseguiam enxergar muito bem a deusa, o máximo que Niara pode ver foi um lindo sorriso e depois de alguns segundos desmaiou... assim como os outros.

Após um tempo, ainda desacordada, Niara consegue sentir estar sendo carregada por alguém, alguém forte e alto. E então após um pesadelos Niara acorda assustada, e percebe estar em um lugar desconhecido, ela estava em uma casa de madeira deitada em confortáveis panos, estava tudo bem escuro, mas pela passada de alguns feixes de luz, conseguia ver que era uma casa menor doque era acostumada, porém moderna, bem diferente de sua casa, ela estava deitada sobre uma cama próximo a uma parede, enquanto Acir um pouco afastado dela, numa cama também (estava dormindo ainda), do lado oposto tinha uma fogueira apagada, rodeada de pedras com uma abertura que iluminava acima, e sobre a fogueira tinha galhos e folhas com um pedaços de carne queimados.

Niara então sente alguém se aproximando, ouve passos chegando a porta, ela assustada pega uma arma que esta em seu alcance: os panos que estavam sobre ela, e se prepara. A porta se abre lentamente, e antes que pudesse abrir por inteira Niara joga pelo susto sua "arma" com um grito e fechando seus olhos apavorada. Pelo grito Acir acorda levantando seu tronco e abrindo seus olhos cansados, ele via uma mulher parecida com os humanos, porém de pele mais escura e com cabelos cacheados, Niara então abre seus olhos devagar e vê que seu pano não voou muito longe. A pessoa na porta olha com um olhar desafiador para Niara, que recua atrás de Acir, porém a expressão de raiva da mulher foi aos poucos mudando para uma expressão calma e feliz, ela então abraça os dois bem forte, e diz o quão bom é eles terem acordados depois de 3 dias desacordados.

Os dois estavam muito confusos, mas agradecem por serem salvos, então se sentam enquanto a mulher se apresentava: Dandara

E dava uma tigela de madeira muito bem feita, com um pedaço de carne que estava na fogueira para os dois.

- peço desculpas por aquilo! - diz Niara - não passou pela minha cabeça eu estar bem e, em um lugar confortável.

- de fato - responde Dandara - após eu encontrar vocês, começou-se a chover bastante, agradeça a seu javali, ele que me guiou até vocês.

Niara percebe que estava esquecendo alguém... A Pecari, Ela olha para o prato e... De repente a porta se abre violentamente e era a Pecari, mas acima dela estava uma garota do tamanho dos dois elfos gritando alegremente, em seguida Pecari Vê Niara e corre até ela derrubando a garota.

- já falei pra não subir no javali - diz Dandara

A garota ri com expressão boba. Vê os dois e se apresenta animada:

- olá! Parece que vocês finalmente acordaram, me chamo Potyra e sou a guardiã de todas as plantas aquáticas, herdeira dos poderes de vitória régia!. Prazer em conhecer vocês... - termina ela se mostrando curiosa pelos dois.

- me chamo Niara!, Sou a guardiã dos animais, sou herdeira dos poderes da caipora.

- Acir, guardião da floresta, herdeiro do curupira.

Potyra olha maravilhada para os dois, afinal eram guardiões assim como ela, e pula muito animada dizendo o quanto poderão se divertir juntos. E ??? Rebate resmungando:

essa guria não tem bateria

- obrigado por nos ajudar mais uma vez Pecari - diz Acir

E Niara acenava com a cabeça concordando com Acir.

- então você nos encontrou nesta floresta né - diz Acir à Dandara - oque você viu no lugar?. Acir se mostra curioso por conta do ciclone

- nada, apenas arvores caída por todo lado - responde Dandara, e continua:

- eu senti daqui tamanho poder, não foi um simples vento, mas veio de alguém, alguém muito poderoso!..., Minutos depois de tudo ter sido acalmado, eu fui ver o tinha acontecido, queria confirmar de que viera de um certo alguém...

- como assim? - se pergunta Acir

- não é estranho vocês me verem aqui? - pergunta Dandara - Pelo menos eu nunca vi alguém como vocês.

Os dois com expressão boba finalmente percebem que Dandara não era daqui. E perguntam genuinamente de onde ela veio.

- eu já ouvi essa história, mas ouvirei de novo!. - diz Potyra se sentando próximo dos dois.

- de fato eu não sou daqui, aliás aqui é bem diferente de onde eu cresci, lá não tem essas arvores toda, essa terra pra todo lado e fértil. Eu cresci em Angola no continente africano, e lá era dureza, tive que aprender a lutar dês de muito cedo, para proteger meu povo que eram escravizados, me esforcei tanto que até desenvolvi um estilo de luta próprio.

- estilo de luta, interessante... - dizia Acir curioso

- a senhora Dandara é incrível! - diz Potyra

- escr-escravizados? - se pergunta Niara

- sim, eles nos usavam para trabalhos forçados - responde Dandara enquanto Niara e Acir imaginavam tamanho terror - e foi num dia em que o inimigo nos atacou, onde estávamos em grupo, éramos bastante forte, principalmente a mim, que derrotei o maior numero, mas eles não desistiram, e usaram meu irmão como refém, apunhalando-o com a lamina tocando seu pescoço, nisto, fizemos um acordo, eu me rendia a eles como uma guerreira deles, e minha família era poupada; ou matariam meu irmão e ainda voltariam mais numerosos e preparados.

- que horror... - exclama Acir assustado

- porque faziam isto!? - pergunta Niara indignada

porque era lucrativo - responde Potyra - sem contar que se achavam superior.

Potyra sorri a Dandara por ter aprendido direitinho, enquanto ela acena com a cabeça concordando, e continua:

- mas no meu caso, me queriam como guarda em expedições deles. Obviamente escolhi que me levassem em troca da segurança de minha família, então numa longa viajem fui levada a pessoas muito influentes, que me queriam como guarda devido as minhas habilidades de combate, os que me levaram ganharam uma grande recompensa, e então fui parar num lugar de alto escalão, sendo a única negra, eu era vista com indiferença, mas não me importava, pois estava valorizando meu povo.

- wow, você parece bastante forte mesmo, nos treina! - implora Niara

- ela já me treina, faz uns dias hehe - diz Potyra à Niara

- gostaria de aprender seu estilo de combate - diz Acir

- é claro que eu treino vocês - diz Dandara alegremente, e contínua:

- após um tempo lutando contra pessoas más, minha notoriedade só crescia, e um homem muito respeitado me queria como guarda para uma viajem até a índia, e eu fui, porém chegamos em terras diferentes, e o homem navegante não estava normal, parecia estar sendo controlado, ele empunhou sua espada e atacou seus companheiros, eu tentei impedir, mas ele parecia estar mais forte do que era, nisso antes que pudesse me atacar também, eu fugi. E indo bem longe, me instaurei aqui.

- foi ele!!! - grita Niara - este homem atacou a gente também.

- espere, como eu disse ele não estava normal, não era ele. - responde Dandara

- sim, na verdade ele foi possuído por um ser poderoso... - diz Acir - mas é uma longa história...

- há é, vocês não me contaram, ond - antes que Pecari pudesse concluir, um som de grunhido bem alto é escutado por todos, algo estava lá fora, preste a ataca-los.
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sanyaathe32
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Sim, mudei a forma de escrita dos diálogos, em vez de aspas por travessão.

#folklore #PTBr #portugues #BR #Brasileiro #brazil #folclore

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