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Folklore

O começo do fim

O começo do fim

Jun 15, 2023

Neste mundo de fantasia algo surpreendente vai acontecer, a passada competência de guardião à novos portadores, isto é algo que ocorre a cada século, e agora está na vez dos atuais Curupira e Caipora irem descansar, e os elfos estão preparados.

Mas afinal o que são elfos, eles tem estatura mais baixa que os humanos; a possuem pele mais escura doque clara, assim como todas as raças; eles tem as mesmas vestimentas e culturas dos indígenas, por serem muito unidos essas duas raças; seus cabelos são sempre pretos e lisos e possuem também grande capacidade física, como maior resistência, força e agilidade, o que os diferem dos humanos que são mais comuns.

No lugar mais tradicional da região dos elfos onde há apenas eles como raça, é onde vai acontecer o festival de comemoração e o ritual também. Todos estão super felizes nas barracas de alimentos/brinquedos, nas danças à qual há músicos tocando um samba, todo o lugar há energia e empolgação. Há também fitas por cima das ruas e barraca de cores verde e amarelo.

Os elfos estão com colares, puseras para mostrar seu valor, vestindo também cocar com penas brancas, verde, amarelo e azul. Enquanto algumas elfas estão com vestidos longos para rodopiar na dança chamada: siriri.

O ambiente estava lindo como sempre, tinha diferentes tipos de pássaros cantando, vários micos leão dourados pulando por cima das barracas, capivaras que andavam em bando alegrando o pessoal, tucanos comendo as frutas que caíam no chão. Estava sendo um dia harmonioso e especial.

Niara uma pequena elfa de 12 anos de cabelo longo preso atrás, vestindo uma blusa curta e sem mangas com diferentes padrões, e uma saiote típico indígena, no rosto ela tem pintado uma linha vermelha passando de uma maçã do rosto à outra, e dois retângulos pretos nas bochechas.

Ela mesmo tendo idade pra ser guerreira "não estava interessada nisto", preferia apreciar a cultura de sua morada e os guardiões que à protegia. Mas a verdade é que ela treinava escondido com gravetos que juntava e formava uma lança humilde, é que Niara não tem coragem de ir muito longe com seu talento, tinha medo, insegurança, e não se achava muito boa perto de outros guerreiros e guerreiras.

Niara estava junto de seus pais, o cacique da aldeia seu pai: Kauã o Cacique deste lugar, e sua mãe: Lauany que é uma elfa bem briguenta mas muito respeitada. Eles estavam passeando pelo lugar comprando brinquedos dos guardiões para Niara que admirava a caipora. Kauã seu pai então é chamado para guiar os guerreiros, então Niara fica apenas com sua mãe.

"eu quero aquele ali também mamãe" disse Niara apontando para mais uma boneca de pano da caipora

" que isso minha filha, eu já te comprei muito brinquedo e tu quer mais pra quebrar?" respondeu sua mãe um pouco irritada

"na volta a gente compra" disse a mãe deixando Niara desconfiada.

Ela então olha pros lado e vê uma amiga junto de seu filho vindo à sua direção, seu filho Acir estava com sua cara séria e opaca como de sempre.

Acir estava vestindo um curto short e em volta da cintura dois retângulos em tecido na frente e atrás; No rosto tem pintado dois retângulos pretos na bochecha e acima dos olhos todo vermelho; também esta usando no pescoço um tecido com padrões geométricos que vai até seu abdômen.

E sua mãe Ayra está usando um belo vestido cheio de flores para a dançar siriri antes do ritual.

"bom dia Lauany" disse a amiga

"Bom dia Ayra..." Lauany olha para o rosto opaco de Acir, oque te perturba. "tá tudo bem com ele mulher? Achei que estaria mais alegre..."

"Não querida, ele é assim memo" responde Ayra dando uma risadinha, mas depois se aproxima e cochicha: "acho que ele queria que mais alguém estivesse aqui". Rapidamente Lauany entende e tenta alegrar o Garoto.

"Rapaz que bom que você tem muita chance de virar um guardião, você é um menino muito talentoso!", Acir olha para Lauany com um olhar de surpresa, e ela continua.

"Porque minha filha... have maria". Ayra se mostra curiosa enquanto Niara clama desconfortavelmente.

"ela tem um dom enorme vinda de seu pai mas prefere vagabundar por ai".

"Mãaaae!" suplica Niara "é que eu sou muito pequena para isso tá?".

"num é Ayra que na nossa época nois dessa idade já trabalhava?". Ayra acena com a cabeça, enquanto Niara ficará entediada por ouvir tanto essa história, enquanto isso Acir finalmente estava sorrindo, e Lauany ficou satisfeita.

"Niara, quer brincar com o Acir?"

"tudo bem..." respondeu

Niara e Acir eram amigos já dês de pequenos, ambos possuem a mesma idade atual: 12.

Os dois se separa em poucos centímetros dos pais.

"isso não está pesado não?", pergunta Acir olhando Niara carregando uma boneca de crochê da caipora e uma de pano; curupira e caipora esculpidos de madeira e outro feito de pau e crochê.

"Não.." respondeu ela escondendo o esforço.

Acir então se vira e vê que havia uma barraca vendendo belas mochilas de pano, vai até ela e compra uma com 3 moedas tupi Logo após volta até Niara e o entrega. Niara fica extremamente feliz e agradece. Niara nem tinha percebido que Acir tinha saído, estava distraída com os brinquedos.

"você vai estar no ritual né!" diz Niara empolgada, "espero que você consiga se tornar curupira, eu particularmente, não to nem aí pra essas responsabilidades, minha vida já é boa o suficiente..." Diz ela parecendo um pouco chateada, "mas de fato estou torcendo por você" termina ela com um sorriso no rosto.

Acir não estava conseguindo absorver aquele sentimento muito bem, ele estava alegre por este dia ter chegado e que poderia ter chance de mudar de vida, mas ele não entendia oque fazer com isso. "Obrigado" diz ele expressando um leve sorriso envergonhado.

Após isso dezenas de guerreiros chegam próximos de Acir e Niara, estavam em bando.

"precisamos ir Acir" diz um dos guerreiros com mais idade, alto e empunhando uma lança bem elegante, este gnomo era visto como um "líder" pelos outros guerreiro.

"falou Niara..." diz Acir "te vejo lá"

"hmmn Niara né?" perguntou o guerreiro aproximado o olhar "você não é a filha do Cacique?".

"s-sou..." responde Niara amedrontada.

Ele solta uma gargalhada e diz "nem parece" enquanto ri.

Niara fica envergonhada e antes que Acir possa a defende-la sua mãe exclama: "ou! Que que se tá falando de minha filha ai!?", o guerreiro olha pra ela, assim como os outros também.

"to falando com tigo memo!" disse ela apontando o dedo com muita força. "escuta só!, se você falar mais um "a" dela se vai ver onde vou enfia esse cabo de vassoura!". O guerreiro se desestabiliza e recua chamando-a de louca.

" é xo de mostrar a louca aqui...", ela dá um passo que faz subir uma áurea vermelha de seus pés, seus cabelos começam a se elevar, ela rica maior e mais maior, o cenário por um segundo parecia mudar para rios de lavas para os guerreiros, isso os assusta que fogem apavorados.

Enquanto isso algumas pessoas passavam rápido com medo, outras olhavam e outras riam dos guerreiros.

"vem cá minha filha, liga pra eles não" conforta Lauany, "mamãe já disse várias vezes pra você treinar com o papai, pra vê se dá um pé na bunda dessas campada!". Niara não estava nem um pouco surpresa pela bravura de sua mãe, e queria ser assim, porém não tinha coragem em brigar com alguém.

Niara estendo melhor olha pro lado à qual vê um gnomo eufórico chegando neles e gritando: os guardiões chegaram!!!. Acir se despede da mãe que se despede de Lauany Que vai junto de sua filha ver a chegada.

Niara estava muito animada e sua mãe finalmente contente, eles chegam na entrada do centro Gomes e lá estão eles, os atuais herdeiros das almas de Curupira e Caipora: Kaique e Mayara. Kaique é um gnomo que mede 1,60 e tem 100 anos e Mayara 1,50 e 104 anos. Mesmo os dois tendo séculos de idade, seus corpos e rostos são de um adulto comum, essa é uma das características dos guardiões.

Ambos estão encima de um grande caititu medindo quase 1 metro, acenando para as pessoas que gritam alegremente. Mas em meio aquela multidão com 50 mil elfos, Mayara rapidamente sente uma energia absurda num ponto da multidão, graças a sua bela visão de poder ela consegue vê uma fina e alta energia amarela, ela então se separa de Kaique, que vai cumprimentando e conversando com o povo, Mayara faz o mesmo, só que indo em direção aquela misteriosa energia comprimento o pessoal, onde até um gnomo desmaiou de alegria por cumprimentar Caipora, enquanto o pessoal foi ver curiosamente o gnomo caído, Mayara finalmente encontra a tão intrigante energia.

Esta energia vem de uma pequena gnomo cheia de brinquedos de sua imagem, ela estava extremamente maravilhada pela Caipora estar próxima dela, e timidamente se esconde atrás de sua mãe, Caipora faz uma expressão curiosa ao ver que tamanho poder vem de uma elfa de 12 anos tímida e da uma risadinha.

"vamos!, Se não queria ver ela" grita a mãe "mamãe já ensinou a não perde oportunidades por conta da timidez"

"Tá tudo bem..." acalma Mayara

enquanto Niara olha envergonhada, Mayara vendo isso, pega sua pequena lança reserva numa bolsa pendurada no caititu, essa foi a primeira lança de Mayara. "Aqui, pegue..."

Niara então cria coragem e chega mais próximo para receber o presente, Niara vendo uma lança vinda de sua inspiração, fica mais maravilhada ainda com Caipora, "o-obrigado" agradece Niara, Mayara da um grande sorriso de satisfação. Logo após ela é chamada para conferência, se levanta e vai em frente ao ritual alegremente.

Chegando lá, junto da multidão que a seguia com alegria, ela percebe que está num grande campo aberto onde esta apenas ela, o curupira e os guerreiros o povo esta a uns 20 metros de distância em volta deles, Caipora observa suas guerreiras que vão receber a benção e não se encanta nadinha, elas pareciam inseguras, reprimidas, algumas orgulhosas e arrogantes, enfim, nenhuma com uma aura significativa.

Ela então olha para o lado a qual vê que Kaique ao contrário dela, parece fitar um pequeno guerreiro, do tamanho da elfa que viu mais cedo, este guerreiro de fato tinha uma aura forte, a mais forte de todos os guerreiros que tinham, porém... Era triste, traziam mágoas junto dela, era uma áurea escura... Tirando este guerreiro os outros eram os mesmos do de Caipora.

De repente, antes do anoitecer, dançarinas e dançarinos companheiros de danças, começam a contornar os dois grupos. Logo a seguir aparece o cacique da vila à qual da sua palavra antes da dança.

"Obrigado a todos os envolvidos nesta cerimônia, os que ajudaram na criação e os que estão se divertindo, Mayara e Kaique, os atuais curupira e caipora, muito amados pelas suas conquistas neste mundo, eles enfrentaram grandes lendas maléficas que já planejaram algum mal no passado, exemplo disto é o Boi Tatá que atacou a todos, houveram uns 4 guardiões pra conte-lo. Ou no reino Igui, à qual Kaique e Mayara junto de vitória régia e Yara, derrotaram as lendas que ameaçaram invadir o reino Igui. E muitas outras aventuras que salvaram muitas vidas". Ele se aproxima dos dois grupos e estende os braços.

"esperamos 100 anos de pura paz, agora Mayara e Kaique descansaram e suas almas irão aos novos portadores. Que comecem a festa!"

Após o grito, os dançarinos e dançarinas começam seus movimentos, rodopiando ao som das viola de cocho, ganzá, tamborim e reco-reco.

E depois das danças e musicas, finalmente anoitece, o céu estava bem escuro e as estrelas incrivelmente visíveis, estava um céu estrelado à uma lua cheia.

O ritual passa a começar. o que antes havia barulho, agora estava silencioso. Então o pajé chega, ele é o mestre espiritual da vila e vai dar inicio ao ritual.

Ele começa soprando fumaças do fumo em sua boca, essas fumaças permeiam o ambiente. Mayara e Kaique se sentam cruzando as pernas, as cinquenta guerreiras de Mayara fazem o mesmo, os setenta de curupira também. O pajé andava em volta deles dizendo repetidas palavras e balançando um chocalho.

Todos da vila prestavam muita atenção a este evento, até que percebem que Mayara e Kaique começam a brilhar por inteiro, se tornando brancos e luminosos na fumaça, os guerreiros já não estavam visíveis na fumaça enquanto o pajé continua o ritual tocando, falando e andando mais rápido, até que...

Mayara e Kaique emergem aos céus como feixes de luz até perderem o brilho pela distância. O povo fica maravilhado, e o pajé finalmente para.

Enquanto a fumaça vai saindo, era possível ver finalmente, o atual curupira deste mundo. Acir começa se ilumina mostrando sua mudança, oque antes tinha cabelos pretos, agora eram avermelhados e grandes. Ele estava emanando uma áurea que todos conseguiam ver, é de tom escuro, sem cor.

O povo grita, vai a loucura, comemoram e... Estavam se esquecendo de algo, as guerreiras... Nenhuma delas mudaram.

"Impossível..." diz o pajé "isto nunca aconteceu antes."

"como..." antes que Kauã pudesse dizer algo, ele olha pra uma luz amarelada vindo aos canto dos olhos, em frente a uma multidão algo parecia brilhar, o povo se afasta e revela então.

Niara se torna a nova Caipora, e os mesmos efeitos de Acir acontecem nela, porém estava emanando uma áurea amarela. O povo vai a loucura novamente, gritam e saúdam os novos Guardiões, Kauã muito animado eleva a emoção gritando: "esta é a minha garota!!" e gargalha feliz.

As guerreiras parecem não gostar nada disto, e vão confrontar Niara... "ei!" grita uma delas. "quem você pensa que é!" olha friamente e se impondo à Niara.

Niara não sabia também o porque disto, ela até queria receber este poder, mas não se sentia capacitada. "D-desculpa" responde ela.

A guerreira fica mais furiosa ainda com a resposta e sem pensar avança na Niara, Kauã então se coloca imediatamente na frente de Niara, enquanto a mãe avança na guerreira furiosa, porém, um pequeno galho arranca violentamente o ar, vindo de longe, exatamente no rosto guerreira, tudo acontece em segundos, Niara com o instinto de defesa salta a impressionante velocidade parando o galho com as duas palmas da mão, com a ponta do galho quase encostando na sua testa. Podendo ver também uma áurea escura no galho que logo se esvai enquanto o galho desintegra.

Em segundos todos param e olham o que aconteceu, onde só era possível ver a posse da Niara com os braços arqueados, e o galho que ela estava segurando com as palmas da mão, passados mais segundos de silêncio total e paralisação, ouvisse um grito ao longe: "ESTAMOS SENDO ATACADO!".
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