- "Silkie, me larga logo." - Mariza tenta se soltar das teias do casulo que a aranha criou.
Ela responde, enquanto estava tentando sabotar o quebra-cabeça. - "Eu não vou te soltar até você pensar direito antes de querer entrar no buraco."
Mariza fala alto para ela. - "Eu perdi o meu parceiro de equipe, meu corpo está ficando dormente e você ainda acha que eu quero entrar nesse buraco?!"
A aranha acena. - "Sim, parece que sim... hm, preciso de algo fino e cortante. Acho que você não vai conseguir usar isso agora mesmo, né?"
Ela rasga parte do casulo com os dedos e pega a adaga da ladina.
Antes mesmo de encostar a adaga no quebra-cabeça, a porta abre. - "Huh?" - Silkie fica confusa e vira pra abelha. - "Bem, deu certo."
A aranha atira uma teia para pegar a Mariza ainda dentro do casulo, irritada e reclamando com a Silkie. - "Tem como tu me largar na próxima sala?"
- "Pensarei." - Ela responde, indo para a próxima sala.
Na próxima sala, eles encontram um pequeno altar com a metade de uma pedra mágica emanando uma aura roxa.
Mariza observa a pedra. - "Oh! A pedra... espera, pela metade?"
Silkie solta ela do casulo. - "Ter uma pedra pela metade assim, e não estou vendo ninguém que está guardando essa pedra."
Não havia mais nada ao redor daquele pilar, pelo menos nada aparente.
A mariza se aproxima e segura a pedra, retirando do altar. - "Acho que... a gente tem que encontrar a outra metade, né?" - A pedra começa a criar uma maior aura roxa ao redor da mão da abelha.
Silkie olha pra mão, se preocupando. - "Tá tudo bem aí?"
Ela começa a desabafar. - "Nada não, só... sempre soube que eu era chata demais pra qualquer um ficar comigo..." - Uma horda de monstros começam a aparecer pelo chão e nas paredes. - "Eu não sei o porquê dele ainda ter se importado comigo."
- "Ah Mariza, agora não é hora..." - A aranha afasta os monstros de perto, derrotando-os com golpes na cabeça gosmenta de cada um. Mas continuava a surgir mais monstros. - "O que está acontecendo?"
Silkie olha para a pedra novamente, e usa a teia para retirar da mão da Mariza. - "U-Uh? Que que rolou?" - A abelha parecia ter saído de um pesadelo.
A aranha responde. - "Sei lá, tu só estava se depreciando, nem parecia que estava sendo atacada por um monte desses monstros."
Os monstros ignoram os aventureiros e retornam a pedra para o mesmo altar, derretendo.
Mariza olha para a pedra de volta ao altar. - "Mas... como vamos unir a outra peça... se ela existir, pra purificar esse lugar?"
- "Sei lá, como que vocês estavam fazendo isso?" - Silkie pergunta pra ela com as mãos cruzadas.
A abelha explica. - "Simples, a gente tirava, o monstro derretia na nossa frente e o dono, purificado, pega a pedra pra ele."
- "Huh." - Ela acena com a cabeça levemente, olhando para a parede. - "Bem, teoricamente isso aconteceu. Estranho que não tinha nenhum outro responsável pela pedra."
Uma das pareces abre um caminho com uma escada para um subsolo.
- "Ei, se tiver a outra metade, muito provavelmente ela vai estar lá embaixo, né não?" - Mariza anda até as escadas.
Silkie ri. - "Tem razão, provavelmente o dono está lá embaixo."
Ao aceitarem a comissão do rei, dois mercenários (Sowlp e Mariza) enfrentam diversos desafios para acabar com os bandidos que estão invadindo o Reino de Melrein.
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