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O Renascimento Das Sombras

Capítulo 13 — O Peso das Eras

Capítulo 13 — O Peso das Eras

Jul 19, 2025

A nova forma do Eco-Sangrento pairava sobre o campo como um presságio vivo.
Seis lâminas orbitavam seu corpo grotesco — espinhos de metal e sombra ao redor de um núcleo de fúria antiga.
Sua presença distorcia o próprio ar, e a raiva que dele emanava não era apenas de combate, mas de eras inteiras devoradas.

Grumak sentia isso no peito.

O peso.
O legado.
Como se todos os fracassos do passado ardessem em sua pele.

Quando o inimigo avançou, foi como um eclipse em movimento.
Lâminas cortaram o ar em quatro ângulos ao mesmo tempo.

Grumak reagiu por puro instinto. A luva ancestral brilhou, ativando o escudo da Proteção dos Veios.

— SHAA!

O impacto ressoou como trovão.
Duas lâminas ricochetearam.
A terceira quebrou a defesa.

O corte abriu-se fundo no ombro esquerdo. Sangue quente escorreu.
Antes que respirasse, uma flecha flamejante foi disparada.
Grumak tentou rolar. Tarde demais.

Explosão.

Seu corpo voou contra uma rocha, o impacto seco reverberando no vale.

— GRUMAK! — gritou Malias, erguendo-se do trono.

O guerreiro cuspiu sangue. Tentou se levantar com um joelho no chão.

— Ele... quebrou meu escudo... mesmo reforçado...

Em desespero, canalizou uma rajada de vento, empurrando o inimigo.
O punho direito explodiu em chamas e atingiu o peito do Eco.

Nada.

O monstro sequer vacilou.

— Ele absorveu fogo, vento e gelo! — gritou Tibrok.

Grumak entendeu.
Não bastava força.
Ele estava lutando contra algo que aprendia, adaptava e superava.
Como uma sombra viva do próprio ciclo.

O Eco respondeu com brutalidade.
Duas lâminas atingiram Grumak — costas e flanco.
Ele caiu, ofegante. O mundo girava.
Cada tentativa de reação era frustrada. Cada passo, punido.

— Ele... aprende... — murmurou, cambaleando.

O espectro girou como um turbilhão e lançou todas as seis lâminas.
Grumak gritou:

— TELEPORTE!

Sumiu em um clarão gelado.
As lâminas atingiram o solo com violência, abrindo crateras fumegantes.

Grumak surgiu no ar, punhos cercados por pedra e fogo.

— CRATERA DUO-IMPACTO!

Desceu como um raio.
O solo tremeu. A poeira se ergueu até os céus.

Tibrok vibrou.

— É AGORA!

Mas quando a poeira baixou… o Eco ainda estava de pé.

Ferido. Mas firme.
E sorrindo.

— Você luta bem, Grumak…, mas quanto mais forte a luz… maior a sombra que ela projeta.

Então surgiu diante dele, num piscar.
Socou o estômago de Grumak com precisão letal.

O guerreiro voou longe, rolando no chão, a energia colapsando.
Malias apertava a Maeliri contra o peito. Sentia algo se partir — por dentro.

Grumak, deitado, olhou para o céu.

Shiro. Aelyn. A floresta.
A esperança.

Fechou os olhos.
E tudo desapareceu.

Escuridão.

Nenhum som. Nenhuma dor.
Apenas o vazio.

Grumak flutuava dentro de si.
Impotente. Pequeno.
Como um sussurro esquecido pelo mundo.

Então — uma memória.

Shiro, pequeno, chorava com um graveto quebrado nas mãos.

— Eu tentei, pai…, mas não consigo!

Grumak se ajoelhava diante dele.

— Filho… quando tudo parece dar errado… a gente respira. Aguenta. Dá mais um passo.

— E se ainda doer?

— Então a gente aguenta mais um pouco. Porque às vezes… é só isso que o mundo precisa.

E então veio ela.

Aelyn.

A presença era luz. Calor. Silêncio acolhedor.

Ela se aproximou como lembrança viva.

— Grumak… ele ainda vai precisar de você.

Tocou o peito dele.
E a luva brilhou.

Dourado e azul.
Força e memória.
Amor e promessa.

— Não é hora de cair.

Grumak abriu os olhos.

O campo voltou. A dor voltou.

Mas algo nele havia mudado.

A luva ancestral se reconstruiu.
Runas douradas pulsavam.
Cristais elementais giravam em sua órbita como planetas ao redor de um novo sol.

Ele se ergueu. Lento. Firme.

O Eco recuou um passo.

Malias caiu de joelhos.

— Ele… está mudando…

Tibrok murmurou:

— A Segunda Evolução…

Grumak estava diferente.
A armadura pulsava com os cinco elementos.
No peito, o símbolo de um lobo e uma chama ardiam em luz.

— Eu caí… sangrei…, mas levanto. Por mim. Por ela. Pelo meu filho.

Bateu os punhos.
O anel elemental ao seu redor girou, vibrando em cinco cores.

O Eco lançou três lâminas.

Grumak avançou.

— RUPTURA DOS ELEMENTOS!

Um soco no chão.

A onda expandiu-se.
Terra partiu.
A sombra gritou.

O Eco foi lançado para trás.

Grumak cambaleou, mas não cedeu.

O campo era agora um campo de ruínas.

O céu limpo revelava a lua — testemunha silenciosa.

Eles se encararam.
E voltaram a colidir.

Punho contra lâmina.
Luz contra sombra.
Presente contra passado.

O primeiro golpe de Grumak atravessou o bloqueio.
As lâminas rangeram.
O Eco recuou, a armadura trincando.

Outro soco.
Terra. Fogo. Gelo.

Um gancho flamejante no flanco.
O rugido do Eco foi quase humano.

Ele retaliou com todas as lâminas girando como foices vivas.
Grumak defendeu com micro escudos de energia.
Ainda assim, foi ferido. Ombro. Coxa. Dor real.

Mas não recuou.

— Você não vai vencer… — rosnou, com sangue na boca.
— Porque eu não estou lutando sozinho.

Cravou o punho no chão, e raízes energéticas começaram a emergir da terra. Eram como as antigas defesas do Vale Silencioso, lembranças da floresta viva que um dia protegiam os seus. Elas se enrolaram em seus braços, pernas, tronco. Pulsavam com a mesma vida que ele. Agora, Grumak era parte da floresta.

E então… foi o fim.

Ambos dispararam ao mesmo tempo.

Punhos contra lâminas.
Luz contra trevas.

Tão rápido que os olhos mal podiam acompanhar.

O som dos impactos soava como trovões comprimidos dentro de um sino de cristal. Faíscas cortavam o céu de estrelas cadentes fora de órbita. O tempo parecia fora de si — alongado e contraído num ritmo que só os dois entendiam.

Tibrok assistia ajoelhado, as patas trêmulas.
Malias se agarrava à Maeliri.
O Tuntor permaneceu em silêncio absoluto, os olhos dourados fixos. Testemunha e juiz.

E então… a brecha apareceu.

Grumak viu.

Uma das lâminas do espectro falhou. Rachada. Lenta. Era um erro — o primeiro.

Sem hesitar, concentrou tudo que restava de energia no punho direito. Cada fragmento da essência do escudo ancestral, cada gota de poder, comprimida em um único ataque.

— "Que essa muralha seja também minha lança!"

Com um grito que rasgava o peito, lançou o golpe direto no centro da armadura de Velgran. Não em qualquer lugar — mas no núcleo. O coração sombrio da criatura.

— JULGAMENTO DA LUZ!

O impacto foi como um segundo nascer do sol. O chão estremeceu, e uma explosão em forma de cruz de energia pura se abriu no ponto do soco. O Eco-Sangrento foi lançado para trás, as seis lâminas estilhaçadas no ar como vidro negro. O corpo dele começou a se desfazer. desintegrando pela própria alma.

Ainda tentou rugir. Mas era fraco. Um som oco. Sem força.

E então, finalmente... se desfez.

Somente silêncio ficou.

Grumak caiu de joelhos, os braços pendendo, a respiração pesada. Sangrava. Estava esgotado.

A energia no vale se acalmou, como se o próprio mundo exalasse alívio.

O céu clareou. As nuvens recuaram. As árvores, que antes choravam folhas secas, começaram a florescer, uma a uma, como se renascessem.

E do trono, o Tuntor se levantou.

— Equilíbrio restaurado. Luz e vida renascem.

O campo silenciou.

A escuridão, enfim, ruíra.
O Eco-Sangrento, derrotado pela força absoluta de Grumak.


E, pela primeira vez em eras… o vale respirou.

Tuntor não desapareceu.

As luzes que giravam ao seu redor pulsavam em um ritmo solene, como se a floresta aguardasse sua sentença.

Ele se levantou — pela primeira vez em milênios.

.
E sua voz… Clara como a lua. Firme como pedra:

— A balança se inclinou. A luz foi escolhida. O portador da centelha antiga triunfou.

Malias e Tibrok não disseram nada.
Grumak desabou de bruços. Nem erguer a mão conseguia. Malias correu, pálida, e se ajoelhou ao lado dele.

— Grumak! — o puxou pelos ombros; a cabeça tombou inerte. — Não… fica comigo!

Tibrok chegou ofegante:

— Ele respira…, mas tá sumindo!

Foi quando a Maeliri pulsou — laranja vivo, brilho quente que fazia o ar vibrar. Malias sentiu o chamado dentro da alma:
“Agora.”

Sem hesitar, cravou as presas na casca. A polpa dourada explodiu na boca, doce, viva, pulsante. Segurou o rosto do guerreiro, forçou-lhe os lábios abertos e depositou a primeira porção, boca a boca.

Nada.

— Vem… respira… — Lágrimas misturavam-se ao néctar escorrendo.

Mordeu de novo, pedaços maiores, e transferiu-os com outro beijo desesperado. A garganta de Grumak não reagia.

Terceira vez. Quarta. A fruta ia sumindo sob os dentes dela. Cada vez que o sabor tocava sua língua, mas luz escorria para a boca dele. Finalmente, um espasmo. Grumak engoliu reflexivamente. Veios de brilho correram-lhe pelo pescoço.

Malias não parou — a fruta praticamente refeita a cada mordida, como se o Vale quisesse dar-lhe energia infinita. Quinta transferência. Sexta. Até que a Maeliri se despedaçou em luz pura e se fundiu inteira com o guerreiro.

Veios cintilantes serpentearam lhe sob a pele, tecendo-se sobre feridas, soldando ossos, acendendo músculos. A luva ancestral pulsou azul-ouro. Vida voltou a brotar.

Grumak inspirou bruscamente:

— …Shiro…?

— Não sou ele, cabeça-dura — Malias riu chorando, encostando a testa na dele. — Mas ele vai te abraçar quando chegarmos em Farir.

O Tuntor então ergueu os braços. Uma luz suave desceu sobre Grumak, envolvendo-o como um manto de bênção.

— Levarás contigo a bênção de Tuntor. Um fragmento do renascimento.
— Aonde fores, a floresta te reconhecerá como guardião.

E com um último brilho dourado, o Tuntor falou pela última vez:

— Retornem. Este ciclo terminou. Mas a luz… deve continuar a caminhar.

O trono de raízes se desfez como folhas ao vento.
O céu clareou.
As estrelas brilharam como se dançassem.

E Grumak… estava de pé.

ainda se apoiava em Malias e Tibrok, os passos pesados, mas firmes — como os de alguém que acabara de retornar da beira da morte.

O vale, agora em paz, parecia respirar junto com eles.
O céu límpido deixava passar a luz suave do fim da madrugada, tingindo tudo de dourado.

Foi quando Tibrok parou de repente, virando-se com um estalo nos olhos, como se algo importante tivesse saltado da memória.

— A velha missão! — exclamou, espantado. — As… as Joias lunares! Aquelas joias absurdas que o Balbito pediu!
— A gente veio aqui por isso!

Malias arqueou uma sobrancelha, exausta, mas ainda com seu sarcasmo intacto.

— Depois de tudo isso… tu ainda lembras da missão?
— E eu achando que ia morrer sem entregar esse favor maldito.

Grumak tossiu, o som rouco, mas leve.
Um meio sorriso surgiu em seu rosto.

— Prometi que ia pagar a noite na estalagem. Não volto atrás.

Eles riram juntos. Não uma gargalhada…, mas aquele riso contido, aliviado. O tipo de riso que só vem depois que se sobrevive ao impossível.

Mas então…

O chão sob seus pés começou a vibrar de leve.
Uma energia quente e familiar correu pelo solo, como se o próprio vale os ouvisse.
No exato ponto onde o Eco-Sangrento havia sido derrotado, pequenas hastes luminosas começaram a brotar. Lentamente, como raízes vivas, subiram e se abriram como flores de cristal alaranjadas.

E no centro de cada uma… repousava um pequeno cristal.

— As joias…! — Tibrok sussurrou, com os olhos arregalados. — Elas… elas se formaram! Exatamente como na lenda! Depois do confronto… depois que a luz vence!

Malias se aproximou com cautela. Os cristais brilhavam com uma aura pura, quase sagrada. Eram pequenos, mas perfeitamente lapidados — moldados pela energia do vale, como se fossem parte dele.

— “A missão” … era só uma metáfora para a escolha do novo guardião, hein? — comentou, com uma meia risada.

Grumak se ajoelhou diante de uma das flores.
Com cuidado, tocou-a.

O cristal se soltou suavemente e pousou em sua mão.
Na palma da luva, brilhou ainda mais forte.

Tibrok tirou de sua mochila uma sacola especial — feita com couro encantado e costuras rúnicas.

— Aqui! A bolsa que o ajudante da guilda deu!
— Foi feita pra guardar essas coisas sem perder a energia!

Um a um, Grumak colheu os cristais.
Cinco joias no total, cada uma pulsando como um pequeno coração de luz viva.

Malias cruzou os braços, olhando para ele com um sorriso cansado, mas orgulhosa.

— E pensar que viemos colher pedras lunares…
— E quase morremos salvando a floresta.

Tibrok riu, meio nervoso.

— É… missão de velho louco é assim mesmo.

Grumak fechou a sacola com firmeza e a prendeu à cintura.

— Missão cumprida. Agora só falta entregar isso ao Balbito… e cobrar um mês de hospedagem grátis.

O céu já tingia o Leste com os tons suaves do amanhecer.
Após um merecido descanso sob as primeiras luzes do novo ciclo, Grumak, Malias e Tibrok colocaram-se em marcha de volta à vila dos Coelhos Guerreiros — carregando as Joias e um silêncio reverente ao redor.

À medida que avançavam pela floresta restaurada, os galhos pareciam abrir caminho por vontade própria. As folhas se curvavam levemente. A brisa os empurrava com suavidade. E então… começaram a surgir.

De todos os tamanhos e formas.

Criaturas antes adormecidas, escondidas ou exiladas… agora caminhavam, voavam, observavam das copas com olhos atentos e passos calmos — como se reconhecessem o novo guardião.

— Eu… nunca vi tantos assim… — sussurrou Malias, encantada, enquanto um grupo de cervos de pelagem prateada surgia entre as árvores.

— Eles voltaram... — disse Tibrok, com a voz embargada. — Estavam esperando… todos eles…

Grumak seguia em silêncio. Seus olhos percorriam cada ser vivo com respeito profundo.

Então, no meio da trilha, três criaturas distintas se aproximaram firmes e olhos conscientes:

— Um corvo de penas esverdeadas, que pousou na frente deles, soltou uma pedra com veios cintilantes e alçou voo.

— Um lobo de pelos dourados, que surgiu entre as sombras, depositou uma pequena gema azulada diante de Grumak… e desapareceu, como fumaça.

— E uma coruja de olhos carmesins, que voou em silêncio, soltou um cristal triangular envolto em névoa sobre ele… e pousou brevemente em seu ombro antes de se dissolver na brisa.

Tibrok ficou boquiaberto.

— São… pedras dos Espíritos Antigos… Grumak, isso é um presente dos próprios guardiões do vale! Isso é… é algo sagrado!

Grumak recolheu as pedras com extremo cuidado.
Ao tocá-las, sua luva brilhou levemente.
Sentiu uma pulsação suave — como se cada uma carregasse vida. Uma vontade própria. Uma espera.

Malias apenas observava, com um leve sorriso no canto dos lábios.

— Parece que o chão da floresta reconheceu seu novo defensor.

Grumak guardou as pedras com reverência.
E então, virou-se para Tibrok.

— Você se lembra do que me pediu… antes de ajudar nesta missão?

Tibrok coçou a cabeça, um pouco sem jeito.

— Eu… eu pedi ajuda. Pra encontrar algo.

Grumak assentiu com firmeza.

— Então, depois de entregarmos isso ao velho da estalagem… vamos cuidar disso.

Tibrok sorriu, os olhos úmidos.

— Valeu, Grumak… de verdade.

E assim, sob a luz crescente do dia, os três seguiram seu caminho.
Não mais como simples aventureiros…
Mas como aqueles que foram marcados pela floresta.

Guardados pela luz.
E reconhecidos pelo mundo natural.
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Uma história de fantasia, paternidade, sacrifício e reconstrução.
Onde monstros são enfrentados com espada, mas também com o coração.
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