O trem parou logo depois que eu entrei na cabine do condutor.
— Olá..... eu acabei de lutar contra um cara que usa fios como arma e ele meio que colocou umas bombas e voocê já reparou nisso em me dar alguma recompensa por ter mata...
Porém o maquinista que apareceu de costas me interrompe com um ssshhh....
— Calma que eu já estou indo procurar recompensas, mais o Jerry, o outro passageiro que usava a mesma roupa do cara dos fios teve o mesmo destino dele e a razão do porquê eu larguei a recompensa no chão disse o maquinista.
— Como você sabe o nome dele e o nome do cara dos fios?
— Eu reconheci pelo nome escrito no uniforme, enquanto o cara dos fios é o Albarn, eu já chamei a ambulância quando eu parei o trem já que ele e o Jerry estavam todos machucados, principalmente o Albarn que ficou queimado. Mais é uma pena que você não teve a sorte de matar alguém......
Quando ele se virou em minha direção ele se revelou pra mim vestindo uma chique blusa embaixo de uma jaqueta de estampas de onça, calças jeans, tênis e um rosto escurecido por um típico chapéu de maquinista.
— Pena que você está perdendo, mesmo indo buscar o Bosenmori. Por isso eu piloto essa lata-velha que vocês chamam de Silver Bullet, quem já leu o cartaz, já fez tudo por sua vida.
Ele logo pegou uma adega do bolso e tentou me atacar, mais eu desviei e começou a falar algo como.
— Eu sempre ouvi conselhos da minha mãe em não aceitar coisas de estranhos, por isso eu manti por anos esse meu sonho em ser maquinista enquanto lembrei do que eu posso fazer o que eu quiser quando começou a caçada pelo Bosenmori e legalização de matar pessoas.
— Mãe? mais eu também ouvi disso, mais eu fui abandonado pelos meus pais!
— Eu entendo, só aproveite a vida porquê isso não vai durar por muito tempo, esqueça as informações do cartaz, um cartaz não deve ser o motivo pra nada, nem mesmo matar. Mais se acostuma porquê eu não me canço de dizer a palavra matar, quem não segue o que eu disse agora é um perdedor mesmo, um perdedor da vida.
— Vida? depois de eu engolir de medo, o maquinista se levantou e tirou o chapéu ao ponto dele saír voando como se fosse uma estrela ninja que prendeu a porta de saída eu tentei dar um corte, mais ele pegou a lâmina da foice e quebrou um pedaço ao ponto de me cortar no ombro.
Eu dei um grito quieto de dor com os dentes fechados e o maquinista que me revelou com os sua coloridos cabelos curtos na parte da frente e compridos na partede trás com olhos confiantes.
— Eu esqueci de me introduzir, eu sou Constantin, posso te falar para onde a gente tá indo antes de eu te derrotar.
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Em uma pacata área de Londres de 2012, a terra é "resetado" por um misterioso deus da morte em futuro apocalítico futurista. Bieniek, um garoto polonês de 14 anos é a única pessoa que pode detê-lo.
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