Ferida, mas determinada, Itaputyr segue sozinha para o coração do castelo. Nas sombras, porém, algo a espera, uma criatura tão antiga e monstruosa que talvez nem mesmo devesse ter um nome.
Quando a Europa afia suas lâminas para conquistar o mundo, a ancestralidade indígena atravessa as linhas do tempo para cobrar o que foi tomado. Em Pindorama, Itaputyr transforma a justiça em ritual. Passado e resistência se encontram para rasgar a história com a força dos ancestrais.
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